domingo, agosto 14, 2011

As Poéticas Crônicas De Asin Du An No In - Somente De Mim Vem O Fogo - Canto XVII




Em Sopro Que Vem

Sem Que O Percebam,

Eu Me Aproximo

Dos Que Me Buscam

Solitariamente.

Em Um Sopro Que Fala

Da Minha Eternidade,

Digo Meu Nome

Aos Que Sabem

Ouvir A Verdade.

Sou O Sopro

Da Verdadeira Vida,

O Sopro Da Videira

Cuja Bebida É

A Água Mais Vida.

Todos Que Guerreiam

Por Mim,

Para Mim

E Em Mim

São Os Campeões

Do Poder Que Dou

Aos Espíritos Libertos

Das Materiais Amarras.

Sou A Escritura Sagrada

No Vento Da Alma

Dos Mundos Que Nasceram

Da Minha Alma.

Minha Alma,

O Sopro Da Vida,

O Sopro Da

Verdadeira Vida

Por Mim Moldada.

Busquem Meu Sopro,

Sopro Que É A Chama

A Reabilitar

Todos Os Vivos

E Todos Os Mortos

Em Meu Império

De Fogo.

Meu Trono É Todo

Filho Meu

Que Recebe

Verdadeiramente Vivo

As Chamas Do Meu Sopro.

Sou Deus,

Sou Jeová,

O Verdadeiro Deus,

Aquele Que É,

Aquele Que Sempre Será,

Aquele Que Sempre Foi,

Aquele Que Assopra

E Faz Girar.

Sou Pai Dos Guerreiros.

Os Guerreiros Do Meu Sopro.

Os Guerreiros Que Em Chamas

Buscam A Vitória Definitiva.


Nenhum comentário: