terça-feira, fevereiro 16, 2010

As Poéticas Crônicas De Asin Du An No In - O Anjo Inominável Do Amor - Canto XXI


Sacudidas as minúsculas

parcelas sagradas

da Areia Cósmica,

O Anjo Inominável

Do Amor

contempla

A Ordem Do Todo

Automanifestado

Na Ordem Do Todo

Moldado.

Não há linguagem

para exprimir

na íntima material

linguagem

a ordenação dos átomos

e das moléculas

que,

quais equações da

Equação Cósmica,

desfilam diante

do meu Olhar

de Anjo Inominável

Caído

a narrar

A Inominável História

Do Amor

Na Criação.

Aos que ouviram

comigo,

nesta poética

narração,

à Trombeta Do Julgamento,

A Ordem Das Coisas

Automanifestadas

E Moldadas

parecerá aos comuns

humanos olhos

A Loucura Da Perfeição.

Afinal,

como narrar

A Absoluta Perfeição?

Afinal,

como não narrar

A Absoluta Perfeição?

Afinal,

A Absoluta Perfeição

não é mais do que

a Manifestação da

Una Totalidade

em ritmo de um

Bailar Cósmico

inacessível aos que

ainda não sabem

Dançar

na Baile Da Verdadeira

Divindade?

Mutável Tudo

Que Se Manifesta,

Imutável É

A Unidade,

O Baile Da Grande Dança

Eternamente

Comandante Da Ordem!

Loucura Divina,

Loucura Sagrada,

a mais sasdia

forma de Ser

no Pensamento Uno

que logicamente forma

a Criação

em Sã Roupagem!

Loucas Formas,

Loucas Estradas,

como não haveria

de ser

A Grande Loucura

a afirmadora da

Existência Daquilo

que nos faz

respirantes

e caminhantes?

Loucas Certezas,

Loucas Sendas,

A Sabedoria Una

conquista-se

quando a sanidade

da transitoriedade

e da permanência

apenas na corruptível

carne

é abandonada

à entrada dos

Portões Do Mundo

Do Espírito Da Verdade!

E O Amor,

A Loucura Maior,

A Loucura Una,

faz-me agora Ver

O Seu Anjo Inominável

de mãos dadas

com dois

Daqueles Que Ao Um

Retornarão

quando este mundo

de Trevas,

de Lágrimas

e de Dor,

Perfeito For!








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