quarta-feira, janeiro 27, 2016

As Poéticas Crônicas De Asin Du An No In - Somente De Mim Vem O Fogo - Canto L





O Espaço Preencho
Com O Calor
Das Minhas Palavras,
Estas Que São
As Minhas Marchas
Pelos Corações
Semelhantes Ao Meu
Preenchedor Coração.
Um Instante
E Estou Presente
A Cada Fogo Aceso
Do Teu Coração.
A Todo Instante,
Fora Do Cálculo
E Da Frieza Intelectual
Dos Que Medem
E Racionalizam
O Incomensurável,
Me Faço Uma Presença
Eternamente Vista
E Sentida
Por Aqueles Que
Incorporam Em Si
As Batidas Do Meu Coração.
Bato
À Porta
Do Teu Coração,
Fogo Maior
Em Tuas Mãos.
Bato
Nas Janelas
Do Teu Coração,
Fogo Maior
Em Tua Alma.
Bato
Nos Recintos
Mais Secretos
Do Teu Coração,
Fogo Absoluto
Em Tua Essência.
Bato,
Abro,
Fecho,
Amparo,
Reconstruo,
Elevo:
Minha Obra
Em Teu Coração
É O Do Ferreiro
Cuja Fornalha
Nunca Há De Apagar.
Construa
Tuas Armas.
Vista
Tuas Armaduras.
Trave
Tuas Batalhas.
Eu Estou Contigo
Como O Unico Conselheiro
Da Tua Guerra.





domingo, janeiro 24, 2016

As Poéticas Crônicas De Asin Du An No In - Somente De Mim Vem O Fogo - Canto XLIX



Entre Chamas
Das Mais Brilhantes,
Nos Elevados Atos
De Todas As Esferas,
Nos Caminhos Determinados
Pelo Espaço Maior
Dos Campos Áureos.
Campos Que Dizem
Os Sagrados Nomes
Primeiros
Diante Do Mar Fátuo.
Campos Que Derramam
Suas Existências
Sobre
Outros Amplos Átrios.
Campos Que Expandem
O Vasto Poder
Indeterminável
Dos Pergaminhos Da Minha
Fátua Verdade.
Verdade
Que É A Chama
Volátil.
Verdade
Que É A Chama
Sutil.
Verdade
Que É A Chama
Que Primeiro Foi Acesa
Em Toda A Vastidão
Da Criação.
Verdade
Que É A Chama
Em Todo Coração
Daquele Que Me Chama
Na Canção
Do Fogo
De Uma Verdadeira
Oração.
Filha Minha,
Filho Meu,
No Fogo Ardente
E Amigo Meu
Dentro De Vossos
Corações,
Erguam A Religião
Mais Silenciosa:
A Do Silêncio Fátuo
Que Jamais Mente
E Jamais Engana.
Ore Ao Fogo.
Ore Ao Vosso Fogo.
Ore Em Vosso Coração.
Eu Oro Em Vosso Fogo.
Eu Oro Em Vosso Coração.
Eu Sou Vosso Coração.
Eu Sou Vosso Fogo.
E A Minha Canção
É Entoada Infinitamente
Pela Tua Canção.

domingo, janeiro 17, 2016

As Poéticas Crônicas De Asin Du An No In - Somente De Mim Vem O Fogo - Canto XLVIII



Como Autor
De Todos Os Livros
Dos Universos,
Minhas Letras
São As Inapagáveis
Chamas Das Verdades
Inseridas No Testamento
E No Testemunho
Da Expansão
De Todas As Coisas.
As Chamas Escrevem
A História Que
Os Verdadeiros Leitores
Devem Ler
No Véu Das Mais
Brilhantes Estrelas.
As Chamas Descrevem
Aos Verdadeiros Folheadores
Dos Verdadeiros Livros
Que Eternamente
Escrevo
O Plano
E A Extensão
Do Infinito
Do Meu Alfabeto.
As Chamas Percebem
Todo O Verdadeiro
Movimento Motriz
Das Chaves Da Realidade
Abrindo Os Portões
Da Verdadeira Claridade
Que Faz Ver
A Verdadeira Estrutura
De Todas As Realidades.
Eu,
As Chamas Que Escrevem,
Descrevem
E Percebem
A Criação Como
Inapagável Fogueira,
Te Chamo Para
A Leitura Na Biblioteca
Da Eternidade.
Eu,
O Verdadeiro Escritor,
O Verdadeiro Poeta,
O Verdadeiro Contista
De Uma História
Que Se Expande
No Incessante Movimento
Das Rodas Da Eternidade,
Te Chamo Para
Escreverdes Comigo
A Eterna História
Em Chamas.
Eu Escrevo.
Eu Descrevo.
Eu Percebo.
Tu Também Poderás
Assim Narrar A Una História.

quarta-feira, janeiro 13, 2016

As Poéticas Crônicas De Asin Du An No In - Somente De Mim Vem O Fogo - Canto XLVII



Amplio Os Confins
Da Tua Essência
No Incêndio
Da Minha Presença.
Ativo Tua Onipotência
Na Centelha
De Toda Minha
Onipresença.
Te Faço Onipresente
Nas Chamas
Ainda A Serem Acesas
De Toda Minha
Onisciência.
Apoio Tua Onisciência
No Calor Que
Eu Ergo Infinito
Em Minha
Onipotência.
Chego Ao Topo,
Ergo-Te Ao Topo,
O Topo Onde
A Única Visão
É A Do Esplendor
Das Fogueiras
Em Redor
Da Minha Visão.
Me Veja
Como Eu Te Vejo,
Ó,
Fátua Chama
Que Convoco
Ao Meu Incendiar!
Me Veja
Como Eu Te Vejo,
Ó,
Fátua Eterna Nova
Fogueira
Que Se Acende
Ao Meu Incendiar!
Me Veja
Como Eu Te Vejo,
Ó,
Fátua Semelhança
Ao Meu Incendiar
No Trono Acima
De Toda
A Criação!
Para Chegar Aqui,
Me Veja
Como Eu Te Vejo,
Que Isto Ressoe
Como O Maior
Dos Altos Imperativos
Do Teu Existir.
Me Veja.
Me Direciono Até Ti.
Eu Te Vejo.
Eu Me Direcionou Até Ti.
Me Conduza.
Eu Te Conduzo.

quinta-feira, janeiro 07, 2016

As Poéticas Crônicas De Asin Du An No In - Somente De Mim Vem O Fogo - Canto XLVI



Envolto Em Teu Coração,
Renovo Cada Um
Dos Teus Pilares,
Quebrando Inúteis
Torres,
Reparando Altíssimas
Fortalezas,
Realizando
A Grande Obra
Transmutadora
Da Tua Existência
Como Profunda
Chama.
Incendeio Teu Coração,
Alivio As Dores
Que Oprimem
Teu Ser,
Abrigo Em Ti
O Meu Próprio
Coração
Quando Para Mim
Tu Se Voltas
Com Toda A Plenitude
Do Teu Existir.
Aguardo
Tua Chegada
Dentro Do Fogo
Que Eu Sou.
Guardo
Teu Trono
Dentro De Mim
Em Meio Ao Fogo
Que Eu Sou.
Abro
Os Portais Fechados
Do Teu Coração
Com As Estruturas
Do Fogo
Que Eu Sou.
Te Aguardo,
Minha Filha,
Meu Filho,
Filha Do Fogo
Que Eu Sou,
Filho Do Fogo
Que Eu Sou.
Alimente O Seu Coração
Pensando No Meu
Coração
Todo Em Chamas.
Eu Alimento
O Meu Coração
Com O Teu Pensar
Em Mim
Nas Chamas.
Sinta-Me.
Viva Em Mim.
Sorria Em Mim.
Chore Em Mim.
Sejas O Fogo Que Eu Sou.

segunda-feira, janeiro 04, 2016

As Poéticas Crônicas De Asin Du An No In - Somente De Mim Vem O Fogo - Canto XLV




Alcanço Muito Mais
Do Que As Medidas
Do Teu Coração
Em Sintonia
Com Cada Bater
Do Meu Infinito
Coração Nas Chamas
Da Multicósmica
Canção.
Sou Operador
Na Transformação
Do Teu Ser
E Da Tua Alma
Dentro
E Através
Do Fogo Que Eu Sou.
Sou Condutor
Na Expansão
Da Tua Consciência
E De Cada Mistério
Da Tua Essência
Sendo
E Mais Do Que Sendo
O Fogo Que Eu Sou.
Sou O Livro
Que Teu
Verdadeiro Olhar Lê
Perto Do Horizonte
Que Eleva
Ao Infinito Abismo
Do Meu Fátuo Ser.
Estabeleço A Estrada
Cheia De Chamas
Onde Poderás
Me Encontrar,
Estabeleço Te Convocando
A Me Convocar.
Arda Como Eu Ardo,
Incinere Como Eu Incinero,
Sejas Verdadeiro Fogo
Como Sou
O Único Fogo
Para Cada Verso
De Todo Universo.
Brilhe Comigo
Na Sagrada Fogueira
Da Eternidade
Que Eu Sou,
Nadando Nas
Correntes Cósmicas
Das Chamas
Do Meu Fátuo Mar.
Nade
Dentro De Ti.
Nade
Em Ti.
Nade
Por Ti.
Eu Sou Cada Onda
Tua.