sexta-feira, julho 06, 2018

As Poéticas Crônicas De Asin Du An No In - Somente De Mim Vem O Fogo - Canto XCVII


Ghosts Of Jatun - Cameron Gray


Na Vela Que Acender
Em Tua Peregrina Alma
De Buscador Do Meu Ser,
No Fogo Da Luz Superior
Que For Cultivar No Teu
Santuário Particular,
Deposite O Pensamento
No Quanto Eu Posso Ser
O Fogo Que No Pavio
Inapagável Fica A Arder.
Acendas Cada Vela
No Teu Altar Interior,
Ores Com Cada Fração
Da Tua Verdadeira Fé
No Teu Interior,
Como Um Gigante Galgando
Cada Centímetro Das Montanhas
Que Levam Até O Meu
Trono De Chamas.
Assopres Para Bem Longe
Toda Dúvida,
Toda Divisão,
Toda Dívida,
Toda Limitação,
Toda Eliminação,
Toda Destruição,
Toda Inércia,
Toda Brecha,
Toda Desesperança
E Todo Egoísmo.
Atraias Junto Com A Luz
Que Em Ti Arderá
Toda Certeza,
Toda Multiplicação,
Todo Pagamento,
Todo Ilimitado,
Toda Inclusão,
Toda Construção,
Todo Movimento,
Todo Fechamento,
Toda Esperança
E Todo Altruísmo.
Me Recebas Como A Chama
No Pavio De Cada Vela
Incessantemente Acesa
Dentro De Cada Caminho
Dos Teus Altares Interiores
Com Uma Oração,
Com Um Louvor
E Com Um Cântico
Dos Mais Silenciosos.
Eu Chego No Silêncio
Dos Que Se Incendeiam
Como A Humilde Força
De Uma Vela Acesa Com
O Mais Puro Amor.
Eu Sou Cada Vela Acesa
Por Aqueles Que Preenchem
Seu Interior Com Chamas
Ardentes De Alto Amor.
Fátuo Amor,
O Sopro Da Vela Em Chamas
Que Eu Sou.



Nenhum comentário: