sábado, agosto 20, 2011

As Poéticas Crônicas De Asin Du An No In - Somente De Mim Vem O Fogo - Canto XXIII


Diante De Toda Morte

No Mundo,

Eu Dou A Chave

Dos Portões Da Eterna

Verdade Do Ser

Que Eu Sou.

Não Me Chamam

Nunca Da Cova,

Mas Estou A Dar

As Minhas Mãos

Para Todos Aqueles

Que Caem Em Suas

Próprias Covas.

Emito Um Som Silencioso,

O Som Que Queima

Todas As Almas

Mais Verdadeiras,

Ensinando O Caminho

Da Fátua Vitória.

A Vitória Não Vem Hoje,

A Vitória Não Virá Amanhã,

A Vitória Não Virá

Depois De Amanhã.

A Verdadeira Vitória

É Um Fogo Do Qual

Não Se Conhece O Dia

Que Será Aceso

Em Uma Mesa

De Eterno Banquete.

Vós Sois Materiais

E Sonhais Com A Glória

Da Vitória Que Se Torna

O Menor Pó De Todos

Os Pós.

Eu Sou Espiritual

E Concedo O Fogo

Da Verdadeira Vitória

No Banquete Entre

Os Justos,

Os Sinceros

E Os Pacíficos Seguidores

Do Sabor Dos Alimentos

Que Lhes Dou.

Vós Nunca Sabereis

O Dia Da Verdadeira Vitória,

Eu Sou O Senhor

Do Tempo Determinado

Para Toda Vitória

E Apenas Eu Sei Sobre

O Vosso Dia De Glória.

Cada Um De Vós Vencerá.

Cada Um De Vós É Vencedor.

Cada Um De Vós Vence.

Vence O Tempo Do Desamor.

Vence A Doença Do Odiar.

Vence A Vivência No Derrotar.

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