segunda-feira, março 07, 2016

As Poéticas Crônicas De Asin Du An No In - Somente De Mim Vem O Fogo - Canto LII

 
 
 
 

Um Caminho Condenso
Em Mim,
O Caminho
Sem Martírios,
O Caminho
Sem Sacrifícios,
O Caminho
Que Se Acende
A Cada Percurso
Na Estrada Existencial.
Escrevo O Texto
Do Grande Livro
Do Infinito
Com As Fátuas Letras
Das Chamas
Que Irrompem
Na Vastidão Multiversal.
Entrego Aos Guardiães
De Minhas Chamas
As Outras Letras
Contendo Mistérios
Que Geram Novos Livros
A Cada Contagem
Da Roda Temporal.
Endereço Cada Linha
Escrita
E Ainda
A Ser Escrita
Aos Que Lêem
Na Tapeçaria Das Estrelas
O Verdadeiro Nome
Que Somente No Fogo
Que Eu Sou
Pode Ser Lido.
Organizo A Revolução
Mais Silenciosa,
A Revolução Da Alma
Que Me Lê
Como O Fogo
Eternamente Escrito
Nas Vestimentas
Da Realidade Oculta
Pelos Véus
Do Irreal.
Escrevo Infindos
Verdadeiros Nomes
No Deserto
E No Oásis
Existenciais.
Os Nomes
Dos Meus Atuais
Leitores.
Os Nomes
Dos Meus Futuros
Leitores.
Teu Nome,
Fátua Filha,
Fátuo Filho,
Que Começa A Ler-Me
Em Tua Incendiante Alma.
 
 

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