sexta-feira, maio 04, 2007

Da Inominabilidade - Parte LIX


- Toda Luta, Toda Verdadeira Luta, Toda Verdadeira Paragem De Luta, É A Chegada Ao Ponto Do Cósmico Saber De Onde Se Pode Terminar O Convocar De Si Mesmo Ao Alto Comprometimento Com As Forças Do Todo E Do Nada. Os Anciães Da Eternidade Dizem Que Lutar Demarca O Terreno Das Formas Maiores Das Sinuosas Curvas Guardiãs Das Verdades Que Se Assemelham Ao Centro E Ao Círculo. O Centro É O Circular, O Circular É O Centro, Determinado É O Motor, Terminado É O Fulgor. Fulgor Não Adentra Como Fator Do Que É Inominável. Não Se Caminha No Inominável Com Fulgor. Seres houveram, Enxugadores De Lágrimas, que tentaram modificar um mundo agindo através do Fulgor, O Leso Fulgor, e acabaram-se por afundar-se no Abismo Da Insinuante Falta De Deveres Maiores Para O Seu Dever Maior. Eles foram ativos pelo Fulgor, mas, para que Algo possa mudar em um mundo é necessária A Serenidade, A Deusa Serenidade, A Mãe Das Chegadas Ao Ponto Da Satisfação Verdadeira, Aquela Satisfação Espiritual Que Alcança As Veias Do Organismo Do Alto Como É Correta A Certeza Da Caminhada Indomável De Serenidade Em Direção Ao Concluir Correto De Toda Missão Existencial.

- Abandonado O Fulgor, Inominável Motor Na Serenidade... Lei Da Verdadeira Multiplicidade... Lei Da Verdadeira Mutabilidade... Lei Da Verdadeira Atitude... Lei Da Verdadeira Altitude... Lei Do Verdadeiro Ato... Lei Do Verdadeiro Barco A Navegar Nos Oceanos Da Essencialidade Libertadora De Todos Os Atos Que Estéreis Nada Produzem No Solo Da Criação. Suavidade Inominável, Planta De Jardim Inominável Crescente Na Eternidade Presente Das Coisas Que Se Refazem No Meio Do Crepúsculo Das Não-Coisas E Das Não-Coisas Que Se Fazem No Correr Do Apoio Da Alvorada Nas Colunas Do Templo Inominável Dedicado Ao Sustento Das Inominabilidades Na Inominabilidade De Tudo No Nada E Do Nada No Todo Perante A Suavidade Mutável Da Criação. A Criação Não Muda No Fulgor, As Mudanças Da Criação Efetuam-Se Na Suavidade. Suavidade Inominável, Toco, Asin, em Alicerces Vorazes Que Não São Vorazes Apesar Da Necessidade Suave De Ser Voraz. Tudo Pode Ser Voraz, Mas Não Deve Ser Voraz Apenas Porque A Necessidade Suave De Ser Voraz Guia Ao Voraz. Achar O Suave É O Tesouro Cósmico Da Verdade. Achar O Suave Inominável É O Tesouro Inominável Da Verdade Inominável. Arriscar Não Ser Suave É Perder O Pescoço Sendo Arrebatado Do Corpo Pelas Próprias Insanas Infâmias D'Alma. O Creador, Em Infinitas Fontes De Poder, É Inominável. As Creaturas Iluminando-Se, Descobrindo Cada Qual A Sua Fonte De Poder, São Inomináveis. Aquecer O Suave É O Berço Do Cósmico Coração Da Libertaçaõ Da Materialidade. Aquecer O Suave Inominável É O Laço Da Cósmica União Com A Imaterialidade. Princípio Principiado Suave. Princípio Principiador Suave Inominável.

- Exatamente, Gemelleyll. Potência Potencial Suave. Potência Potencializadora Suave.

- Festa E Dança Da Suavidade! Todas As Creaturas Alegres Nos Passos Dos Palcos Da Suavidade! A Suavidade Inominável! Que Passo, Asin, daremos agora que somos guiados pela Inominabilidade? Sei que A Festa Cósmica Do Enxugar Das Lágrimas Está Iniciada, mas Se O Fato Ocorre Como O Ocorrer Do Não-Fato Pode Ocorrer Em Nosso Enxugar De Lágrimas? Como saberemos fazer os humanos que auxiliaremos a Enxugarem Suas Lágrimas se eles, muitos dos quais cegos pela Matéria, Dançam No Kosmos Com Forças Inferiores?

- Essa é a indagação que respondo, Gemelleyll, comparando-nos à Deusa Luz. Nós Sabemos como a Deusa Luz penetra nos corações e nas almas dos Endurecidos Encarcerados No Veneno Material Dos Dias E Das Horas Materiais. Nós Sabemos como Os Mares Da Deusa Luz Fazem Muitos Navegarem Nas Felicidades Imateriais Da Verdadeira Liberdade. Devemos agora Saber como age a Deusa Luz na Inominabilidade.

- Ela Festeja A Realidade Com A Realeza Da Escuridão...

- E Realiza, Gemelleyll, A Própria Realeza Nas Sombras Inomináveis Da Escuridão.

- Ela Fecha A Porta Do Sol Negro E Se Alimenta Do Sol Negro...

- E Aborta, Gemelleyll, Os Sós Dourados Para Que Os Sóis Inomináveis Possam Nascer.

- Ela Beija Nos Lábios A Essência Da Escuridão...

- E Ama, Gemelleyll, A Sua Irmã Escuridão Porque Assim Tudo Se Modifica Na Criação.

- Ela Suaviza...

- E Amansa, Gemelleyll, As Feras Interiores Dos Seres Automanifestados E Moldados.

- Ela Suaviza Inominavelmente...

- E Acalma, Gemelleyll, Aqueles Que Guerreiam Infrutiferamente Através Do Fulgor Que Nada Resolve Para O Ardor Suave Das Mudanças Alcançarem A Plenitude Do Inominável.

- Ela Tem O Suave Com A Deusa Escuridão...

- Elas Se Multiplicam, Gemelleyll, Entre Os Momentos Da Vida Eterna Jazendo Na Morte Eterna De Todas As Formas Eternas E Efêmeras Que Obrigadas São A Modificar-Se.

- Ela Tem O Suave Inominável Com A Deusa Escuridão...

- A Deusa Luz E A Deusa Escuridão, Gemelleyll, São As Cicerones Dos Inomináveis No Suave Caminho Suave Da Inominabilidade Na Realização Objetiva Do Que A Subjetividade Inominável Realiza Já Antes De Ser Materialmente Realizado Como Cumprido.

- O Matrimônio Inominável.

- E A Cerimônia Da Permanência Da Suavidade Mutável, Gemelleyll.

- Os Filhos...

- Somos nós, Os Inomináveis, Gemelleyll. E todos os demais Inomináveis.



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