As Poéticas Crônicas De Asin Du An No In - O Anjo Inominável Do Amor - Canto IX
Caminhar é segurar
nos profundos enredos
dos elementos d'alma
que conseguem ficar
em tudo
que ri,
em tudo
que chora.
Caminhar é poder
realizar longas danças
de pés descalços
nos palcos existenciais
realizadores plenos
do animado
e do que eternamente
anima.
Caminhar como
um Anjo Realizado,
um Alto Ser Que Apenas
Caminha Para Amar
E Por Amor,
é bater asas infinitas
que concedem às
almas aflitas
beijos de divinal calor
e divinais beijos
de amoroso calor.
Assim está a
Caminhar
O Anjo Inominável Do Amor,
Eremita dos humanos
sonhos d'amor,
Eremita das humanas
realidades d'amor,
Eremita das humanas
estradas d'amor,
Eremita das humanas
caminhadas d'amor.
Aos humanos que
queiram segui-Lo,
a vós que queiras
segui-Lo,
irmã,
irmão,
Caminhando como Ele
Caminha,
digo para serem tão
simples em todo
tipo de amor
quanto os passarinhos são
cantando pelas mãos
e os raios solares são
iluminando toda a terra
que beijam
com Amor De Alta Esfera.
Eremita Do Amor
É O Anjo,
Anjo de vestes douradas,
Anjo de pés descalços,
transformando espinhos
em seivas de compreensão,
transformando detritos
em licores de bençãos,
transformando descaminhos
em vinhos de libertação,
acariciando
A Rebelde Fortuna,
enriquecendo
na Serena Humildade.
Caminha,
Caminha,
Caminha,
O Anjo,
O Eremita Que
Ama!
Caminha,
Caminha,
Caminha,
O Anjo,
O Eremita Elevado
Do Amor!
Caminha,
Caminha,
Caminha,
O Anjo,
O Eremita Levando
Ao Amor
Que Quer Entre Todos
Caminhar!
Amar
E
Caminhar,
Humanidade!
Muito Amar
E
Muito Caminhar,
Humanidade!
Todo Amar
E
Todo Caminhar,
Humanidade!
Olhai Os Caminhos
Do Anjo
E Eremita!
Olhai Os Caminhos
Dele!
Olhai!
E,
frente a frente
à Roda Do Bom Amor,
pela qual Ele
Caminha,
Amem uma oração
que apenas silenciosamente
toda alma entoa
dela cativa.




















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