quinta-feira, outubro 06, 2011

As Poéticas Crônicas De Asin Du An No In - Somente De Mim Vem O Fogo - Canto XXVIII


Meu Verbo:

O Sonho E A Realidade.

É O Sonho Conjugado

Da Verdade

E O Sonho Conjugante

Da Realização.

É A Realidade Apresentada

Aos Olhos Da Criação

E A Realidade Que Se Abre

Aos Olhos Das Humanidades

Que Perfeitas Estão.

Sobrevivem Povos Que

Verdadeiramente Sabem

Conjugar O Verbo Que Eu Sou.

Povos De Divina Estirpe,

Os Povos Das Auororas,

Os Povos Das Estrelas,

Os Povos Dos Sóis,

Os Povos Das Luas,

Os Povos Dos Mundos Elevados

Em Minha Glória.

Sou O Verbete Dos Livros

Que Não Deixam De Ser Escritos

Pelos Filhos Do Verbo

Da Minha Coroa Eterna.

Incendiando Todos Os Tempos,

Meu Verbo,

O Verbo Que Eu Sou,

Retira Do Sonho

O Amor

E Da Realidade

O Louvor,

Unindo-Os Aos Verbos

Dos Espíritos Perfeitos

Dançando Fátuos Em Mim.

Vós,

Espíritos Imperfeitos

Da Humanidade Terrestre,

Podereis Conjugar O Verbo

Em Verdade,

No Sonho E Na Realidade,

Se Fizerdes Da Terra

Um Mundo De União.

Todos No Mesmo Tom,

Todos No Mesmo Som,

Todos Na Mesma Harmonia,

Todos Na Mesma Fogueira,

Conjugando O Verbo

Da Realeza Suprema

Que Me Identifica

Nos Meus Perfeitos Filhos.

Conjuguem Vossos Verbos Em Chamas.

Conjuguem Vossos Verbos Na Chama.

Conjuguem Vossos Verbos De Chamas.

Conjuguem-Me,

Estou À Vossa Espera.

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