sábado, julho 04, 2009

As Poéticas Crônicas De Asin Du An No In - O Anjo Inominável Do Amor - Canto IX


Caminhar é segurar

nos profundos enredos

dos elementos d'alma

que conseguem ficar

em tudo

que ri,

em tudo

que chora.

Caminhar é poder

realizar longas danças

de pés descalços

nos palcos existenciais

realizadores plenos

do animado

e do que eternamente

anima.

Caminhar como

um Anjo Realizado,

um Alto Ser Que Apenas

Caminha Para Amar

E Por Amor,

é bater asas infinitas

que concedem às

almas aflitas

beijos de divinal calor

e divinais beijos

de amoroso calor.

Assim está a

Caminhar

O Anjo Inominável Do Amor,

Eremita dos humanos

sonhos d'amor,

Eremita das humanas

realidades d'amor,

Eremita das humanas

estradas d'amor,

Eremita das humanas

caminhadas d'amor.

Aos humanos que

queiram segui-Lo,

a vós que queiras

segui-Lo,

irmã,

irmão,

Caminhando como Ele

Caminha,

digo para serem tão

simples em todo

tipo de amor

quanto os passarinhos são

cantando pelas mãos

e os raios solares são

iluminando toda a terra

que beijam

com Amor De Alta Esfera.

Eremita Do Amor

É O Anjo,

Anjo de vestes douradas,

Anjo de pés descalços,

transformando espinhos

em seivas de compreensão,

transformando detritos

em licores de bençãos,

transformando descaminhos

em vinhos de libertação,

acariciando

A Rebelde Fortuna,

enriquecendo

na Serena Humildade.

Caminha,

Caminha,

Caminha,

O Anjo,

O Eremita Que

Ama!

Caminha,

Caminha,

Caminha,

O Anjo,

O Eremita Elevado

Do Amor!

Caminha,

Caminha,

Caminha,

O Anjo,

O Eremita Levando

Ao Amor

Que Quer Entre Todos

Caminhar!

Amar

E

Caminhar,

Humanidade!

Muito Amar

E

Muito Caminhar,

Humanidade!

Todo Amar

E

Todo Caminhar,

Humanidade!

Olhai Os Caminhos

Do Anjo

E Eremita!

Olhai Os Caminhos

Dele!

Olhai!

E,

frente a frente

à Roda Do Bom Amor,

pela qual Ele

Caminha,

Amem uma oração

que apenas silenciosamente

toda alma entoa

dela cativa.






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