domingo, junho 28, 2009

As Poéticas Crônicas De Asin Du An No In - O Anjo Inominável Do Amor - Canto VIII


A Balança

pende das mãos

de Princípios Opostos

que são,

Em Si Mesmos,

Irmãos.

A Balança

fala do Kosmos

e das Coisas

Nascentes,

Crescentes

E Em Transformação

No Kosmos.

A Balança

equilibra firme

As Essências,

As Consciências,

As Presenças,

O Espírito Da Verdade,

A Verdade Do Espírito.

Com Amor,

No Amor,

Plena Do Amor,

A Balança,

Nas Mãos

Da Justiça Universal

representa a própria

Força Do Amor

que move o equilibrado

Anjo Inominável Do Amor.

O Anjo,

voando pelo Kosmos,

contando com os Pratos

Da Balança

servindo-Se Dele

como Mesnageiro

Do Equilíbrio Cósmico,

espalha O Amor

Que Coroa Todo Ato

Pela Justiça Universal

Justificado.

Sem O Equilíbrio

Da Balança,

sem A Justiça

Equilibrante,

pautando uma

obra,

material

ou espiritual,

nada pode ocorrer.

Com A Justiça

vem O Amor,

Este Amor

capaz de mover

as mãos dos poetas,

as mãos dos escritores,

as mãos dos pintores,

as mãos dos escultores,

as mãos dos médicos,

as mãos dos enfermeiros,

as mãos dos bombeiros,

as maõs de todos

os artistas,

Artistas Da Verdadeira

Vida,

Os Verdadeiros

Messias,

Os Verdadeiros

Salvadores,

Verdadeiras

Mães,

Verdadeiros

Pais!

Pois,

O Supremo Juiz,

Aquele Manifestando

Uma Face

Da Unidade,

quando pousa

Suas Mãos

em um instrumento

de evolução

para a Humanidade,

eterniza o mesmo

a serviço

do Amor!

E O Anjo,

Mensageiro Dele,

inspira

aos Artistas

Da Verdadeira Vida,

que,

a serviço da Justiça,

constroem as suas

obras

consagradas pelo

Amor!

Justiça,

artistas do mundo,

Buscai A Justiça

Aliada Ao Amor

Nas Asas Do Anjo

Que Vos Toca

Com Louvor!

Todos são artistas

a seu modo,

todos que se dispõem

a agir,

conforme suas

humanas e não-humanas

funções,

a serviço do Amor!

Busquemos

A Justiça,

humanos artistas,

não-humanos artistas!

E O Amor

nos dará

todas as

obras-primas

que mais nos aproximarão

da Amorosa Unidade,

a qual É

A Pura Arte

Mais Desconhecida

Por Esta Humanidade!






quinta-feira, junho 25, 2009

As Poéticas Crônicas De Asin Du An No In - O Anjo Inominável Do Amor - Canto VII


O Carro segue

pela terrestre estrada,

Seu ocupante

bate as asas

douradas.

O Carro deixa

as marcas de Suas rodas

tanto no solo rachado

quanto no solo macio

da Terra.

O Carro toma

um rumo ativo,

sendo guiado

por dois cavalos

alados,

Garanhões Celestes

de pêlos dourados.

O Carro brilha

como o ouro

que na Terra

não há,

nunca houve,

nunca haverá.

O Carro possui

o odor das flores

silvestres todas

dos primaveris campos

e tal odor

explode n'alma

dos primaveris filhos

de douros campos.

O Carro vibra

a cada passagem

pelos terrestres terrenos,

as cavalgados dos

Garanhões a conduzi-Lo

fazem nascer

douradas árvores

que banhadas são

pela Amorosa Luz

Do Anjo Inominável

Do Amor

que é o passageiro uno

Dele.

Cavaleiro Do Amor,

Cavaleiro Da Paz,

Cavaleiro Da Flor,

O Anjo faz cair sementes

de Suas asas

pelo solo todo

que acima do Carro

percorre.

Que Carro

seria o do Anjo,

vós perguntais,

irmã humana?

Que Carro

seria o do Anjo,

vós perguntais,

irmão humano?

Que Carro

seria capaz

de fazer de simples

minúsculas sementes

grandes árvores

cheias de Amor,

pergunto a vós,

irmã humana,

irmão humano?

É O Carro Do Amor,

cujas rodas são sentidas

nos solos mais afáveis,

cujo brilho é visto

nos amorosos solos

mais infindáveis,

cujo peso é sentido

nos inumeráveis solos

mais inafundáveis.

A Amorosa Corrida

não cessa,

A Amorosa Corrida

não cansa,

de todos os Carros,

o do Amor transmite

a seiva que ama

a infinitude de bençãos

aos corações e almas

dos que plantam em si

profundas esperanças.

Lá vem

O Carro Do Amor,

vejam Ele

vindo ali,

vejam Ele

vindo de lá,

vejam Seu

brilho,

vejam Suas

rodas,

vejam Seus

Garanhões,

vejam O

Anjo

a ser mais um condutor

que atravessa todo

o terrestre solo

com o infinito ardor

que se implanta naqueles

que pedem um pouco

de Paz,

um pouco

de Amor!

Vês

O Carro,

humana transeunte

pelo terrestre solo?

Vês

O Carro,

humano transeunte

pelo terrestre solo?

Deixe-se atropelar

por Ele

e recebas em vós

todos os curadores

celestes amorosos remédios

para todas as vossas

lágrimas,

para todas as vossas

dores.







quarta-feira, junho 24, 2009

As Poéticas Crônicas De Asin Du An No In - O Anjo Inominável Do Amor - Canto VI


Há dois caminhos sutis

no Plano

Da Natureza,

um é o caminho

da sutileza dos atos,

outro é o caminho

da sutileza dos fatos.

Uma flecha aponta

para A Escolha,

A Escolha dentro

de cada um diante

da Natureza.

Os atos conduzem

tanto ao início

quanto ao fim.

Os fatos conduzem

tanto ao acima

quanto ao fundo.

A Escolha fica

na questão

de cada Ser

escolher pleno

se quer ser

ato

ou

se quer ser

fato.

No alto daquela montanha

de rosas cristalinas

beijadas por borboletas,

está O Anjo

apontando Suas flechas

para cada Ser

consciente

do seu Ser.

Com os pingos

dos Rios Do Amor

as flechas do Anjo

recebem nas pontas

o que move

cada humana alma

em direção

ao definidor Caminho

Da Escolha.

Há nuvem,

há tempestade

e há uma

Escolha,

Escolha que surge

nas horas de fadiga

de uma alma cansada

de nada

Escolher.

Passa-se n'alma,

nos solitários instantes

fatigantes

tanto as luzes

quanto as sombras,

pois é da qualidade

dos indecisos

a confusão

que deve ser desejada

para O Despertar.

Despertar

nas luzes,

Despertar

nas sombras,

Escolhendo,

enfim,

a Existencial Senda.

Quem pode acusar

apenas os de estarem

nas luzes

de serem os únicos

que podem

Ascender?

Quem pode acusar

todos os que estejam

nas sombras

de não serem capazes de

Ascender?

O Amor

não Escolhe

quando agir

e o seu único critério

é doar-se todo

aos que Escolhem

moldar seus passos

nos atos

e as suas caminhadas

nos fatos,

equilibrando-se

na Balança Cósmica.

Fontes d'água jorram

d'almas atingidas

pela flecha do Anjo,

que de Sua

Inominável Fronte

exibe O Selo Do Amor

na forma

de cem mil raios

infinitos

de cento e quatro

tons.

Girando o arco

e lançando

as flechas...

O Anjo

está girando

o arco

e lançando

Suas flechas!

Tua alma,

irmã humana,

já fostes atingida

por uma?

Tua alma,

irmão humano,

já fostes atingida

por uma?

Se tu Escolhestes

teu caminho,

nas luzes

ou nas sombras,

uma flecha do Anjo

que caça pelo Amor

encontra-se cravada

em vossa Alma.







segunda-feira, junho 22, 2009

As Poéticas Crônicas De Asin Du An No In - O Anjo Inominável Do Amor - Canto V


Há auroras neste mundo

de glórias

desconhecido pelo grosso

da Humanidade,

parcela de seres atados

ao inglório

da Desumanidade

em todas as suas

horas.

O mundo de glórias

é o mundo dentro

do Coração Do Amor,

Este que bate

ao ritmo da harpa

do Anjo a ser

O Guia Amado

Dos Amáveis Guias.

Mesmo propensos

a não baterem

seus corações

ao ritmo do

Anjo E Guia

Do Caminho Do

Coração Do Amor,

a Desumanidade recebe

um carinhoso tom

de silenciosas melodias

a beijar cada um

dos seus.

Com a pena trazida

do Lar Dos Altos Escritos

e com as folhas

do Livro Do Amor,

O Anjo E Guia,

pouco a pouco,

vai escrevendo

os desumanos corações

miríades de amorosas

estrelas acariciantes

de endurecidos eus.

Aos que estão

na harmonia decifrada

pelo angelical tocar

de Sua harpa,

O Anjo E Guia

envia Amorosas Legiões

De Querubins,

Sagrados

E Consagrados

Altíssimos Guerreiros

Do Amor.

Cada estrela,

amorosa estrela,

dos que estão

verdadeiramente humanizados,

vai brilhando e tocando

uma harpa de celeste realeza

confirmantes de suas

doces estradas.

A docilidade dos filhos

do Anjo E Guia

é qual uma leve brisa

que se apaixona

por todos os leves rostos

que beija com sua impulsão

de mãe delicadamente

apaixonante.

Apaixonados pela

Brisa Do Amor

são os filhos

do Anjo E Guia,

uma Paixão

dentro do Amor,

um Amor

dentro de

Infinito Amor.

Não há um,

dentre todos os filhos

do Anjo E Guia,

que desista

do Amar.

Não há um,

dentre todos os filhos

do Anjo E Guia,

que não saiba

Amar.

Não há um,

dentre todos os filhos

do Anjo E Guia,

que não dê

Amor.

Eles são os

peixinhos caridosos

do mundo,

nadantes no mesmo

Amor Mar

do Anjo E Guia,

Amoroso Mar Do Amor

guiado em Suas Ondas

pelo Seu

Anjo Inominável.

Peixinhos amantes

do Amor,

peixinhos nadantes

pelo Amor,

peixinhos,

humanos e desumanos,

próximo a todos vós

e prontos para guiá-lo

em direção

ao Amoroso Mar Do Amor.

Guiem-se por tais

Amorosas Ondas,

O Anjo E Guia

indica a amorosa praia

mais próxima.






domingo, junho 21, 2009

As Poéticas Crônicas De Asin Du An No In - O Anjo Inominável Do Amor - Canto IV


Sol de dominantes

amorosos planos

toma conta do firmamento

e seus raios convocam

Legiões De Anjos Solares

que tocam infinitas

harpas celestes

dedicadas ao Amor.

O Arcanjo Miguel

toca Sua harpa

ao lado do

Anjo Inominável

Do Amor,

juntos fazendo uma

ode celeste

ao Grande Pai,

que,

como A Grande Mãe,

é o mesmo

Rei Das Luzes

e o mesmo

Rei Das Trevas

Em Um,

Em Dois,

Em Três.

Os raios solares

reinam amorosamente,

a natureza toda acompanha

o som da harpa

do Arcanjo Solar,

o som das harpas

dos Arcanjos Solares,

o som da harpa

do Anjo Inominável Do Amor.

O Anjo,

protegendo com Sua

Amorosa Alta Melodia

O Grande Pai,

assenta-se no rochedo

da Montanha Maior

Da Terra,

regendo a orquestra

de solar feitura

tocando A Celeste Solar

Música.

O sol baila,

suas luzes tornam-se

amores tocantes

nas almas das mulheres,

nas almas dos homens,

nas almas das crianças,

nas almas dos idosos,

nas almas das Fadas,

nas almas dos Elfos,

nas almas dos Duendes,

nas almas das Luzes,

nas almas das Trevas.

Todo Matrimônio

Realizado,

sim,

nada está desligado

da Unidade

diante do Sol Do amor

que A Celeste Solar

Música

faz expandir-se

nos Planos pertencentes

a este mundo.

A Música vai

até as Luzes,

A Música vai

até as Trevas,

não há limites

para Sua Força,

não há barreiras

para Seu Poder,

não há como

não abraçar

os sóis contidos

e recheados de Amor

de suas notas

amorosas celestiais.

O Anjo,

O Anjo,

O Músico Do Amor,

une assim

as feras

e os pacíficos

de todas as espécies

conhecidas

e desconhecidas

da Terra.

O Anjo,

O Alto Músico,

Regente Da Orquestra Solar

Do Amor,

irradia em infinitas

coroas solares

A Essência Solar

Do Alto Amor,

impérios formam-se

assim,

imperadores formam-se

assim,

imperatrizes formam-se

assim,

Impérios

Do Amor,

Imperadores

Do Amor,

Imperatrizes

Do Amor!

Quereis Imperar,

humana irmã?

Quereis Imperar,

humano irmão?

Aceitem em vossas

coroas

A Alta Coroa Solar

Do Amor

e desejem brilhar

como sóis resplandecentes

de luzes celestes todas

dotadas plenamente

de Amor.

E toquem harpas

regidas pela amorosa luz

do sol.