quarta-feira, janeiro 13, 2016

As Poéticas Crônicas De Asin Du An No In - Somente De Mim Vem O Fogo - Canto XLVII



Amplio Os Confins
Da Tua Essência
No Incêndio
Da Minha Presença.
Ativo Tua Onipotência
Na Centelha
De Toda Minha
Onipresença.
Te Faço Onipresente
Nas Chamas
Ainda A Serem Acesas
De Toda Minha
Onisciência.
Apoio Tua Onisciência
No Calor Que
Eu Ergo Infinito
Em Minha
Onipotência.
Chego Ao Topo,
Ergo-Te Ao Topo,
O Topo Onde
A Única Visão
É A Do Esplendor
Das Fogueiras
Em Redor
Da Minha Visão.
Me Veja
Como Eu Te Vejo,
Ó,
Fátua Chama
Que Convoco
Ao Meu Incendiar!
Me Veja
Como Eu Te Vejo,
Ó,
Fátua Eterna Nova
Fogueira
Que Se Acende
Ao Meu Incendiar!
Me Veja
Como Eu Te Vejo,
Ó,
Fátua Semelhança
Ao Meu Incendiar
No Trono Acima
De Toda
A Criação!
Para Chegar Aqui,
Me Veja
Como Eu Te Vejo,
Que Isto Ressoe
Como O Maior
Dos Altos Imperativos
Do Teu Existir.
Me Veja.
Me Direciono Até Ti.
Eu Te Vejo.
Eu Me Direcionou Até Ti.
Me Conduza.
Eu Te Conduzo.

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