quarta-feira, fevereiro 17, 2010

As Poéticas Crônicas De Asin Du An No In - O Anjo Inominável Do Amor - Canto XXII


Aquele homem

e a sua mãe,

nus,

envelhecidos,

cabelos brancos,

em meio a um corredor

cheio de trevas,

salvos pelo Anjo

que derrama

O Verdadeiro Amor

pelas Esferas Da Criação,

estão de mãos dadas

com Ele

na Una Oração.

O Centro,

A Origem,

O Útero Primeiro

e demais Nomes

para Aquilo Que

Não Necessita

De Nome...

Filosofias,

religiões,

palavras,

quantas transitoriedades

para Aquilo

Que Permanece...

Espíritos,

diante daquele

homem,

diante daquela

mãe,

diante do

Anjo Que Sabe Amar

A Tudo E A Todos

Sem Interessar-Se

Por Nomes,

oram com eles

no Silencioso Som

Da União.

O Mundo Uno

não está fora,

está dentro,

O Pai Que É

Também Mãe,

O Criador Que É

Também Creador,

Acima De Tudo,

É O Brilho Mais Poderoso

Dentro De Cada Um

De Nós,

Seus Solares Filhos

Loucos Para Até Ele

Retornar.

Amor:

A Chave

Do Retorno.

Amor:

A Porta

Do Retorno.

Amor:

A Chance

Do Retorno.

Amor:

O Oceano

Do Retorno.

Amor:

A Vida

Do Retorno.

Amor:

O Tesouro

Do Retorno.

Amor:

O Espetáculo

Do Retorno.

Amor:

O Sol

Do Retorno.

Amor:

O Mundo

Do Retorno.

Simples se faz

O Retorno,

basta Amar

e buscar a unificação

para com

A Verdadeira Paz,

A Verdadeira Harmonia

E O Verdadeiro Equilíbrio.

A Verdadeira Paz

conquista-se

Amando.

A Verdadeira Harmonia

conquista-se

Amando.

O Verdadeiro Equilíbrio

conquista-se

Amando.

Difícil o

verdadeiramente

equilibrar-se

neste mundo?

Impossível o

verdadeiramente

harmonizar-se

neste mundo?

Distante o

verdadeiramente

pacificar-se

neste mundo?

Inexistente o

verdadeiramente

amar

neste mundo?

Olhem para

o mundo.

Olhem para

o vosso mundo.

Olhem para

o vosso

Interno Mundo.

Amem-se

primeiramente.

Amem

a todos os filhos

deste mundo,

vossos Irmãos

Em Unidade.

Amem

a todas as mães

neste mundo,

Pois

Toda Mãe

É A Maternal Voz

E Face

De Nosso Pai

Que Está

Dentro De Nós.

Amem

e batam as vossas

asas,

O Anjo Inominável

Do Amor

está à espera

de cada um de vós

em vossos

Internos Mundos

De Infinitas Moradas!

Amem

E

Orem!

Amem

E

Orem!

Amem

E

Orem!

Amem

E

Orem!

Amem

E

Orem!

Amem

E

Orem!

Amem

E

Orem!

Amem

E

Orem!

Amem

E

Orem!

A Oração

É O Amor

Mais Forte!

A Oração Oferece

As Amorosas Asas

Que Vencem

Todo Tipo

De Morte!

Vida,

Anjo Inominável

Do Amor!

Bata As Vossas Asas

E Ofereças

À Humanidade Terrestre

O Amor Do Mundo

Da Unidade!

Amor

Na Una Oração

Em Infinitíssima

Verbal Verdade!









terça-feira, fevereiro 16, 2010

As Poéticas Crônicas De Asin Du An No In - O Anjo Inominável Do Amor - Canto XXI


Sacudidas as minúsculas

parcelas sagradas

da Areia Cósmica,

O Anjo Inominável

Do Amor

contempla

A Ordem Do Todo

Automanifestado

Na Ordem Do Todo

Moldado.

Não há linguagem

para exprimir

na íntima material

linguagem

a ordenação dos átomos

e das moléculas

que,

quais equações da

Equação Cósmica,

desfilam diante

do meu Olhar

de Anjo Inominável

Caído

a narrar

A Inominável História

Do Amor

Na Criação.

Aos que ouviram

comigo,

nesta poética

narração,

à Trombeta Do Julgamento,

A Ordem Das Coisas

Automanifestadas

E Moldadas

parecerá aos comuns

humanos olhos

A Loucura Da Perfeição.

Afinal,

como narrar

A Absoluta Perfeição?

Afinal,

como não narrar

A Absoluta Perfeição?

Afinal,

A Absoluta Perfeição

não é mais do que

a Manifestação da

Una Totalidade

em ritmo de um

Bailar Cósmico

inacessível aos que

ainda não sabem

Dançar

na Baile Da Verdadeira

Divindade?

Mutável Tudo

Que Se Manifesta,

Imutável É

A Unidade,

O Baile Da Grande Dança

Eternamente

Comandante Da Ordem!

Loucura Divina,

Loucura Sagrada,

a mais sasdia

forma de Ser

no Pensamento Uno

que logicamente forma

a Criação

em Sã Roupagem!

Loucas Formas,

Loucas Estradas,

como não haveria

de ser

A Grande Loucura

a afirmadora da

Existência Daquilo

que nos faz

respirantes

e caminhantes?

Loucas Certezas,

Loucas Sendas,

A Sabedoria Una

conquista-se

quando a sanidade

da transitoriedade

e da permanência

apenas na corruptível

carne

é abandonada

à entrada dos

Portões Do Mundo

Do Espírito Da Verdade!

E O Amor,

A Loucura Maior,

A Loucura Una,

faz-me agora Ver

O Seu Anjo Inominável

de mãos dadas

com dois

Daqueles Que Ao Um

Retornarão

quando este mundo

de Trevas,

de Lágrimas

e de Dor,

Perfeito For!








segunda-feira, fevereiro 15, 2010

As Poéticas Crônicas De Asin Du An No In - O Anjo Inominável Do Amor - Canto XX



O Todo Silêncio

Se Faz.

O Tempo

Sai.

O Tempo

Vai.

O Tempo

Fica.

Ouve-se tudo

acima.

Ouve-se tudo

abaixo.

Ouve-se

O Nada Inexistente

na Criação.

O Raio Cai

No Tocar

Da Trombeta,

à esquerda

atingidas são

As Trevas,

As Lágrimas,

A Dor.

O Raio Ascende

No Tocar

Da Trombeta,

à direita

sobem em direção

ao Verdadeiro Criador

Do Som

E Do Silêncio

os que residirão

sublimes e felizes

na Nova Galiléia.

Assim Será,

O Verdadeiro Criador

encontra-se

no Silêncio

e abraça-nos

no Som.

Assim Será,

O Verdadeiro Criador

É O Silêncio,

O Verdadeiro Criador

É O Som.

O Amor

à direita

para os que

Ascendem até Ele

no Retorno!

O Amor

à esquerda

para os que

Caem mais baixo,

pois até os cegos

filhos da

Deusa Matéria,

corrompidos por Esta

Gigantesca Megera,

são ainda

Filhos Do Pai Do Amor!

O Amor

É O Grande Silêncio

Que No Dia Do

Último Julgamento

Abençoará

Os Mansos Leões

Que Se Elevarão

E Os Violentos Leões

Que Mais Cairão!

O Dia Do Último

Julgamento

anunciará

O Grande Dia Do Amanhã,

Seremos ainda

heterogêneos como Seres,

mas

Unidade

Na Unidade!

Retornaremos

Ao Verdadeiro Pai,

digo isto aos

Solares Filhos

Do Amanhã Uno!

Retornaremos

Ao Verdadeiro Criador,

digo isto aos

Trabalhadores Da

Una Hora!

E ainda daremos

as mãos

para resgatarmos

aos nossos

caídos irmãos,

a fim de os

fazermos conosco dançar

na Loucura Do Um!