quinta-feira, abril 19, 2007

Da Inominabilidade - Parte LV


- Procurei analisar tais palavras e lembrei-me da minha trajetória nesta Existência Quedante durante a vossa Resposta aos Loucos Anjos Caídos, Alynne. As fadigas causadas em Eras minhas nesta Existência Quedante quando cegamente percorria as ruas em meu caminho antigo colocavam-me em situações do mais ridículo ilusório fato de me sentir bem, bem e dolorosamente perdido à procura de Lydyan. Sentia-me bem acolhendo em mim montanhas de ilusões, procurando nos objetos externos as minhas realizações. Sentia-me bem vendo o meu caminho nas satisfações vazias do Espírito Que Caia Mais E Mais Em Seu Próprio Cair, satisfações as quais mais satisfaziam ao Vazio Dos Vazios Do Meu Eu. Sentia-me bem argumentando para mim mesmo que os meus Conceitos Existenciais eram supremos e absolutos, esquecendo-me, Quedante, da Mutabilidade De Todas As Coisas. Sentia-me bem dançando um Ritmo que me amamentava, embriagava, adormecia e agitava nas paragens mais distantes pelas quais eu me acreditava bem. Parei Em Minha Tarde Existencial Para Pensar Sobre Mim, Pesar O Que Eu Sou Para Mim, Pousar Em Mim Para Poder Discutir Sobre O Que Era Existir Para Mim. Iluminado Olhando Para Mim Mesmo Em Minha Noite Existencial, Descobri O Meu Dia Existencial, Dia Este No Qual As Minhas Dores E As Minhas Lágrimas Falaram-Me Quem Eu Era Aqui Quedante, Quem Eu Fui Acima Elevado, Quem Eu Serei Adiante Em Desconhecido Estado Inominável. As Minhas Dores Eternizadas Em Meu Caminho Estão. As Minhas Lágrimas Eternizadas Nos Muitos Leitos Nos Quais Agora Durmo Em Meu Conceito Estão. Eu, este Filósofo Advindo Lá Do Alto que não nega que é Filósofo Mesmo Quedante No Baixo, Abandonei A Presunção Nas Calçadas Das Ruas Amargas Pelas Quais Pisei E Lancei A Arrogância No Asfalto Dos Antigos Esquecidos Carnavais Pelos Quais Brinquei Como Menino Chorando Lágrimas Que Lhe Faziam Esquecer A Sua Origem Inominável. E, então, eu posso falar para mim, para ti, Alynne, para todos vós, Enxugadores De Lágrimas, para todos nós, Os Enxugadores De Lágrimas, para Gaia, para este mundo e para todos os mundos: EU SOU UM FILÓSOFO! Filósofo... Filósofo... Filósofo... Filósofo... Filósofo... Filósofo... Filósofo... Sei que é discutível, até risível, alguém assim em seu Livro Eterno De Filosofia Inominável Iniciar-se no porquê da insistência em autodenominar-se Filósofo. Mas, A Filosofia Nasceu Do Alto, Da Mente Una Dos Cristos De Cristos, Dos Cristos, Arcanjos, Dos Anjos, Dos Deuses E De Todo O Panteão De Seres Elevados Ao Colo Da Mãe Creadora, Ao Colo Do Pai Creador. Anjos São Filósofos Silenciosos Entre Os Homens. Filósofos De Textos Práticos Que Afogam Nos Mares Das Ilusões Materiais As Brutas E Insensatas Teorias. Anjos São Filósofos E A Sua Filosofia É A Prática Da Origem De Toda Vontade Vontade De Ser Uma Obra Celeste De Evoluções Verdadeiras Na Corrente De Todas As Creadas Vidas. Anjos Elevados Filosofam Na Prática Da Voz Das Verdades Entre Todas As Letras Dos Conhecimentos Da Criação. Anjos Caídos Filosofam Na Prática Não-Esquecida Que Aprendida E Exercida Foi Quando Ainda Caminhavam Na Práticar Do Bater Asas No Alto. Os Filósofos Humanos São Anjos Perdidos Sem Uma Mãe Verdadeira E Um Pai Verdadeiro A Revelarem-Se Através De Seus Escritos A Fim De Que Encontrem Uma Criação Verdadeira De Puras Razões Nas Quais Possam Verdadeiramente Iluminar A Humanidade. Por isso, Nenhum Filósofo Humano Jamais Conseguiu, Consegue Ou Conseguirá Que As Suas Palavras Abandonem O Estático Campo Da Teoria E Adentre No Mutável E Evolucionista Campo Da Praticidade Que Gera Mudanças Em Todas As Esferas Vitais De Pensamento, Comportamento E Existencialidade. No Misticismo Racional Da Filosofia Inominável Há A Elevada Carga De Toda Autodenominação De Um Ser Inominável Como Filósofo A Expandir-Se Por Todas As Páginas Do Grande Livros Da Existência Eterna E Nenhuma Explicação Do Porquê Maior De Tal Autodenominação Como Filósofo. Inominavelmente, devo dizer, não sei exatamente explicar o que move o meu Espírito Eterno na sensação de novamente continuar a Falar Sobre As Coisas Inomináveis sem o temor de ser incompreendido, ridicularizado, atacado e intelectualmente linchado por este mundo materialista morto para as Verdades Espirituais. Vós aqui, Enxugadores De Lágrimas, Irmãos Existenciais Inomináveis, muito estão a compreender-em, mas muito, também, a Não-Compreender-Me, pois A Inominabilidade Diz Muito De Sua Verdadeira Compreensão Na Verdadeira Incompreensão Que Permeira Todas As Coisas Inomináveis. A Inominabilidade É Uma Verdade Espiritual, Uma Verdade Do Espírito Eterno Deste Filósofo Inominável Não-Filósofo Inominável E De Todos Os Filosófos Inomináveis Não-Filósofos Inomináveis, Os Inomináveis; sim, agora com toda a propriedade, agora com toda a segurança, reafirmo que sou um Filósofo porque diante da inquestionabilidade da certeza de estar sendo inspirado pelo meu Eu Verdadeiro Elevado a atuar pelo meu Espírito Eterno Quedante posso e devo autodenominar-me Filósofo. Reafirmo a minha Maturidade Existencial e a minha Maturidade Espiritual como Anjo Caído porque Todas As Sementes Do Espírito Da Criação Ainda Em Mim Estão Germinando. Em ti, Seyin, Irmão Caído, Elas Também Estão A Germinar Ainda, A Queda Não Trava Ou Extingue O Crescer Das Sementos Dos Conhecimentos Infinitos Do Esquema De Todas As Coisas Creadas No Kosmos Da Criação Advinda Da Creação Da Mãe Creadora, Do Pai Creador. A Voz Espiritual Do Meu Eu Verdadeiro, A Voz Espiritual Deste Filósofo Inominável Não-Filósofo Inominável, diz que não há nela a materializar em palavras escritas qualquer resquício de Imaturidade Existencial, de Imaturidade Espiritual. O Ritmo Assim Diz Para Este Filósofo Inominável Não-Filósofo Inominável Advindo Da Creação Interna Inominável Na Qual Nele Reside.


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