segunda-feira, agosto 15, 2011

As Poéticas Crônicas De Asin Du An No In - Somente De Mim Vem O Fogo - Canto XVIII




Simples É O Meu Caminho

Dentro Dos Meus Filhos.

Sou Simples

E Não Nego

A Cada Um Dos Meus

Filhos.

Sou Simples

E Não Renego

A Cada Um Dos Meus

Filhos.

Todos São Meus,

Tudo É Meu,

Sou Aquele Que

Vós Dá,

Humanidade,

O Poder Do Respirar,

O Poder Do Adormecer,

O Poder Do Despertar.

Respiro Convosco,

Humanidade,

No Calor Dos Pulmões

Dos De Vossa

Irmandade.

Adormeço Convosco,

Humanidade,

Quando Os Dias,

Quando As Noites,

Quando Os Meio-Dias,

Quando As Meia-Noites

E Quando As Madrugadas

Tocam Em Vossos Inúmeros

Olhos Mortais.

Desperto Convosco,

Humanidade,

No Exato Instante

Do Abrir Dos

Olhos Mortos

De Todos Que Te Constituem,

Para O Caminho Iluminado

Do Meu Lar.

Meus Olhos,

Em Chamas,

Não Se Desviam,

Humanidade,

De Vosso Lar.

Sou A Terra,

Sou Da Terra,

Estou Na Terra,

Mas,

A Terra Em Mim

Não Está.

Para Meu Lar,

A Terra Retornará.

Para Mim,

O Senhor Jeová,

Vós Ireis Retornar.

Nenhum comentário: