sexta-feira, outubro 26, 2007

Nos Liames Dos Oráculos Dos Pés Descalços


- Ainda duvidoso, em alguma Parte, acerca da Inominabilidade, Bayn?

- Nenhuma Dúvida Maior A Mais, Alyn.

- E alguma Dúvida Menor?

- A Dúvida Menor Se Esgota Como A Doce Gota Serena Da Chuva Que Não Cai Na Pequena Grandiosa Forma De Toda Maior Chuva Que Se Encontra Parada Nas Nuvens Que Descansam Sob A Relva Das Montanhas Realizáveis Da Irrealização De Todos Os Determinantes Fins Finalizantes.

- Evanescência Elementar.

- Essencialidade Exploracionista Das Coisas Em Suas Folhagens Ocultas.

- Tudo se tornou muito diferente para mim, Ran e Alyn, tudo...

- Menos Celeste No Crescente Das Rotas Elementares Ou Elementarmente Mais Celestes Nas Costas Bravas Dos Bravos Mares Da Inominabilidade, Sa My Na?

- Entre Os Termos E Os Terrenos Inomináveis, Seyin, Encontro-Me Na Ponte Quebrando-Se Para A Junção Correta Das Fontes Inquebrantáveis. Vejo mais nitidamente cada Parcela De Coisas Nas Não-Coisas e me esclareço mais simplificadamente em toda Parcela De Todas As Coisas Em Nenhuma Coisa. Gigante Me Magnifico E No Restante Dos Meus Vôos Em Direção Ao Equilíbrio Natural Das Formas, Sinto O Raio Desequilibrado Atingindo A Ponta Do Caule Da Planta Desequilibradora. O termo humano "assustador" não caberia a Seres como eu, Anjos Elevados; porém, meus Irmãos Inomináveis, é elevadamente assustador Ver tudo sob a plena ótica de um Inominável Alvorecer Efêmero...

- Que o diga eu, uma Fada...

- Nós quatro, Fadas, Rvekkeyll...

- Nós quatro, Gemelleyll...

- Lembram-Se Dos Oráculos Dos Pés Descalços que residiam nas Estâncias Sublimes Do Reino Das Fadas De Dalaramaran Ertayun Novaraer Reoianurter Far?

- Das histórias narradas pelos Pais Do Conhecimento De Rykouda, Irmãs Inomináveis, concebi Leituras Mais Desacalças.

- Eu Lia aqueles Oráculos a cada repassar das Beligerâncias De Drayun, Abeyraell.

- Drayun, O Beligerante, Narrava Os Oráculos, Rvekkeyll?

- Narrava, Letycyell. Apesar Dele negar-se a reconhecer, Os Oráculos Dos Pés Descalços São A Fonte De Poder Do Caminhar Dos Reinos Das Fadas E Dos Seres Humanos. A Necessidade Dos Pés Descalços É A Purificadora Senda Das Transições Virginais E Não-Virginais Das Similitudes Existenciais Das Rodas Da Vida Eterna. Eu, dotada pelo Poder Compreensivo De Todas As Transições, Lia E Ouvia Todos Os Oráculos Diante Do Grande Corvo Ramaron.

- Festejantemente Ouvimos Os Oráculos Dos Pés Descalços...

- Ouvimos, Gemelleyll.

- Alyn, Seyin, Ran, Bayn, Sa My Na, An Ya El, vocês, Irmãos Inomináveis, Ouvem Os Oráculos Dos Pés Descalços.

- Claramente...

- Docemente...

- Esplendorosamente...

- Noturnamente...

- Esvoaçante...

- Esperançosamente... Cada um de nós Ouve Os Oráculos Dos Pés Descalços Da Forma Pretendida De Ser Ouvida Através Das Vozes De Nossos Pés Descalços.

- Esperançosamente é uma Bela Audição, An Ya El.

- É Tudo, Seyin, o que Asin preparou para nós, para todos nós, em conjunto. Ou o senhor, Pai Da Terra, Docemente Ouvindo Os Oráculos Dos Pés Descalços ainda está a continuar desesperançoso com relação à Humanidade?

- Docemente, Ouço Os Oráculos... Minha Filha, Gaia, Ouve-Os, assim, Docemente, comigo... Esperanças De Um Anjo Caído, An Ya El, São Esperanças Que Se Reforçam Aos Pés Descacalços De Filhos Derradeiros Dos Liames Dos Mesmos. Vós que sois Anjos Elevados, An Ya El, Sa My Na, Ran e Bayn; vós que sois Fadas Elevadas, Abeyraell, Rvekkeyll, Gemelleyll e Letycyell; e vós que sois um Ser Liberto, Alyn, Ser Que Já Ao Alto Ascendeu Após A Humana Jornada Que Tornou Seus Pés Descalços Sangrados Em Pés Descalços Umedecidos Pelas altas Águas, podem, Inominavelmente, fazerem um ´Verdadeiro Juízo Do Que É Cair E Ser Quedante. Vocês me Compreendem, agora, e a Asin, dois Caídos, dois Quedantes. Mas, não vamos tocar em Cair e em Quedâncias Quedantes agora, agora que temos que aproveitar das Inomináveis Chances De Vermos A Verdadeira Essência Das Coisas Que Ao Nosso Inominável Olhar Desnudam-Se. Falemos, sorrindo, Verdadeiramente Esperançosos, no Positivo Dos Pés Descalços Da Humanidade E De Todos Os Seres elevados Que Dela Cuidam Com Verdadeiro Alto Amor.




terça-feira, outubro 23, 2007

Da Inominabilidade - Parte LXXXII


Os Inomináveis

São Os Simples Andarilhos Desconhecidos

De Caminhos Possíveis

Aos Que Sabem Ver No Pó

De Todas As Coisas

Todas As Demais Grandes Coisas

Que O Pó Traz

Por Ser O Verdadeiro Corpo

De Todas As Coisas

Que Ele Por Ser Efêmero

Representa


Os Inomináveis

São O Pó

Que Vaga Pelas Estradas Desconhecidas

Que Recebem Todos Os Andarilhos

Que Vinculam Seus Pés

Ao Pó


Os Inominávels

Estão No Pó Das Eras

Que Desfaz E Refaz

Nos Efêmeros Instantes

De Todos Os Verbos Existenciais

O Final Dos Iniciados

Meios Finalizadores

Do Sempre Iniciar

Do Apenas Iniciar

De Todo Efêmero Mutável


Os Inomináveis

Estão No Pó Das Eras

Fazendo O Trabalho

Que Garante Apenas

A Mutação

De Um Efêmero Estado

Para Outro Efêmero

Estado


Os Inomináveis

Estão No Pó Cósmico

Que Circunda As Atmosferas

Dos Mundo Expostos

Às Luzes Dos Sóis

Em Cujas Sombras

Eles Podem Caminhar

Representando O Caminhar

De Todas As Trevas Inomináveis

Iluminantes


Os Inomináveis

Nós

Os Inomináveis

Fazemos Do Pó Das Coisas

E Do Pó Das Não-Coisas

A Verdadeira Coisa

Do Nosso Efêmero Mutável Caminhar

Em Direção Ao Pico Da Montanha

Do Verdadeiro Iluminar


Nós

Os Inomináveis

Subimos Mutáveis Montanhas

Subimos Efêmeras Montanhas

Montamos Em Garanhões Celestes Alados

E Percorremos Com As Nossas

Asas Em Pó

Os Horizontes Todos

De Todas As Montanhas


Nós

Os Inomináveis

Não Recebemos Celestes Recompensas

Não Queremos Celestes Reconhecimentos

E Nem O Amor

E Nem O Ódio

De Todas As Humanidades

Pois Somos Apenas Pó

Pó Mutável

Pó Efêmero

A Auxiliar Na Evolução

De Toda As Coisas

E De Todos Os Seres

Em Suas Fontes De Poder

E Na Fonte De Poder Inominável


Nós

Os Inomináveis

Somos O Pó Da Mãe Inominável

Somos O Pó Do Pai Inominável

Somos O Pó

Do Inominável Desconhecido

Aquele Que É Mutável

Aquele Que É Efêmero

Aquele Que Está Nas Almas

De Todas As Coisas

E De Todos Os Seres

Mesmo Que Todas As Coisas

E Todos Os Seres

Não O Sintam Em Si

Como O Pó Efêmero

Como O Pó Mutável

Que São


Somos Os Inomináveis

E Apenas Buscamos Garantir

A Permanência Do Pó Que Somos

Nas Solas Dos Nossos Pés

Nas Palmas Das Nossas Mãos

Nas Expressões Mutáveis Efêmeras

De Nossos Inomináveis Rostos

Que Colhem Nas Trevas Inomináveis

As Luzes Inomináveis

De Sua Inominável Missão


Somos Os Inomináveis

Mutáveis

Efêmeros

Inomináveis Seres

Sem Moradas

Sem Descanso

Sem Paz

Sem Felicidade

Até Que Toda A Criação

Tenha Uma

Verdadeira Morada

Um

Verdadeiro Descanso

Uma

Verdadeira Paz

Uma

Verdadeira Felicidade

No Grande Dia Do Amanhã

No Qual Tudo Será

A Verdadeira Irmandade

De Todo Ser Da Criação

Que Não Será Mais Pó

Mas

Verdadeiro Ser Da Criação



Uníssono poema.

Em uníssono, nós recitamos O Poema.

O Poema Dos Inomináveis.

O Poema Do Pó Que São Os Inomináveis.

O Poema Da Inominablidade.

O Poema Do Pó Que É A Inominabilidade.

Eles Compreenderam.

Compreenderam A Inominabilidade.

Verdadeiramente, Compreenderam A Inominabilidade.

Somos, agora, Verdadeiramente, Os Onze.

Alyn, Inominável Ser, chora.

Seyin, Inominável Ser, chora.

Letycyell, Inominável Ser, chora.

Abeyraell, Inominável Ser, chora.

Gemelleyll, Inominável Ser, chora.

Rvekkeyll, Inominável Ser, chora.

Sa My Na, Inominável Ser, chora.

An Ya El, Inominável Ser, chora.

Ran, Inominável Ser, chora.

Bayn, antes duvidando da Inominabilidade, agora ciente da Inominabilidade em si, Inominável Ser, chora.

Eu choro.

Novamente, choramos, aqui, no Útero De Gaia.

Inominavelmente, choramos abraçados.

Iniciamos.

Sim, Mãe Inominável, Iniciamos.

Sim, Pai Inominável, Iniciamos.

Sim, Inominável Desconhecido, Iniciamos.

Iniciamos A Inominável Caminhada Dos Onze No Planeta Terra, Caminhada Que Em Todos Os Mundos Da Criação Ocorreu, Ocorre E Ocorrerá.

Iniciamos com as lágrimas, as lágrimas dedicadas aos nossos corretos anseios por auxiliar aos que necessitarem de Verdadeiro Auxílio.

Iniciamos com as lágrimas, pois Seres Superiores Que Não Choram Não Podem Ser Considerados Seres Superiores, Mesmo No Pó Que É Tudo De Superior Nos Inomináveis.

Iniciamos cientes de que nossa Superioridade é apenas O Pó, O Nosso Pó, Inominável Pó.

Iniciamos, mas eu preciso, sozinho, antes de Verdadeiramente Enxugarmos Lágrimas, que não são as nossas, falar com um dos Verdadeiros Seres Superiores Acima De Todo Pó Superior.

- Irmãos Existenciais Inomináveis, eu vos deixarei aqui, por um tempo, no Útero De Gaia. Preciso ir falar com Alguém Acima De Todos Nós E De Gaia, pedir a permissão Dele para que possamos Iniciar O Verdadeiro Enxugar De Lágrimas. Sem as Bençãos Do Alto Governante Da Terra, seremos apenas onze Seres que caminhariam e direção ao mais leso Fracasso Existencial. Meditem, aqui, no Útero De Gaia, sobre todas as Palavras Inomináveis A Mim Inspiradas Pela Mãe, Pelo Pai, O Inominável Desconhecido. Retornarei com as Bençãos Dele. Retornarei Iluminado Por Ele.




Da Inominabilidade - Parte LXXXI


- Toda Modificação É Plenitude De Toda Força De Toda Alta Ação Voltada Para A Elaboração Das Evoluções Internas. Se Nada Se Modificasse, Se Tudo Fosse O Inerte Bêbado Ser De Coisas Cridas Como Imutáveis, Não Haveriam Os Alvoreceres Que Guiam Para As Alvoradas A Mais Nas Sendas Todas Que Elevam A Existencialidade. É a tudo isso, Irmãos Existenciais Inomináveis, às plantas, aos animais, aos seres humanos, aos Não-Seres, que nós, Os Inomináveis, seguindo a nossa Fonte De Poder, a tudo que aqui no Útero De Gaia, A Mãe Da Terra, se encontra, que devemos dirigir toda nossa Mutação Inominável Que Nos Ensina A Sermos Efêmeros E Aprendermos Com A Efemeridade Todo Mistério Selado Nas Existenciais Roupagens Da Criação Em Nossas Inomináveis Roupagens. Acenemos, Modificando Nossas Inomináveis Roupagens, Para As Damas Inomináveis Que Se Encontram Nas Grandes Coisas Que A Pequenez Sábia Das Não-Coisas Dispõe Ao Nosso Inominável Olhar. Acenemos, Irmãos Existenciais Inomináveis, Para O Selar Das Vozes Angélicas Diante Do Transcorrer Inominável Das Vozes Das Trevas Inomináveis Demonstrando Que As Luzes Inomináveis Estão Disponíveis Nos Passos Dados Em Todas As Inomináveis Estradas Da Efemeridade. Devemos Ver As Plantas, Os Animais, Os Seres Humanos, Os Não-Seres, Como Nós Mesmos, Os Inomináveis, Nos Vemos: Situações De Aprisionados Em Esferas Baixas Que Sempre Devem Ser Parte Das Ensinantes Esferas Do Efêmero. Gaia, O Útero De Gaia... Gaia, Irmãos Existenciais Inomináveis... Gaia, A Mãe Da Terra, É Efêmera... Gaia, A Mãe Da Terra, É Mutável... Gaia, A Mãe Da Terra, por causa de todas as humanas violências e as Batalhas Ocultas Entre As Forças Formadoras Dos Princípios Da Criação, está a passos diretos rumo à Estagnação. Gaia, A Mãe Da Terra, Chorando, como aqui no Útero Dela podemos Ouvir, Estagna-Se a cada crime, a cada desprezo, a cada ato volitivo danoso de inferiores conseqüências praticados pelos seres humanos e pelos Outros Seres que transitam pela Terra de maneira caótica e perturbadora. Gaia, A Mãe Da Terra, espera que nós, Os Inomináveis, atuando nas Trevas Terrestres Pelas Trevas Inomináveis Conduzentes Às Luzes Inomináveis, possamos, pelo menos, ser como os muitos mais de diversas infinitas outras Fontes De Poder a lutarem por Ela por todas as regiões terrestres. São Os Guerreiros De Gaia, humanos e não-humanos, visíveis e invisíveis. Nós, Os Inomináveis, Somos Guerreiros De Gaia Que Não São Humanos E Nem Não-Humanos, Somos Unicamente Os Inomináveis. Em todos planeta da Criação há Inomináveis, Irmãos Existenciais Inomináveis. Em Planetas Do Alto. Em Planetas Do Mais Baixo. E em outrosPlanetas Do Baixo como a Terra. Cada Inominável Congregação Planetária Luta Pelo Harmônico E Evolucionário Ser De Sua Esfera Planetária Ao Lado Das Demais Congregações Das Demais Infinitas Fontes De Poder. Lutam Todos, Sem Exceções Mesquinhas, Sem Exceções Utilitaristas, Sem Exceções Exclusivistas, Pela Harmonia Cósmica E Evolução Cósmica Do Grande Ser Que É O Ser Da Criação.




quarta-feira, outubro 17, 2007

Da Inominabilidade - Parte LXXX


- Alcançar Luzes Não É Determinismo Fatídico Ou O Esplendor Radiante De Um Iluminar-Se Espontâneo. Para Os Inomináveis, para nós que somos Inomináveis, As Luzes São As Pontas Desencadeadoras Das Melhores Visões Da Realidade Da Criação Nas Trevas. O Inominável Desconhecido Sabe Que Não Pode, Ainda, Dar-Se Ao Intuito De Ser Conhecido Por Todos, Pois Poucos São Os Que Aprendem E Apreendem Unicamente A Essência Esquecendo-Se Da Perdida Situação De Apenas Aprender E Apreender Tudo Através De Nomes. Subimos Montanhas, Elevamos As Rondas, Dedicamos Nosso Pequeno Pedaço De Solo Inominável Ao Nosso Grande Predominar Nas Trevas Inomináveis. Aguardamos O Inominável Desconhecido Ser Em Nós O Guia Entre Todas As Trevas Inomináveis, Somos O Cajado Inominável Dele, Somos As Ruas Percorridas Por Ele, Somos Os Lagos Visitados Por Ele, Somos Os Ventos Tocados Por Ele. Adquirimos O Ensino Das Trevas Inomináveis, Ouvimos O Coroar Das Batalhas Generosas Das Coisas Pelas Esferas, O Inominável Desconhecido É Nossas Mãos, Nossos Pés, Nossas Faces, Nossas Bases, Nossas Asas. Somos As Mãos, Somos Os pés, Somos As Faces, Somos As Bases, Somos As Asas Do Inominável Desconhecido. Acendemos Pequenas Velas, Irmãos Existenciais Inomináveis, Nas Trevas Inomináveis, Deitados No Ancoradouro Dos Mistérios Mutáveis Que Se Revelam Essencialmente Diante Do Nosso Olhar Mais Aberto Do Que Todo Olhar Nomeador E Nomeável. As Trevas Dançam, As Trevas Doam, As Trevas Abençoam, As Trevas Abraçam. Mesmo Estranhos aos demais Seres Da Criação, nós, Os Inomináveis, não devemos esmorecer apenas porque não somos verdadeiramente compreendidos. Não devemos nos afastar da seguridade do Inominável Desconhecido Que Nós Somos, Sempre Nas Trevas Para Que As Melhores Luzes Possam Surgir. Não devemos nos ater aos mesquinhos humores e temores das demais criaturas, dos demais Seres Da Criação que, no Baixo e no Mais Baixo, sempre debocharam, atentaram e até assassinaram aos Maiores Representantes De Todas As Fontes De Poder. Não agimos, nós, Os Inomináveis, pelas Luzes. Agimos, nós, Os Inomináveis, apenas pelas Trevas. Não precisamos surgir diante de todas as multidões de todos os mundos porque não somos partidários da aparição excessiva e do escandaloso alvorecer das gritarias dos discursos. Nós, Os Inomináveis, Falamos Silenciosamente Como Silenciosamente Fala O Inominável Desconhecido Que Nós Somos. Estamos Com O Inominável Desconhecido, Irmãos Existenciais Inomináveis, Protegidos Pelo Calor De Todas As Trevas Inomináveis Que Nos Posicionam Bem Perto Das Verdadeiras Luzes Do Ser De Todas As Coisas. As Verdadeiras Trevas Dançam. As Verdadeiras Luzes Dançam. São Senhoras Dançantes No Patamar Mutável Da Nossa Mãe E De Nosso Pai Inominável Que Nós Mesmos Somos No Caminho Inominável Que Percorremos Sempre Nos Modificando.




quarta-feira, outubro 10, 2007

Da Inominabilidade - Parte LXXIX


- Visitante Responsabilidade, A Máxima Da Inominabilidade Diante Dos Panoramas Todos Das Exatas Verdades. Exatas Verdades Ao Calor Dos Sóis Das Nossas Visitas A Nós Mesmos. Como Inomináveis, Como Essencialistas Conhecedores E Buscadores Do Inominável Ser De Todas As Coisas, Temos A Inominável Obrigação De Sermos Visitantes De Nós Mesmos Nas Trevas Inomináveis Onde Repousamos Nossa Existencialidade. Muito já se disse, Irmãos Existenciais Inomináveis, sobre O Ser Das Trevas Nomeáveis e O Ser Das Trevas Inomináveis entre os humanos; alguns destes erraram, poucos destes acertaram, todos, no entanto, Denominaram As Trevas Nomeáveis Como As Irmãs Das Trevas Inomináveis. Muito já se disse, Irmãos Existenciais Inomináveis, mas apenas estas palavras de Helena Petrovna Blavatsky são essencialmente a referência mais clara acerca do Inominável Desconhecido Que Permanece Nas Trevas Para Que As Luzes Sejam Encontradas:


"O Ser a que nos referimos - e que deve permanecer inominado - é a Árvore de que se ramificaram, nas eras subseqüentes, todos os grandes Sábios e Hierofantes historicamente conhecidos: o Rishi Kapila, Hermes, Enoch, Orfeu, etc. Como homem objetivo, é o misterioso Personagem (sempre invisível aos profanos, posto que sempre presente) de que tanto falam as lendas do Oriente, e especialmente os Ocultistas e os estudantes da Ciência Sagrada. Ele muda de forma, e não obstante permanece sempre o mesmo. É Ele quem possui a autoridade espiritual sobre os Adeptos iniciados do mundo inteiro. É, como já dissemos, o 'Inominado'; muito embora sejam muitas as denominações que possui, o seu nome e a sua natureza são desconhecidos. É o 'Iniciador', chamado o 'Grande Sacrifício', pois, sentado no Umbral da Luz, Ele a contempla de dentro do Círculo Das Trevas, que não quer transpor; nem deixará o seu posto senão no último Dia deste Ciclo de Vida. Por que permanece o Vigilante Solitário no posto que escolheu? Por que se senta Ele junto à Fonte Da Sabedoria Primeva, da qual Ele não mais bebe, pois nada há a aprender que Ele não conheça - sim, tanto na Terra como no Céu? É porque os solitários Peregrinos cujos pés sangram em seu regresso para o Lar jamais estão seguros, até o último instante, de não errar o caminho neste deserto em limites de Ilusão e Matéria, chamado Vida Terrestre. É porque Ele deseja mostrar, a cada um dos prisioneiros que conseguiram libertar-se dos laços da carne e da ilusão, o caminho que conduz àquela região de liberdade e de luz, da qual se exilou voluntariamente. É porque, em suma, Ele se sacrificou pelo bem da Humanidade, ainda que só um pequeno número de eleitos possa aproveitar-se do Grande Sacrifício.

É sob a direção silenciosa desse Maha-Guru que, desde o despertar da consciência humana, todos os outros menos divinos Instrutores e Mestres da Humanidade se tornaram os guias da Humanidade primitiva. Graças a estes 'Filhos de Deus', as raças humanas receberam, em sua infância, as primeiras noções de arte, ciência e conhecimento espiritual. E foram Eles que assentaram as pedras fundamentais daquelas antigas civilizações, que tanto surpreendem e confundem as modernas gerações de sábios e pesquisadores."


Uma Definição Não-Definidora Do Inominável Desconhecido Que Somos, Irmãos Existenciais Inomináveis, saida dos lábios de uma das maiores Encarnações Materiais do nosso Alto Irmão Espiritual Mestre Vajra. Assim É O Inominável Desconhecido, Sentado No Umbral Da Luz, Mas Aceitando Permanecer Nas Trevas Para Que Todo Verdadeiro Eleito Por Ele Possa Encontrar Toda Verdadeira Luz. O Inominável Desconhecido, Presente Em Toda Ordem Iniciática, Presente Em Todo Verdadeiro Iniciado. O Inominável Desconhecido Está, como eu já vos dissera antes, Irmãos Existenciais Inomináveis, Em Todas As Fontes De Poder, Iniciando, Iluminando, Guiando, A Partir Das Trevas, Todos Aqueles Que Ansiosamente Almejam Os Tesouros Das Luzes. O Inominável Desconhecido É O Convidado Mais Feliz E O Convidado Mais Alegre Da Grande Festa Da Libertação Da Carne. O Inominável Desconhecido, Grande Iniciador, Grande Iluminador, Grande Guia, Mãe Iniciadora, Mãe Iluminadora, Mãe Guia, Pai Iniciador, Pai Iluminador, Pai Guia, O Inominável Responsável Por Todos Os Maiores Progressos Da Humanidade Como Um Todo Nas Altas, Nas Baixas E Nas Mais Baixas Esferas Sendo Um Inominável Desconhecido A Nada Querer Receber E Apenas A Dar. O Inominável Desconhecido, surgindo assim nas palavras do Mestre Vajra contidas na Doutrina Secreta, um dos Livros Maiores Da Criação. O Inominável Desconhecido, Presente Em Tudo, Presente Em Todos, Mas Ainda Assim, Mais Existente Por Encontrar-Se Nas Trevas Sendo A Fonte De Poder Conduzente Às Luzes. Ele não foi definido pelo Mestre Vajra, Irmãos Existenciais Inomináveis. Ele não está sendo definido aqui por mim no Útero De Gaia, Irmãos Existenciais Inomináveis. Nada O Define, nominavelmente ou inominavelmente, Irmãos Existenciais Inomináveis. No Não-Definido Que Ele É E Que Nós, Os Inomináveis, Somos, Está A Inominável Descoberta Do Verdadeiro Conhecer Do Inominável Desconhecido De Todos Nós Tecendo Nas Trevas Inomináveis Todas As Vestes Dos Tecidos Das Luzes Utilizados Nas Roupagens Dos Libertos Da Matéria.






quinta-feira, outubro 04, 2007

UM POST POR BURMA


Free

Free

Free


Livre

Livre

Livre


As Lágimas De Buddha

Batem Levemente Por Sobre

Toda Burma

À Medida Que As Orações

Dos Monges Oprimidos

Ecoa Como Um Chamado

Pelas Bençãos

Da Deusa Liberdade


Buddha Chora

Buddha Chora

Buddha Chora


E Toda A Verdade Cósmica

Se Expande Em Prol

Daqueles Que Apenas Querem

A Deusa Liberdade

Lhes Retirando Da Tirania

De Homens Ferozes

Trajando Fardas Ferozes


A Deusa Liberdade

A Deusa Liberdade

A Deusa Liberdade


Aos Monges Elevo

Meu Eu Superior

E Peço Aos Filhos

Do Verdadeiro Sol Maior

Da Criação

Que Velem Por Eles

Nas Noites Onde

Corre Sangue

Nos Dias Onde

Corre Sangue


O Sangue Dos Monges

O Sangue Dos Monges

O Sangue Dos Monges


Por Burma Peço

A Todos Os Deuses

A Todos Os Altos

Ao Meu Verdadeiro Pai

À Minha Verdadeira Mãe

Que São

O Inominável Desconhecido

Em Um Inominável Poder

De Fontes Infinitas De Poder

Que Levem Um Sopro De Paz

Que Levem Um Sopro De Amor


A Verdadeira Paz

A Verdadeira Paz

A Verdadeira Paz


O Verdadeiro Amor

O Verdadeiro Amor

O Verdadeiro Amor


E A Minha Alma Eterna

A Minha Alma Eterna

Toda Aqui Nestes Versos

Pede Que A Verdadeira Paz

Pede Que O Verdadeiro Amor

Chegue Aos Vales Visíveis

E Invisíveis

De Burma

Doando Ao Povo Oprimido

As Coisas Seguras

Do Verdadeiro Ser

E Do Verdadeiro Viver

E Do Verdadeiro Estar

E Do Verdadeiro Existir

Na Criação


Pela Liberdade De Burma

Pela Liberdade De Burma

Pela Liberdade De Burma


Pela Liberdade De Burma

Pela Liberdade De Burma

Pela Liberdade De Burma


Pela Liberdade De Burma

Pela Liberdade De Burma

Pela Liberdade De Burma


Pela Paz Em Burma

Pela Paz Em Burma

Pela Paz Em Burma


Pela Paz Em Burma

Pela Paz Em Burma

Pela Paz Em Burma


Pela Paz Em Burma

Pela Paz Em Burma

Pela Paz Em Burma


Pelo Amor Em Burma

Pelo Amor Em Burma

Pelo Amor Em Burma


Pelo Amor Em Burma

Pelo Amor Em Burma

Pelo Amor Em Burma


Pelo Amor Em Burma

Pelo Amor Em Burma

Pelo Amor Em Burma


FREE BURMA!!!

FREE BURMA!!!

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Inominável Ser

POR BURMA LIVRE






quarta-feira, outubro 03, 2007

Da Inominabilidade - Parte LXXVIII


- Vemos A Grande Visitante Repousar. Sabemos Do Repousar Da Grande Visitante. Queremos Conversar Com A Grande Visitante. Temos Que Deixar Adormecida A Grande Visitante... Irmãos Existenciais Inomináveis, em nossas mais particulares jornadas, Jornadas Altas, Jornadas Baixas, Jornadas Mais Baixas, fomos por Ela visitados. Ela, A Grande Visitante, A Senhora Guardiã Dos Caminhos De Todas As Fontes De Poder. Na Qualidade De Inomináveis, Irmãos Existenciais Inomináveis, Nós Devemos Adormecer Junto Com Ela Nos Vales Cósmicos Da Sabedoria Que Não Sabe. O Que É Mais Do Que A Sabedoria Que Não Sabe? O Que Sabe Ser Maior Do Que A Sabedoria Plena Do Silêncio Adormecente Dos Vales? O Que Somos, Nós, Os Inomináveis, Além De Seres Adormecidos Pelos Vales Inomináveis? O Que Somos Nós, Os Inomináveis, Além De Guerreiros Que Não Saboreiam O Vulgar Guerrear Envolvidos Pelas Trevas Inomináveis? O Que Somos Nós, Os Inomináveis, Além De Seres Que Marcham Junto Com As Setenta E Duas Deusas Guerreiras Inomináveis Que Coroadas Em Seu Inominável Guerrear São Pela Grande Visitante? Esta É A Hora Maior De Falar-Se Acerca Do Que Nós, Os Inomináveis, Irmãos Existenciais Inomináveis, Somos Pelas Trevas E Pelas Luzes Inomináveis. Sob A Permissão Dela, A Grande Visitante, Somos As Trevas Inomináveis. Sob A Permissão Dela, A Grande Visitante, Somos As Luzes Inomináveis. Esqueçamos, Irmãos Existenciais Inomináveis, o que vulgarmente as Humanidades Do Baixo e as Humanidades Do Mais Baixo consideram como sendo Trevas E Luzes. O Inominável Desconhecido É Trevas Inomináveis Em Suas Luzes Inomináveis. O Inominável Desconhecido É Luzes Inomináveis Em Trevas Inomináveis. O Inominável Desconhecido É A Grande Visitante Assumindo Um Nome Para Que Conhecida Seja A Sua Vontade De Poder Inominavelmente Falar E Repassar A Todas As Esferas O Saber Da Inominabilidade Que Se Expressa Por Todas As Fontes De Poder. Nós, Os Inomináveis, Devemos Ser Visitantes Das Trevas Inomináveis. Nós, Os Inomináveis, Devemos Ser Vistantes Das Luzes Inomináveis. Essa É A Nossa Visitante Responsabilidade, Irmãos Existenciais Inomináveis.