sexta-feira, outubro 07, 2011

As Poéticas Crônicas De Asin Du An No In - Somente De Mim Vem O Fogo - Canto XXIX


Como Instrumento Do Poder

Que Eu Sou,

Muitos Vasculham

As Propriedades De Todas

As Ardentes Centelhas

Do Meu Esplendor.

Estou Muitas Vezes

Em Vossos Sorrisos,

Estou Todas As Vezes

Em Vossas Lágrimas,

Meu Esplendor É Para

Todo Momento

De Verdadeiro Amor,

Todo Movimento

Da Verdadeira Dor.

Sou A Unidade,

O Vigilante Dos Portais,

O Gigante Das Montanhas,

O Guerreiro Dos Montes,

O Pai Da Salvação,

A Mãe Da Ascensão,

O Espírito Da Libertação,

O Espírito Da Comunhão.

Sagrada É A Veste

Que Encobre Aos Meus

Ardentes Instrumentos,

Os Silenciosos Que Oram

Pelo Meu Caminhar

De Passos Unificadores.

Meus Nomes Na Terra

São Muitos,

Minhas Manifestações

Na Criação

São Muitas,

Mas,

Aqueles Que São Os Silenciosos

Me Conhecem Como

O Um.

O Um Que Pega Fogo.

O Um Que Alimenta Fogos.

O Um Que É O Fogo.

O Um Que Incendeia

O Vaso.

O Um Que Incendeia

A Lança.

O Um Que Incendeia

O Barco.

O Um Que Incendeia

A Coroa.

O Um Que Incendeia

O Coração Da Multiplicidade.

Eu Sou O Um.

Eu Sou A Unidade.

Eu Sou Aquele Do Resgate.

Eu Sou Aquele Do Medicamento.

Eu Sou Aquele Da Ressurreição.


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