quinta-feira, setembro 27, 2007

Da Inominabilidade - Parte LXXVII


- Verdadeiras Responsabilidades Equivalem Ao Alcance Da Verdadeira Meta De Toda Senda De Verdadeiros Caminhos Realizáveis Diante Dos Altares Cósmicas Das Altas Metas Reais Da Existencialidade. Verdadeiras Responsabilidades E Verdadeiras Formas De Admissão Da Maior De Todas As Responsabilidades, Que É A De Ser O Que É Desde O Sempre Do Ser, Somatiza Todas As Formas E Fórmulas Mutabilizantes Da Interna Realidade. Somatizar, Alcançar O Benefício Do Somatizar, Alcançar A Balança Das Verdadeiras Energias Do Inominável Ar, Responsabilidade Dos Que Espelham-Se Nas Dores Contidas Nas Imensas Cores Do Grande Mar. Somatizar, Alcançar O Benefício Do Somatizar, Aliar-Se Ao Grande Arco Das Coisas Que Se Expandem Nas Superfícies Do Verdadeiro Cósmico Lar. Somatizar, Alcançar O Benefício Do Somatizar, Realizar-Se No Buscar O Imenso Patamar Das Terras Que Correm Na Imensa Mansidão Das Imensidões Dos Ocultos Anciães Dos Dias. Somatizar, Alcançar O Somatizar, Expandir-Se Na Estrada Formidável Das Senhoras Formas Das Casas Que Se Inominabilizam Ao Toque Dos Residentes Inomináveis Que Nela Residem. O Somatizar, Alcançar O Somatizar, É A Meta Da Inominabilidade Que Se Torna A Responsabilidade Da Inominabilidade. As Responsabilidades, nossas Responsabilidades, nossas, Irmãos Existenciais Inomináveis, Residem Nas Casas Que Se Encaminham Para O País Das Inomináveis Auroras Dos Verdadeiros Mutáveis Desprendimentos. A Inominável Senhora Do Grande Sol Das Sendas Reinantes Nos Raios Que Caem E Ascendem E Se Mutabilizam Ao Toque Do Solo Das Verdadeiras Correntes Vitais Nos Abraça Cada Vez Que A Efemeridade Em Nossas Caminhadas Inomináveis Nos Torna Senhores Dos Grandes Sóis Internos Nossos. Somos Inomináveis Sóis Responsáveis Pelas Nossas Próprias Auroras E Crepúsculos Em Nossos Inomináveis Internos Horizontes. Somos Inomináveis Sóis, Brilhamos Nas Auroras Da Inominabilidade, Brilhamos Nas Janelas Do Crepúsculo Das Auroras A Mais Da Inominabilidade. Somos Inomináveis Sóis, Nós, Os Inomináveis, Somos, Como A Centelha Responsável Pelo Brilho Dos Maiores E Dos Menores Sóis Que Se Modificam Pelos Dias Que Não São Conhecidos Por Todos Os Dias Cósmicos Conhecidos E Desconhecidos. Brilhar Como Verdadeiro Sol É Inominavelmente Iluminar A Responsabilidade Nossa Para Com A Seguridade Mutável Da Inominabilidade. Brilhemos, Irmãos Existenciais Inomináveis, Nessa Responsabilidade. Brilhemos, Irmãos Existenciais Inomináveis, Em Todas As Inomináveis Responsabilidades Inomináveis.




quarta-feira, setembro 19, 2007

Da Inominabilidade - Parte LXXVI



- O Fogo Queimando A Roda Dos Ciclos Vitais Da Existencialidade. O Fogo Queimando A Cósmica Verbalidade Das Coisas Que Giram Transcendentalmente No Ser Maior De Todas As Coisas. O Fogo Queimando O Fogo De Si Mesmo Na Aurora Fátua Das Coisas Que Não Podem Receber Um Nome. O Fogo Queimando A Virtude Real Das Lanças Dispostas No Totalizado Caminho Real De Todas As Coisas. O Fogo, O Fogo Inominabilizante Dos Inomináveis, Fogo Da Essência, Fogo Da Inessência Revelando-Se Nas Parcelas De Todas As Essências Reais, Fogo Do Fogo Essencial Da Inominável Senda Do Verdadeiro Poder Essencial. Os Inomináveis São Fogo. Os Inomináveis São Fogo Cósmico Temperando A Refeição Das Coisas Próximas Ao Verdadeiro Tempero Que É O Tempero Saboroso Que Revela A Qualidade De Toda Verdadeira Alimentação Saboreada. Os Inomináveis Alimentam-Se Do Alimento Verdadeiro, O Alimento Fátuo Inominável, Constituido Pela Maça Que Não Cai Da Árvore Da Verdadeira Vida E Pela Folha Que Efêmera Se Faz Para A Mutação Da Árvore Existencial Do Todo. O Alimento Fátuo Inominável Também É A Rosa, A Verdadeira Rosa, A Rosa Inominável Colhida No Jardim Cósmico Inominável. A Rosa, O Fogo, A Roda Fátua Das Rosas Fátuas, O Fogo Rodopiando Nas Rosas Do Jardim Cósmico Inominável. Os Inomináveis, Irmãos Existenciais Inomináveis, Devem Colher O Fogo Da Rosa E A Rosa Do Fogo, Alimentando-Se Do Cair Das Pétalas Antigas De Outras Rosas E Do Erguer Das Pétalas Novas De Nenhuma Rosa. Alimentados Inominável Cair E Erguer Das Rosas Inomináveis Na Rosa Inominável. Devemos, nós, Inomináveis, Sentir As Pétalas Como O Fogo Das Nossas Inomináveis Existencialidades Quando Caem Na Mutabilidade E Quando Se Erguem Na Mutabilidade. Fogo É O Mistério Inominabilizante Maior Dos Inomináveis, Somos Chamas Que Plantam Jardins Inomináveis Onde Crescem As Verdadeiras Flores Da Criação, As Flores Que Incineram, As Flores Que Nos Alimentam, As Flores Que Colhidas São Em Todas As Fontes De Poder. Queimar A Rosa, Queimar As Rosas, Inominavelmente, Em Si, Na Caminhada Inominável, É A Fátua Necessidade De Todos Os Inomináveis. Chuva Fátua Deve Ser Nossa Mobilidade. Chuva Fátua Deve Ser Nossa Imobilidade. Chuva Fátua De Rosas Inomináveis NaRosa Inominável Que É Nossa Própria Existencialidade. Mistérios Do Fogo Inominabilizante Dos Inomináveis São Vistos Ao Largo Do Jardim Inominável Da Inominável Criação Que Todos Nós, Inomináveis, Possuimos Em Nossos Inomináveis Olhares. Olhemos Para O Fogo. Olhemos Para O Fogo Inominável A Arder Em Redor Das Rosas Que Colhemos, Das Rosas Que Plantamos, Das Rosas Que Nos Incineram. Olhemos Para O Fogo. Olhemos Para O Fogo Presente Nos Presentes Que Recebemos Sendo Efêmeros E Nos Modificando Com O Passar Das Chuvas Fátuas De Todas As Sendas Que Colhemos Em Nossos Fátuos Inomináveis Responsabilidades. Inomináveis Responsabilidades De Inomináveis Seres.






terça-feira, setembro 11, 2007

Da Inominabilidade - Parte LXXV


- O Desarmônico, Asin, faz-me recordar do Tempo Dos Corvos Virginais.

- A Sentença Primordial Das Coisas Mortais.

- Sentença E Presença.

- Qual A Sentença E Qual A Presença, Rvekkeyll?

- Imaginemos uma mesa repleta de rompantes de utensílios comestíveis que se degradam sob a ação de um olhar demasiadamente guloso. O olhar demasiadamente guloso é sempre dotado de aborrecidas valorações de objetos em redor. Os objetos em redor desse olhar, que pode ser o de um animal, de um humano, de um Ser Inferior ou de um Ser Superior, ou Dela, ou Dele, Sentencia A Alcançável Hora Final Da Refeição Principal. Mas, conforme As Mansões De Tan A Tos, Não Se Pode Antecipar A Refeição Principal Da Cósmica Virgindade Das Formas. Antecipar A Refeição Principal É Decair No Fosso Das Atrações Fatais Dos Abismos Existenciasi, Dos Poços De Calorosos Fins Imateriais. Qualquer um que queira Antecipar A Refeição Principal se transforma em um Objeto Finalizado De Infinitas Roupagens. Isso é válido do menor ao maior e ao Inominável Ser Gerador De Tudo; designo A Mãe/O Pai assim, Asin, pois No Alto Não Há Nome Para Aquilo Que Se Revela Sobre Todas As Infinitas Fontes De Poder, como vós Sabeis. Sendo Mutável, mas crido Imutável, Ela/Ele se torna um alvo dessa Lei Da Refeição Principal, não podendo nada Antecipar. Nada Pode Se Antecipar, O Corvo Virginal Não Se Antecipa. Tudo Vai Morrendo, Verdadeiramente Morrendo, E A Corrente Primordial Do Tempo É Um Cosmos De Presença, A Presença Que Nada Antecipa, A Presença Virginal, Pura, Intocada, Incorruptível. Nas Mutações Das Coisas, As Correntes Temporais Agem Dos Lados E Dos Outros Lados Das Correntes Temporais Em Si Mesmos, Automanifestando-Se Na Corrente Da Presença. Na Presença, Assim Diz O Arquiteto Das Fadas Do Corvo Virginal, "Nada Vai Para A Frente Do Tempo, Nada É A Fronte Do Tempo; O Tempo Toma Frentes Na Fronte Do Tempo, A Fronte De Todas As Frentes Do Tempo É A Presença Virginal; Virgem Tempo, Virgem Frente, Virgem Fronte; Virgem Cosmos, Virgem Solo, Virgem Mar; Virgem Ser, Virgem Ter, Virgem Posicionar; Presença Virginal É Não Se Negar Virginal Diante Da Procriação Das Criações Das Esferas Da Criação; Presença Virginal É Ser O Órgão Reprodutor Da Silenciosa Verdade Do Corvo Virginal; Presença Virginal É Morrer Na Desarmonia Do Virginal Para Alcançar A Harmonia Do Virginal". Compreendo, Asin, que, para Ser Inominável, Temos Que Ser Virgens Querendo Sempre O Ato Reprodutor Da Presença Em Nós Mesmos Da Não-Presença De Todos Os Momentos, Quando Acabam-Se Todos Os Tempos, Quando Acaba-Se O Tempo. Inominável Ser Inominável É Virgem, É Presença Virginal, A Verdadeira Presença Virginal Inominável No Outro Lado Do Tempo, Que É O Tempo Inominável Da Efemeridade. Mais significativa para mim está, agora, assim, A Presença Virginal.

- Chegastes a mais longe, Rvekkeyll, podes dizer a todos nós.

- Luxúria Existencial Todo Inominável Ser Deve Possuir. Luxúria Pelo Poder Ser Efêmero E Sempre Se Reconstituir Na Efemeridade. Luxúria Pelo Poder Do Tempo Inominável Na Interior Fluidade Do Ser. Luxúria Pelo Teor Da Alimentação Na Efemeridade No Tempo Inominável Que Concede O Verdadeiro Ser.

- Prostituição Existencial, Asin?

- O que tu Compreendes como Prostituição Existencial, Bayn?

- É chegada a hora, Asin, de defiinir realmente a nossa Caminhada.

- Vossas palavras agora, Bayn, soam como...

- Impaciência? Intolerância? Incapacidade em Compreender A Inominabilidade? Eu Compreendo A Inominabilidade, mas não o porquê de ainda não ter Revelado O Verdadeiro Ser Dos Onze.

- O Que É O Verdadeiro Ser Dos Onze, Bayn?

- Asin, O Que É Verdadeiramente Ser Inominável? O Que É Verdadeiramente Ser Os Onze?

- As Verdadeiras Respostas De Verdadeiras Questões Somente São Ditas Para Aqueles Que Desarmonizam-Se Com O Seu Questionar. Não sou Mestre de nenhum de vós e nem darei nenhuma Resposta a nenhum Verdadeiro Indagar.

- Então, essa Doutrinação aqui no Útero De Gaia...

- Não é uma Doutrinação. É uma Destruição, Bayn. É uma Destruição, Irmãos Existenciais Inomináveis. A Destruição De Vossas Ilusórias Nomeáveis Antigas Visões Da Cósmica Realidade. É O Eco Do Tempo Inominável. É O Foco Da Virgindade Inominável. É O Fogo Inominabilizante Dos Inomináveis.




quarta-feira, setembro 05, 2007

Da Inominabilidade - Parte LXXIV


O Oráculo Das Horas Vai Lentamente Tocando A Melodia Das Esperas Grandiosas. A Forma Vale Pelo Conteúdo Exato. A Esperança Concede Repouso Aos Dados A Todas As Guerras. Desprendimento, Verdadeiro Desprendimento, minha filha isso sente. A alegria de Alynne é a mais intensa das alegrias que podem haver entre os seres de todas as Esferas Materiais. Alegria De Liberta. Alegria De Liberdade. Alegria De Verdadeira Liberta. Alegria De Verdadeira Liberdade.

Verdadeira Alegria eu senti no Alto.

No Alto Inominável, Vendo O Oráculo Das Horas Inomináveis...

Que sinto pela chegada de minha filha ao Alto?

Que sinto pela chegada de minha melhor parcela ao Alto?

Eu e os Onze, agora.

O que será que ocorrerá durante nossa Caminhada Inominável Em Busca De Adeptos À Inominabilidade?

Eles Compreenderam As Palavras Inomináveis; mas, O Verbo Inominável Os Compreenderá Por Serem Existencialmente Naturais De Outras Fontes De Poder?

Alynne, Alyn, Compreendeu.

Alynne, Alyn, É Compreendida Pelo Verbo Inominável.

Mas, e Seyin?

Letycyell?

Abeyraell?

Gemelleyll?

Rvekkeyll?

Sa My Na?

An Ya El?

Ran?

Bayn?

Poderei Inominavelmente Caminhar com eles?

Com eles a apenas Inominavelmente Adentrarem Na Inominabilidade com as meras palavras comuns saídas de meus lábios quedantes?

Não é como pensar sobre o fim de um dia e o iniciar de um anoitecer O Caminhar Na Inominabilidade. A Efemeridade Dialoga Com Os Inomináveis. A Efemeridade Arrasta Os Inomináveis. A Efemeridade Realiza Os Inomináveis. A Efemeridade Cadencia Os Inomináveis. A Efemeridade Rejeita Os Inomináveis. A Efemeridade Aconselha Os Inomináveis. A Efemeridade Abraça Os Inomináveis. A Efemeridade Vocifera: Inomináveis Em Queda Para A Reforma De Todas As Inomináveis Horas Presentes Em Todas As Inomináveis Caminhadas. O Vociferar Da Efemeridade Fez Cair Inomináveis Que Vociferavam Para As Cadeias Materiais Das Fixas Harmonias Cridas Imutáveis Da Criação. Excetuando Alynne, os demais são como que Raios Moldados Pelas Harmonia Cridas Como Imutáveis. Inomináveis Devem Inominavelmente Procurar A Inominável Harmonia Da Inominável Harmônica Inominável. Desprender A Harmonia Antiga, Apreender A Inominável Nova Harmonia.

Alynne está preparada.

E os demais?

- Pai, já poderemos...

- Não, Alyn, ainda não.

- Mas, já Sabemos...

- Não, Nada Sabemos Da Inominabilidade. Eu Não Sei Da Inominabilidade. Tu Não Sabes Da Inominabilidade. Vós Não Sabeis Da Inominabilidade, Irmãos Existenciais Inomináveis. Inomináveis Verdadeiros Nada Sabem Da Inominabilidade. Inomináveis Verdadeiros Nada Devem Saber Da Inominabilidade. Não esqueçam O Efêmero, Irmãos Existenciais Inomináveis, O Efêmero. Vós ouvistes as minhas palavras, Palavras Inspiradas Pela Fonte De Poder Inominável Como Palavras Do Oráculo Inominável Sabedor Das Coisas Todas Inomináveis. Fui O Intérprete, vós fostes Os Ouvintes. Vós Fostes Intérpretes, eu fui O Ouvinte. Mas, Ser Inominável não é isso, não é receber lições elevadas de um Intérprete De Palavras Inspiradas e nem é ser Ouvinte De Palavras Inspiradas. Ser Inominável É Ser O Mutável Intérprete De Si Mesmo No Oráculo Interior Das Verdadeiras Harmonias Nas Desarmonias Das Coisas Diante Do Nosso Caminhar. Saibam, Irmãos Existenciais Inomináveis, que Os Inomináveis Jamais Estão Fixamente Preparados Para Algo E Mutavelmente Estão A Preparar O Algo Mutável De Si Mesmos Para Poderem Verdadeiramente Caminhar. Se não formos assim, nada poderemos fazer pela Inominabilidade. Se formos Harmônicos Com A Matéria Ilusória seremos Seres Nomeáveis. Se Formos Desarmônicos Com A Matéria Ilusória E Harmônicos Com A Mutável Harmônica Desarmônica Da Efemeridade, Poderemos Possuir Suaves As Criações De Oráculos Em Nossos Inomináveis Seres Que Sempre Nos Darão Palavras Inspiradas Do Alto De Nossas Inomináveis Existencialidades. Desarmonicamente Age Todo Inominável Ser Em Harmonia Com A Efemeridade Das Coisas Do Baixo E Do Mais Baixo.