quinta-feira, dezembro 17, 2015

As Poéticas Crônicas De Asin Du An No In - Somente De Mim Vem O Fogo - Canto XLIV




Em Universos
Que Gero
Dentro Do Meu Verbo,
Expando Meu
Ardente Olhar
Sobre O Grande Verso
Da Criação
Que Expando
Como Chama Acalentadora
De Todo
Ativo Coração
Em Mim.
De Universo
A Universo,
Cânticos Vibram
O Meu Nome
Em Chamas.
De Universo
A Universo,
Danças Transmitem
O Meu Ser
Em Chamas.
De Universo
A Universo,
Textos Traduzem
O Meu Fogo
Em Letras Que São
Verdadeiras Chamas
Para
Verdadeiras Almas.
Realizo O Expandir,
Sim,
O Ato,
O Alto,
O Alado Expandir
Da Fátua Consciência
Que Eu Sou.
Nesse Expandir,
Toco
Verdadeiros Corações,
Sussurro
Verdadeiras Orações,
Grito
Verdadeiros Ensinamentos,
Silencio
Para Mais Ensinar
A Todo Aquele Que
Se Faz Uma Chama
Do Fogo Que Eu Sou.
Expando,
Minha Filha,
Meu Filho.
Expando,
Minha Amiga,
Meu Amigo.
Expando,
Eu Sou Um
Me Expandindo,
Minhas Chamas
Vós Sois.

quarta-feira, dezembro 09, 2015

As Poéticas Crônicas De Asin Du An No In - Somente De Mim Vem O Fogo - Canto XLIII



Ao Clamor
Que Vem Dos
Passos Dados
Em Direções
Que Incineram
Caminhos Erráticos,
Ergo Minha Voz
Em Sentenças
Diante Do Arcano
Da Verdade
E Do Amor.
É Da Verdade
Que Está Viva
Em Mim
E É Do Amor
Que Nasce
Em Mim
Que Estou A Falar.
Indefinível
Verdade,
Indefinível
Amor,
Chamas Da Realidade
Em Meu Interior.
Sensata
Verdade,
Sensato
Amor,
Chamas Da Intensidade
Em Meu Exterior.
Inescapável
Verdade,
Inescapável
Amor,
Em Redor
Daqueles Que
Melhor Compreendem
A Verdade
E O Amor
Que A Mortalidade
Jamais Contemplará.
Fátua
Verdade,
Fátuo
Amor,
Veículos Da Eternidade
Manifestando As Minhas
Mais Ardentes
Faces.
Ativa
Verdade,
Ativo
Amor,
No Fogo Automanifestado
Da Minha Presença
Em Cada Interior
Dos Que São
Da Verdade,
Dos Que São
Do Amor.

quarta-feira, setembro 30, 2015

As Poéticas Crônicas De Asin Du An No In - Somente De Mim Vem O Fogo - Canto XLII



Ao Olhar Profundo
Da Cósmica Verdade,
Ao Interior Infinito
Da Verdadeira Realidade,
Ao Florescimento Eterno
Da Verdadeira Vontade,
Elevo Doze Chamas
Ao Altar Da Eternidade
E Revelo Doze Vezes
O Meu Verdadeiro Nome
Em Doze Letras Escritas
No Coração Das Estrelas
Da Temporalidade.
Imenso Entre Tudo,
Imerso Em Tudo,
Impassível No Todo,
Vou Queimando
As Colunas
Do Grande Templo
Conhecedor Do Meu
Tempo
E Risco Nos Campos
Onde Florescem As Flores
Da Eterna Sabedoria
A Fátua Linha
Da Perene Realidade
Da Minha Realização
Doze Vezes
Vertida.
Doze Ao Infinito,
A Chave Mestra
Do Toque Da Minha
Inexpugnável Mente
No Todo Dos Movimentos
Da Oculta Chama Viva
Que Eu Sou
Em Poderosas Ondas
De Oceanos Fátuos.
Doze Chamas 
Representam O Meu Legado
E O Meu Ensinamento
Aos Aprendizes
Da Verdadeira Chama
Que Eu Sou.
Doze Chamas,
Uma Coroa.
Doze Chamas,
Um Cetro.
Doze Chamas,
Um Trono.
A Coroa 
Do Fogo Que Reina.
O Cetro
Do Império Que Não Adormece.
O Trono
Do Fogo Que Nunca Enfraquece.
Meus Dons
Aos Que Lêem
Em Minhas Chamas
O Meu Nome Doze Vezes.

quarta-feira, setembro 16, 2015

As Poéticas Crônicas De Asin Du An No In - Somente De Mim Vem O Fogo - Canto XLI



Acesos Vão Sendo
Os Patamares Da Alma
Que Aprofundam-Se
Nas Fogueiras Reinantes
Entre A Ordem
Das Idéias
E A Pluralidade
Das Fontes.
Eu Sou A Idéia
A Queimar
Diante Do Altar Incinerante
Da Existencialidade.
Eu Sou A Fonte
A Navegar
Diante Do Palácio Reluzente
Da Infinitude.
Em Letras Sagradas,
Em Verbos Novos
E Em Eternos Silêncios
Fico Em Cada Alma
Adormecido
Na Cegueira Dos Transeuntes
E Desperto
Na Lucidez Dos Permanentes.
Eu Sou A Gota De Fogo
No Poço Da Verdade,
Afirmando A Todos
Que Se Afirmam
Em Meu Mar De Chamas
Que Agito
O Fogo Das Estrelas,
O Fogo Dos Sóis
E O Fogo De Todos
Os Astros
Nascidos Das Minhas
Infinitas Manifestações.
Interpreto Cada Existência
Na Linguagem Do Fogo
Que Eu Sou
Me Expandindo Como
O Verdadeiro Incêndio
Esclarecedor.
Fogo Purificador
Quando Chamado;
Fogo Intimador
Quando Oferecido;
Fogo Iluminador
Quando Revelado:
É O Que Eu Sou
No Verso Total
Do Meu Poema
De Esplendor.
Minha Música Queima.
Meu Cântico É Fogueira.
Meus Instrumentos São Chamas.
Ouçam Minha Música.
Cantem Meus Cânticos.
Toquem Em Meus Instrumentos.
Sejam Os Músicos
De Vossas Incinerantes Almas.

segunda-feira, setembro 07, 2015

As Poéticas Crônicas De Asin Du An No In - Somente De Mim Vem O Fogo - Canto XL





Na Alma Em Chamas,
Eu Estou Navegante
Em Cada Elemento,
Aumentando O Incêndio.
Nas Chamas 
De Uma Alma Em Mim
Navegante,
Me Torno Presente
Como O Maior Incinerador
Atuante.
Vibro Incendiando
Incendiários Seres
De Incendiária Alma,
Almas Evoluindo,
Almas Revolucionárias
Que Transitam Entre
Os Mundos Dentro
E Fora De Mim.
Acendem Tais Almas
Sagradas Chamas 
Tão Altas,
Tão Dignas Do Fogo
Que Eu Sou,
Que Chegam A Tocar
Nas Vestimentas Ocultas
Da Eternidade.
Os Fátuos Guias De Povos
E De Raças,
De Orbes Planetários
E Universais,
São Tais Almas
Que Ardem No Interior
Do Fogo Que Eu Sou.
São Os Guias Do Valor
Dos Nomes Narradores
Do Verbo Que Eu Sou.
São Os Guias Do Saber
Das Verdades Atuantes
No Verso Que Eu Sou.
São Os Guias Das Ondas
Dos Oceanos Transeuntes
No Único Oceano Que Eu Sou.
São Os Guias,
Os Arautos Do Fogo
Que Eu Sou,
Para Todos Aqueles Que
Incendiados São
Pelo Meu Ardor.
São Filhos Meus Ardentes
E Ardorosos,
Campeões Vitais
Pelo Infinito Do Fogo
Que Eu Sou.
Filhos Ascendendo A Mim.
Filhos Escutando Minha Voz.
Filhos Transmitindo Meu Fogo.
O Fogo Que Guia.
O Fogo Que Transborda.
O Fogo Que Gira.
O Fogo Que Afoga Libertando.

domingo, agosto 30, 2015

As Poéticas Crônicas De Asin Du An No In - Somente De Mim Vem O Fogo - Canto XXXIX




Dentro De Tua Alma,
Eu Te Evoco.
Dentro De Tua Alma,
Eu Te Invoco.
Eu,
O Fogo Da Criação,
Te Evoco Como
A Incinerante Brasa
Que Vós Podeis Ser
E Te Invoco Como
A Sagrada Fogueira
Que A Tudo Pode Consumir.
Queijo Em Tua Coroa,
Em Tua Fronte,
Em Tua Garganta,
Em Teu Coração,
Em Teu Pulmão
E Em Teu Âmago
Imemorial
A Vociferar Nomes
Que Um Dia Foram Nomes
Dentro De Todos Os Vossos
Órgãos Espirituais.
Como O Fogo Que Eu Sou,
Eu Evoco
E Invoco
O Fogo Que Tu És
Para A Manhã
Do Teu Existir
E A Noite
Do Teu Caminhar.
Assemelhe-Se A Cada Uma
Das Minhas Chamas,
Beba
E Se Alimente
De Cada Uma Das Minhas
Eternas Chamas.
Leve-Me Em Vossos Lábios
Como Uma
Permanente Canção
E Louve Minhas Chamas
Nos Sete Caminhos
Da Tua Canção.
E Cantemos Juntos
Na Fátua Orquestra
Cósmica.
E Cantemos Juntos
Entre Os Fátuos Cantores
Cósmicos.
E Cantemos Juntos
A Fim De Sermos Ouvidos
Pelos Filhos Da Música
Cósmica.
Cantemos Na Mesma Chama.
Cantemos Na Mesma Melodia.
Cantemos Na Mesma Harmonia.
Cantemos
Em Unidade.
Cantemos
Em Fátua Verdade.

domingo, agosto 23, 2015

As Poéticas Crônicas De Asin Du An No In - Somente De Mim Vem O Fogo - Canto XXXVIII




Eu Queimo 
A Roda De Mil Rodas 
Que É Tua Coroa. 
Eu Queimo
A Rosa De Mil Pétalas 
Que É Tua Coroa. 
Eu Rondo A 
Coroa Cósmica 
Que Se Apresenta 
Nas Coroas De Todos 
Que Se Fazem 
Governantes Cósmicos. 
Eu Sou 
A Ronda Cósmica, 
O Próprio Fogo Cósmico 
Da Verdadeira Vida, 
Da Verdadeira Vontade, 
Do Verdadeiro Ser 
E Da Verdadeira Existencialidade. 
Quatro Vezes 
Sou Verdadeiro 
Na Raiz E No Tronco 
Da Árvore Sagrada 
Dos Cósmicos Semeadores 
Das Minhas Palavras. 
Aos Que Ainda Estão 
No Ramo Das Árvores 
Ressequidas, 
Eu Dou O Lampejo 
Mais Silencioso 
Na Forma Da Chama 
Mais Harmoniosa. 
Aos Ainda Desencontrados, 
Dispersos 
E Confusos, 
Eu Aqueço Com Chamas 
Que São 
As Mãos, 
Os Pés 
E Os Lábios 
Daqueles Que Sabem Beber 
Do Fogo Que Eu Sou 
Estando Coroados 
Com As Minhas Chamas. 
O Fogo 
Convoca Todo 
Desencontrados. 
O Fogo 
Convoca Todo 
Disperso. 
O Fogo 
Convoca Todo 
Confuso. 
Eu, 
O Fogo, 
Recebo A Todos 
Da Esquerda, 
Da Direita 
E Do Meio. 
Recebo Incinerando.