quarta-feira, setembro 30, 2015

As Poéticas Crônicas De Asin Du An No In - Somente De Mim Vem O Fogo - Canto XLII



Ao Olhar Profundo
Da Cósmica Verdade,
Ao Interior Infinito
Da Verdadeira Realidade,
Ao Florescimento Eterno
Da Verdadeira Vontade,
Elevo Doze Chamas
Ao Altar Da Eternidade
E Revelo Doze Vezes
O Meu Verdadeiro Nome
Em Doze Letras Escritas
No Coração Das Estrelas
Da Temporalidade.
Imenso Entre Tudo,
Imerso Em Tudo,
Impassível No Todo,
Vou Queimando
As Colunas
Do Grande Templo
Conhecedor Do Meu
Tempo
E Risco Nos Campos
Onde Florescem As Flores
Da Eterna Sabedoria
A Fátua Linha
Da Perene Realidade
Da Minha Realização
Doze Vezes
Vertida.
Doze Ao Infinito,
A Chave Mestra
Do Toque Da Minha
Inexpugnável Mente
No Todo Dos Movimentos
Da Oculta Chama Viva
Que Eu Sou
Em Poderosas Ondas
De Oceanos Fátuos.
Doze Chamas 
Representam O Meu Legado
E O Meu Ensinamento
Aos Aprendizes
Da Verdadeira Chama
Que Eu Sou.
Doze Chamas,
Uma Coroa.
Doze Chamas,
Um Cetro.
Doze Chamas,
Um Trono.
A Coroa 
Do Fogo Que Reina.
O Cetro
Do Império Que Não Adormece.
O Trono
Do Fogo Que Nunca Enfraquece.
Meus Dons
Aos Que Lêem
Em Minhas Chamas
O Meu Nome Doze Vezes.

quarta-feira, setembro 16, 2015

As Poéticas Crônicas De Asin Du An No In - Somente De Mim Vem O Fogo - Canto XLI



Acesos Vão Sendo
Os Patamares Da Alma
Que Aprofundam-Se
Nas Fogueiras Reinantes
Entre A Ordem
Das Idéias
E A Pluralidade
Das Fontes.
Eu Sou A Idéia
A Queimar
Diante Do Altar Incinerante
Da Existencialidade.
Eu Sou A Fonte
A Navegar
Diante Do Palácio Reluzente
Da Infinitude.
Em Letras Sagradas,
Em Verbos Novos
E Em Eternos Silêncios
Fico Em Cada Alma
Adormecido
Na Cegueira Dos Transeuntes
E Desperto
Na Lucidez Dos Permanentes.
Eu Sou A Gota De Fogo
No Poço Da Verdade,
Afirmando A Todos
Que Se Afirmam
Em Meu Mar De Chamas
Que Agito
O Fogo Das Estrelas,
O Fogo Dos Sóis
E O Fogo De Todos
Os Astros
Nascidos Das Minhas
Infinitas Manifestações.
Interpreto Cada Existência
Na Linguagem Do Fogo
Que Eu Sou
Me Expandindo Como
O Verdadeiro Incêndio
Esclarecedor.
Fogo Purificador
Quando Chamado;
Fogo Intimador
Quando Oferecido;
Fogo Iluminador
Quando Revelado:
É O Que Eu Sou
No Verso Total
Do Meu Poema
De Esplendor.
Minha Música Queima.
Meu Cântico É Fogueira.
Meus Instrumentos São Chamas.
Ouçam Minha Música.
Cantem Meus Cânticos.
Toquem Em Meus Instrumentos.
Sejam Os Músicos
De Vossas Incinerantes Almas.

segunda-feira, setembro 07, 2015

As Poéticas Crônicas De Asin Du An No In - Somente De Mim Vem O Fogo - Canto XL





Na Alma Em Chamas,
Eu Estou Navegante
Em Cada Elemento,
Aumentando O Incêndio.
Nas Chamas 
De Uma Alma Em Mim
Navegante,
Me Torno Presente
Como O Maior Incinerador
Atuante.
Vibro Incendiando
Incendiários Seres
De Incendiária Alma,
Almas Evoluindo,
Almas Revolucionárias
Que Transitam Entre
Os Mundos Dentro
E Fora De Mim.
Acendem Tais Almas
Sagradas Chamas 
Tão Altas,
Tão Dignas Do Fogo
Que Eu Sou,
Que Chegam A Tocar
Nas Vestimentas Ocultas
Da Eternidade.
Os Fátuos Guias De Povos
E De Raças,
De Orbes Planetários
E Universais,
São Tais Almas
Que Ardem No Interior
Do Fogo Que Eu Sou.
São Os Guias Do Valor
Dos Nomes Narradores
Do Verbo Que Eu Sou.
São Os Guias Do Saber
Das Verdades Atuantes
No Verso Que Eu Sou.
São Os Guias Das Ondas
Dos Oceanos Transeuntes
No Único Oceano Que Eu Sou.
São Os Guias,
Os Arautos Do Fogo
Que Eu Sou,
Para Todos Aqueles Que
Incendiados São
Pelo Meu Ardor.
São Filhos Meus Ardentes
E Ardorosos,
Campeões Vitais
Pelo Infinito Do Fogo
Que Eu Sou.
Filhos Ascendendo A Mim.
Filhos Escutando Minha Voz.
Filhos Transmitindo Meu Fogo.
O Fogo Que Guia.
O Fogo Que Transborda.
O Fogo Que Gira.
O Fogo Que Afoga Libertando.