segunda-feira, fevereiro 15, 2010

As Poéticas Crônicas De Asin Du An No In - O Anjo Inominável Do Amor - Canto XX



O Todo Silêncio

Se Faz.

O Tempo

Sai.

O Tempo

Vai.

O Tempo

Fica.

Ouve-se tudo

acima.

Ouve-se tudo

abaixo.

Ouve-se

O Nada Inexistente

na Criação.

O Raio Cai

No Tocar

Da Trombeta,

à esquerda

atingidas são

As Trevas,

As Lágrimas,

A Dor.

O Raio Ascende

No Tocar

Da Trombeta,

à direita

sobem em direção

ao Verdadeiro Criador

Do Som

E Do Silêncio

os que residirão

sublimes e felizes

na Nova Galiléia.

Assim Será,

O Verdadeiro Criador

encontra-se

no Silêncio

e abraça-nos

no Som.

Assim Será,

O Verdadeiro Criador

É O Silêncio,

O Verdadeiro Criador

É O Som.

O Amor

à direita

para os que

Ascendem até Ele

no Retorno!

O Amor

à esquerda

para os que

Caem mais baixo,

pois até os cegos

filhos da

Deusa Matéria,

corrompidos por Esta

Gigantesca Megera,

são ainda

Filhos Do Pai Do Amor!

O Amor

É O Grande Silêncio

Que No Dia Do

Último Julgamento

Abençoará

Os Mansos Leões

Que Se Elevarão

E Os Violentos Leões

Que Mais Cairão!

O Dia Do Último

Julgamento

anunciará

O Grande Dia Do Amanhã,

Seremos ainda

heterogêneos como Seres,

mas

Unidade

Na Unidade!

Retornaremos

Ao Verdadeiro Pai,

digo isto aos

Solares Filhos

Do Amanhã Uno!

Retornaremos

Ao Verdadeiro Criador,

digo isto aos

Trabalhadores Da

Una Hora!

E ainda daremos

as mãos

para resgatarmos

aos nossos

caídos irmãos,

a fim de os

fazermos conosco dançar

na Loucura Do Um!









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