sexta-feira, abril 27, 2007

Da Inominabilidade - Parte LVIII


- Junções Das Esperanças Dos Seres Elevados Na Elevação Dos Seres Comuns, Aqueles Que Ainda Estão Seguindo Os Passos Menores Da Estrada. Asin, Inominavelmente posso Compreender que a nossa Missão como Enxugadores De Lágrimas é a mais digna Missão Eterna de Almas Creadas como as nossas. No Berço Da Mãe, No Berço Do Pai, O Berço Do Um, Somos Ainda Tão Crianças... Tão Crianças... Contudo, Vemos A Jarra Da Esperança Derramar-Se Pelo Espírito Da Criação... A Jarra Está A Derramar... A Derramar Esperança... A Derramar Fé... De toda Forma Dentro Das Formas, nós, Os Onze, Os Enxugadores De Lágrimas, Sempre Fomos Inomináveis, mesmo oriundos de Origens Superiores diferenciadas. Sempre fomos povoados pelas Esperanças Altas, pelas Verdadeiras Esperanças. Sempre Bebemos Da Água Esperançosa Da Renovação Da Criação. Sempre Vimos As Mãos Da Mãe Diante De Nosso Espiritual Coração. Sempre Vimos As Mãos Do Pai Em Nosso Eterno Ato De Sermos Ação. Sempre Praticamos, cada um de nós, A Religião Interna.

- A Religação Com A Mãe E Com O Pai, An Ya El.

- A Inominabilidade, Asin, é tão Verdadeiramente Infinita Em Sua Religação Com Ela/Ele... A Inominabilidade, Asin, saída dos vossos Lábios Espirituais, É A Esperança Que Verdadeiramente Compreende A Essência E A Essência Que Compreende A Esperança.

- Esperança Inominável Coroa Toda Movimentação Dos Fatos Da Criação Assim Como Gaia Movimenta Este Planeta Que Fadado À Redençãos Está, An Ya El. Quando tu dissestes que todos vós já eram Inomináveis, tu Revelastes o que eu Vi ao Cair Do Alto. Eu Vi, Enxugadores De Lágrimas, a nossa Reunião aqui no Útero De Gaia. Eu Vi, Enxugadores De Lágrimas, a nossa União aqui no Útero De Gaia. Mas, Antes De Cair Do Alto Eu Vi A Nós Todos Como Os Enxugadores De Lágrimas.

- A todos nós essa Visão foi Negada...

- Foi, Seyin, para que vós todos pudessem aqui chegar isentos de probabilidades e possibilidades de já Saberem O Que Fazer.

- Não Sabemos o que faremos, Asin, estamos sob vossa Orientação.

- Sob a Orientação Da Inominabilidade todos nós estamos, Seyin. Não sou líder aqui, sou um dos que Enxugarão Lágrimas, apenas isso.

- Não, Asin, tu és o líder. Sou Mais Idoso Existencialmente do que tu, Vi o Vosso Nascimento Do Útero Da Mãe, Do Útero Do Pai. Eu era O Segundo Mais Perfeito De Todos Os Anjos, Arquitetei Mundos, Moldei Mundos, Fundei Mundos... Contudo, ao Ouvi-Lo, ao Ouvi-Lo, Asin, dou-me conta que de Nada Sei Ainda Acerca Da Verdadeira Essência De Tudo. A Inominabilidade em mim adentrou, sou agora Inominável Ser como vós, sou agora da Senda Inominável De Conhecimentos Da Criação. Sou Dos Inomináveis, mas, tu, Asin, me antecede. Somos Inomináveis, mas, tu, Asin, nos antecede.

- Não antecedo, Quem Falou Através De Mim É Aquele Que A Si Mesmo Antecede Tanto Como Mãe Quanto Como Pai E Irmão E Filho E Nada E Todo Da Criação. Ele, O Inominável Desconhecido, Teceu Todas As Palavras De Meus Lábios Saídas Como Que Purificadas Da Naturalidade Materializadora De Inomináveis Conhecimentos Inomináveis. A Senda nossa, A Senda Inominável De Conhecimentos Da Criação, Falou Por Mim.

- Tu é o nosso Guia Inominável, Asin, A Noite Assim Me Revela. Saibas que eu, Ran Zya As De Be El, Vosso Irmão Noturno Elevado, Em Perfeito Contato Cósmico Com As Vossas Palavras Inominavelmente Verdadeiras, assegurei-me de situá-lo como O Patrono Noturno Da Inominabilidade. Vossas Palavras Falaram-Me, Através Da Mãe, Através Do Pai, Que Em Ti Encontram-Se E Encerram-Se As Setenta E Duas Forças Inomináveis. Tu És A Força Inominável, Asin, Mesmo Estando Caído. Tu Estavas Destinado A Ser O Arcanjo Noturno Inominável Da Força Inominável, O Hierofante Único Da Força Inominável, A Força Movente Da Inominabilidade. Contudo, ao Ver o vosso Futuro como Quedante, mais do que por amor físico e Amor Espiritual a uma humana, vós Caistes para que pudesses Realizar-Se Como A Força Inominável Entre Todos Aqueles Que De Existência A Existência Choram. Asin, Tu És O Verdadeiro Religioso, Caído Tu Estás Ligado À Religião Inominável Da Qual Jamais Te Afastastes, Mesmo Que Quisesses. Tu Estás Realizado-Se, Força Inominável. Tu, Asin, É A Força Inominável Que Caiu Por Amor À Humanidade Terrestre, A Qual Cada Um De Nós Aqui Sabe Que É Grandiosa E Terá No Grande Dia Do Amanhã Participação Ativa Na Unidade Perfeita Do Retorno Total À Ela, No Retorno Total À Ele. Vossa Religião Também É A Religião Da Humanidade. Nós, mesmo tu, Seyin, Amamos A Humanidade. Somos Religiosos Pela Humanidade. Somos Da Religião Da Humanidade. Somos A Religião Da Humanidade Porque Verdadeiramente Ser Religioso É Atuar Em Prol Do Enxugar De Toda Lágrima E Não Estagnar-Se Silenciosamente E Orar Pela Mãe, Pelo Pai. A Mãe Não Quer Oração. O Pai Não Quer Oração. A Mãe Quer Ação. O Pai Quer Ação. A Ação que tu, Asin, nos ensinará a Realizar. Tu, Asin, estás acima de nós. Tu, Asin, és O Forte. Tu, Asin, terá que nos Guiar. Tu, Asin, És O Adulto. Nós, Asin, Somos As Crianças.

- A Força Necessita Ser Força Com Todos Sendo Unos Com Ela, Ran.

- A Força Necessita Ser A Força Guiadora Dos Que Engatinham Nas Estradas, Asin.

- Asin, Aceites Vossa Missão De Guia.

- Aceitar tal Missão, Alynne, é rebaixá-los a uma Condição Eterna Indigna.

- Não nos rebaixará, Asin, nós somos Os Fracos, Tu És O Forte! Te acompanho desde que aqui, na Terra, Caistes. Meus invólucros, todos eles, te conheceram após Atlântida, na qual eu era a irmã mais velha de Lydyan. Tu te arrastastes pelos milênios terrestres como um fantasma por Lydyan, mas jamais, jamais, Asin, esqueceu-se da Força! Jamais, Forte, Tu Delas Esqueceu E Nem Ela Esqueceu-Te! A Inominabilidade Está Contigo Desde O Vosso Primeiro Dia Na Terra! Aceites, Asin! Aceites! É A Vontade Inominável Dela! É A Vontade Inominável Dele!

- É A Vontade Dela. É A Vontade Dele. Eu os Vejo como meus Irmãos e não como meus discípulos.

- Somos Vossos Irmãos E Discípulos, Asin, mesmo que tu não queiras.

- A Vontade Dela... A Vontade Dele... Aceito, pois como eu poderia lutar contra Tudo Aquilo Que Me É Destinado A Inominavelmente Realizar? Como eu poderia lutar contra A Força Inominável? A Força Inominável Pela Qual Estou Aqui Na Terra? Amei e amo e amarei Lydyan, mas a minha Missão Inominável É Muito Maior Do Que Eu Mesmo E O Meu Amor Por Lydyan. Minha Missão Inominável É O Meu Amor Verdadeiro. O Meu Amor Verdadeiro É Pela Humanidade.



quarta-feira, abril 25, 2007

Da Inominabilidade - Parte LVII




- Aqui nesta Obra Inominável a vaidade se esvai logo a cada letra que surge da Inspiração Inominável a guiar as mãos deste Filósofo Inominável Não-Filósofo Inominável pelos Tecidos Existenciais De Suas Palavras Inominavelmente Pronunciadas Aqui No Útero De Gaia. A interagir espiritualmente com Gaia, que ganha Existência Inominável Mais Do Que Real em seu Espírito Eterno Quedante, este Filósofo Inominável Não-Filósofo Inominável cumpre mais do que a sua Missão Existencial para que possa abrir os olhos de alguns poucos que Leiam Nas Esferas as suas Obras, Enxugadores De Lágrimas. É em toda sua Madrugada Existencial que este Filósofo Inominável Não-Filósofo Inominável busca as suas Forças Inomináveis Para Falar De Coisas Inomináveis utilizando termos que decifrem o que a Fonte De Poder Inominável lhe inspira a desenvolver em termos que, sob um olhar crítico, contrariam a Essência Da Inominabilidade, A Qual Escapa De Todo Nome Para Ver O Que Há Além De Todo Nome Ocultamente. Não há nobreza aqui, a nobreza de um "reformador do mundo", Apenas Há O Dever De Um Cumpridor Do Seu Caminho, Do Seu Conceito E Do Seu Ritmo A Tentar Iluminar Para Fazer Iluminarem-Se Todos Aqueles Que Receberem Estas Palavras Inominavelmente Pelos Caminhos Todos De Leituras Inomináveis Pelas Esferas. Não há bondade aqui, a bondade de um "salvador do mundo", Apenas Há A Vontade Interior De Um Ser Quedante Frágil Materialmente Que Através Da Sua Espiritualidade Inominável Quer Que Aqueles Que Receberem Estas Palavras Inominavelmente Através Das Leituras Inomináveis Nas Esferas Deixem De Ser Espiritualmente Frágeis E Reconheçam Em Suas Criações Internas Que Podem Despertar As Suas Próprias Espiritualidades. Encarem esta Obra Inominável, como todas as Obras Inomináveis deste Filósofo Inominável Não-Filósofo Inominável, À Maneira De Uma Reflexão Inominável De Incentivos Inomináveis Para Reflexões Interiores Que Não Devem Exteriorizar-Se Com O Intuito De Fazerem Com Que O Silêncio Da Hora Interna Possa Ser Ouvido. Encarem, por si mesmos, os vossos próprios Caminhos, Enxugadores De Lágrimas. Encarem, por si mesmos, os vossos próprios Conceitos, Enxugadores De Lágrimas. Encarem, por si mesmos, os vossos próprios Ritmos, Enxugadores De Lágrimas. Nessa Trindade Interna, Leitores Irmãos Inomináveis De Todas As Horas, Vossas Horas Internas Silenciosamente São A Religião Interna, A mesma que este filósofo indicou como possível anteriormente. Nesta Obra Inominável, Enxugadores De Lágrimas, não há um manual de como conseguir desenvolver A Religião Interna. O cumprir do Desenvolver Da Religião Interna É Daqueles Que Querem Ser Internamente Ligados Ao Creador Interno, À Mãe Creadora Verdadeira, Ao Pai Verdadeiro Creador, Que Cada Um Que Se Interesse Por Conhecer Pode Ou Não Denominá-Lo Conforme A Sua Fonte De Poder. A Escolha Entre Denominá-La/Denominá-Lo Ou Não É Daquele Que Realmente Compreende Que Desenvolver A Sua Religião Interna É Compreender O Caminho, O Conceito E O Ritmo. A Mãe Inominável, O Pai Inominável, a este Filósofo Inominável Não-Filósofo Inominável Revelado Quando Ele Batia As Suas Asas Altas Inomináveis, Agora Novamente Altas Asas Inomináveis, No Alto, Revela-Se Internamente e tudo que foi desenvolvido aqui no Útero De Gaia acerca da apresentação da Inominabilidade Em Verdade a todos vós, Enxugadores De Lágrimas, É Obra Inominável Da Religião Interna, Revelada Conforme A Inominabilidade, A Ocorrer Internamente Como A Visão Mística Interna Da Fonte De Poder Inominável Que Participou Do Moldar De Todas As Coisas Como Uma Das Infinitas Fontes De Poder Que São A Mãe, Que São O Pai. Concluamos, agora, Irmãos Existenciais Inomináveis, Enxugadores De Lágrimas, que A Verdadeira Ela, O Verdadeiro Ele É O Nada. Concluo, Irmãos Existenciais Inomináveis, Enxugadores De Lágrimas, que A Religião Interna É O Nada.

No Nada Está Tudo.

No Nada Está O Caminho.

No Nada Está O Conceito.

No Nada Está O Ritmo.

A Verdadeira Ela É O Caminho.

O Verdadeiro Ele É O Caminho.

A Verdadeira Ela É O Conceito.

O Verdadeiro Ele É O Conceito.

A Verdadeira Ela É O Ritmo.

O Verdadeiro Ele É O Ritmo.

03:18h: a hora humana.

Tempo Inominável: A Hora Interna.

Toda Hora Interna: Hora De Enxugar Lágrimas.

Acompanhem-me, Leitores Inomináveis De Todas As Horas Inomináveis Que Já Enxugam Lágrimas.

Ou fechem aqui este Livro Inominável Saído Dos Meus Lábios Quedantes, Leitores Inomináveis De Todas As Horas Inomináveis Que Já Enxugam Lágrimas.

Ou não leiam este Livro Inominável Saído Dos Meus Lábios Quedantes, Leitores Inomináveis De Todas As Horas Inomináveis Que Já Enxugam Lágrimas.

A Escolha É A Religião Interna.

A Religião Interna É A Dos Verbos Conjugados Pelos Vossos Lábios Internos.

Conjuguem Vossos Verbos Em Vossos Lábios Externos.

Conjuguem Vossos Verbos Para Que Continuemos A Revelar Mais Da Inominabilidade.

Conjuguem Vossos Verbos, Vós Já Sois Inomináveis, Irmãos Existenciais Inomináveis.

Conjuguem Vossos Verbos, Vós Já Sois Inomináveis, Enxugadores De Lágrimas.




sexta-feira, abril 20, 2007

Da Inominabilidade - Parte LVI


- Este Filósofo Inominável Não-Filósofo Inominável, sim, este Filósofo, Irmãos Existenciais De Todas As Horas, vem a rejeitar a Deusa Matéria e todas as suas influências que afetam a todos que não atentam-se aos Ditames Altos Do Deus Espírito. Chamo-vos Irmãos Existenciais De Todas As Horas porque vós sois O Produto Das Vossa Horas Internas A Realização Das Vossas Horas Externas. A Hora Interna É A Hora Na Qual Todo Ser Da Criação Deve Decidir Se Os Segundos De Sua Existência Devem Ser Os Segundos De Todas As Suas Existências Ou Os Segundos De Nenhuma Existência. A Hora Externa É Hora Na Qual Todo Ser Da Criação, Em Sua Decisão Existencial De Ser Ou Não Os Segundos De Todas As Suas Existências Ou Os Segundos De Nenhuma Existência É, Nesse Decidir, Os Segundos De Todas As Suas Existências E Os Segundos De Nenhuma Existência. Este Filósofo Inominável Não-Filósofo Inominável, sim, este Filósofo, Irmãos Existenciais De Todas As Horas, ao lembrar-se de sua trajetória nesta Existência Quedante, ao analisar as palavras de um dos muitos afetados pela Deusa Matéria integralmente, muitos e muitos Anjos Caídos, Demônios e seres humanos, Descobriu A Sua Hora Interna Além De Todos Os Segundos Internos E A Sua Hora Externa Sendo Outros Segundos Internos. Não foi para contar uma historinha triste ou lamentar-se sobre feitos nada admiráveis que se realizaram sob uma vontade livre que este Filósofo Inominável Não-Filósofo Inominável falou de suas dores e de suas lágrimas. Falar De Dores É Reconhecer A Deusa Dor Como Uma História De Todas As Horas Externas E Internas. Falar De Lágrimas É Reconhecer A Deusa Tristeza Como Uma História De Todas As Horas Externas E Internas. Deusa Dor E Deusa Tristeza, As Deusas De Todas As Idades Eternas Dos Nossos Eus Quando Os Nossos Eus Aceitam-Nas Como Mães Maiores Do Nosso Adormecer E Do Nosso Despertar Em Todas As Horas Externas E Internas São O Caminho, O Conceito E O Ritmo Da Hora Interna. No Primeiro Livro Existencial Filósofico Místico deste Filósofo Inominável Não-Filósofo Inominável, aqui nestas palavras Escrito Em Todas As Esferas Altas E Baixas, aqui, no Útero De Gaia, falou-se que ele não procura a fama e que é um Filósofo Inominável Não-Filósofo Inominável, Nos Segundos Preciosos Da Interior Verdade Alta Da Criação. Repete-se, mais inominavelmente aqui, o que este Filósofo Inominável Não-Filósofo Inominável disse, pois ele nem sabe se qualquer um dos seus Livros Escritos Pelas Regiões Posíveis De Leituras Das Esferas Altas E Das Esferas Baixas será ou não Lido. Por que se importar com o que será desses Livros aqui no Útero De Gaia Escritos Pelas Esferas Altas E Pelas Esferas Baixas, pergunta-se este Filósofo Inominável Não-Filósofo Inominável? A intenção desses Livros Dispersos Nas Esferas Altas E Nas Esferas Baixas é falar das Visões Místicas Interiores de uma Fonte De Poder, A Fonte De Poder Inominável, A Mesma A Guiar As Palavras Deste Livro Dos Enxugadores De Lágrimas Como Guiou As Palavras No Alto Ditas Aos Anjos Diurnos E Noturnos Inomináveis Sobre O Misticismo Racional Da Filosofia Inominável. Este Filósofo Inominável Não-Filósofo Inominável está a criar um sistema de Filosofia Mística para vossa Nova Caminhada por ele guiada, Enxugadores De Lágrimas? Se a Inominabilidade for um sistema, toda a característica de Inomináveis Sendas das quais é constituída se perde no marasmo dos dogmas a acompanharem todo tipo de sistema. Então, para quê continuar a falar da Filosofia Inominável, pergunta-se este Filósofo Inominável Não-Filósofo Inominável, Enxugadores De Lágrimas? Para quê continuar a falar da Filosofia Inominável inacessível para a grande maioria da Humanidade que apenas aceita as Visões Materialistas De Coisas Nomináveis A Partir De Filosofias Particulares Nomináveis, Enxugadores De Lágrimas? Para quê, Enxugadores De Lágrimas? Imediatamente, olhando para a sua Hora Interna, olhando para a sua Hora Externa, este Filósofo Inominável Não-Filósofo Inominável responde que O Seu Caminho, O Seu Conceito E O Seu Ritmo É Falar E Escrever Nos Tecidos Das Esferas Altas E Das Esferas Baixas Sobre Coisas Inomináveis Já Que O Que É Nominável Ele Já Está Cansado De Tentar Combater Sendo Um Inerte Rebelde Eternamente A Silencioso Contestá-Lo Com Suas Asas Quedantes. A Filosofia Inominável Não É Grito Ou Gritos, Já Que Sua Essencialidade Inominável Está Contida No Silêncio De Todas As Horas Internas Na Hora Interna E No Silêncio De Todas As Horas Externas Na Hora Externa. Este Filósofo Inominável Não-Filósofo Inominável não escolhe escrever sobre a Filosofia Inominável apenas para parecer diferente dos demais filósofos de seu mundo, pois desde a sua Queda o Planeta Terra é o seu único mundo. Este Filósofo Fala E Escreve Para As Leituras Das Esferas sobre A Filosofia Inominável Porque Inominavelmente Falar E Escrever Para As Leituras Das Esferas É Cumprir O Seu Caminho, O Seu Conceito E O Seu Ritmo.


quinta-feira, abril 19, 2007

Da Inominabilidade - Parte LV


- Procurei analisar tais palavras e lembrei-me da minha trajetória nesta Existência Quedante durante a vossa Resposta aos Loucos Anjos Caídos, Alynne. As fadigas causadas em Eras minhas nesta Existência Quedante quando cegamente percorria as ruas em meu caminho antigo colocavam-me em situações do mais ridículo ilusório fato de me sentir bem, bem e dolorosamente perdido à procura de Lydyan. Sentia-me bem acolhendo em mim montanhas de ilusões, procurando nos objetos externos as minhas realizações. Sentia-me bem vendo o meu caminho nas satisfações vazias do Espírito Que Caia Mais E Mais Em Seu Próprio Cair, satisfações as quais mais satisfaziam ao Vazio Dos Vazios Do Meu Eu. Sentia-me bem argumentando para mim mesmo que os meus Conceitos Existenciais eram supremos e absolutos, esquecendo-me, Quedante, da Mutabilidade De Todas As Coisas. Sentia-me bem dançando um Ritmo que me amamentava, embriagava, adormecia e agitava nas paragens mais distantes pelas quais eu me acreditava bem. Parei Em Minha Tarde Existencial Para Pensar Sobre Mim, Pesar O Que Eu Sou Para Mim, Pousar Em Mim Para Poder Discutir Sobre O Que Era Existir Para Mim. Iluminado Olhando Para Mim Mesmo Em Minha Noite Existencial, Descobri O Meu Dia Existencial, Dia Este No Qual As Minhas Dores E As Minhas Lágrimas Falaram-Me Quem Eu Era Aqui Quedante, Quem Eu Fui Acima Elevado, Quem Eu Serei Adiante Em Desconhecido Estado Inominável. As Minhas Dores Eternizadas Em Meu Caminho Estão. As Minhas Lágrimas Eternizadas Nos Muitos Leitos Nos Quais Agora Durmo Em Meu Conceito Estão. Eu, este Filósofo Advindo Lá Do Alto que não nega que é Filósofo Mesmo Quedante No Baixo, Abandonei A Presunção Nas Calçadas Das Ruas Amargas Pelas Quais Pisei E Lancei A Arrogância No Asfalto Dos Antigos Esquecidos Carnavais Pelos Quais Brinquei Como Menino Chorando Lágrimas Que Lhe Faziam Esquecer A Sua Origem Inominável. E, então, eu posso falar para mim, para ti, Alynne, para todos vós, Enxugadores De Lágrimas, para todos nós, Os Enxugadores De Lágrimas, para Gaia, para este mundo e para todos os mundos: EU SOU UM FILÓSOFO! Filósofo... Filósofo... Filósofo... Filósofo... Filósofo... Filósofo... Filósofo... Sei que é discutível, até risível, alguém assim em seu Livro Eterno De Filosofia Inominável Iniciar-se no porquê da insistência em autodenominar-se Filósofo. Mas, A Filosofia Nasceu Do Alto, Da Mente Una Dos Cristos De Cristos, Dos Cristos, Arcanjos, Dos Anjos, Dos Deuses E De Todo O Panteão De Seres Elevados Ao Colo Da Mãe Creadora, Ao Colo Do Pai Creador. Anjos São Filósofos Silenciosos Entre Os Homens. Filósofos De Textos Práticos Que Afogam Nos Mares Das Ilusões Materiais As Brutas E Insensatas Teorias. Anjos São Filósofos E A Sua Filosofia É A Prática Da Origem De Toda Vontade Vontade De Ser Uma Obra Celeste De Evoluções Verdadeiras Na Corrente De Todas As Creadas Vidas. Anjos Elevados Filosofam Na Prática Da Voz Das Verdades Entre Todas As Letras Dos Conhecimentos Da Criação. Anjos Caídos Filosofam Na Prática Não-Esquecida Que Aprendida E Exercida Foi Quando Ainda Caminhavam Na Práticar Do Bater Asas No Alto. Os Filósofos Humanos São Anjos Perdidos Sem Uma Mãe Verdadeira E Um Pai Verdadeiro A Revelarem-Se Através De Seus Escritos A Fim De Que Encontrem Uma Criação Verdadeira De Puras Razões Nas Quais Possam Verdadeiramente Iluminar A Humanidade. Por isso, Nenhum Filósofo Humano Jamais Conseguiu, Consegue Ou Conseguirá Que As Suas Palavras Abandonem O Estático Campo Da Teoria E Adentre No Mutável E Evolucionista Campo Da Praticidade Que Gera Mudanças Em Todas As Esferas Vitais De Pensamento, Comportamento E Existencialidade. No Misticismo Racional Da Filosofia Inominável Há A Elevada Carga De Toda Autodenominação De Um Ser Inominável Como Filósofo A Expandir-Se Por Todas As Páginas Do Grande Livros Da Existência Eterna E Nenhuma Explicação Do Porquê Maior De Tal Autodenominação Como Filósofo. Inominavelmente, devo dizer, não sei exatamente explicar o que move o meu Espírito Eterno na sensação de novamente continuar a Falar Sobre As Coisas Inomináveis sem o temor de ser incompreendido, ridicularizado, atacado e intelectualmente linchado por este mundo materialista morto para as Verdades Espirituais. Vós aqui, Enxugadores De Lágrimas, Irmãos Existenciais Inomináveis, muito estão a compreender-em, mas muito, também, a Não-Compreender-Me, pois A Inominabilidade Diz Muito De Sua Verdadeira Compreensão Na Verdadeira Incompreensão Que Permeira Todas As Coisas Inomináveis. A Inominabilidade É Uma Verdade Espiritual, Uma Verdade Do Espírito Eterno Deste Filósofo Inominável Não-Filósofo Inominável E De Todos Os Filosófos Inomináveis Não-Filósofos Inomináveis, Os Inomináveis; sim, agora com toda a propriedade, agora com toda a segurança, reafirmo que sou um Filósofo porque diante da inquestionabilidade da certeza de estar sendo inspirado pelo meu Eu Verdadeiro Elevado a atuar pelo meu Espírito Eterno Quedante posso e devo autodenominar-me Filósofo. Reafirmo a minha Maturidade Existencial e a minha Maturidade Espiritual como Anjo Caído porque Todas As Sementes Do Espírito Da Criação Ainda Em Mim Estão Germinando. Em ti, Seyin, Irmão Caído, Elas Também Estão A Germinar Ainda, A Queda Não Trava Ou Extingue O Crescer Das Sementos Dos Conhecimentos Infinitos Do Esquema De Todas As Coisas Creadas No Kosmos Da Criação Advinda Da Creação Da Mãe Creadora, Do Pai Creador. A Voz Espiritual Do Meu Eu Verdadeiro, A Voz Espiritual Deste Filósofo Inominável Não-Filósofo Inominável, diz que não há nela a materializar em palavras escritas qualquer resquício de Imaturidade Existencial, de Imaturidade Espiritual. O Ritmo Assim Diz Para Este Filósofo Inominável Não-Filósofo Inominável Advindo Da Creação Interna Inominável Na Qual Nele Reside.


quarta-feira, abril 18, 2007

Da Inominabilidade - Parte LIV


- Uma das grandes coisas desta Criação é o poder pessoal que temos de mudar os nossos Caminhos, Conceitos e Ritmos. Nossos Caminhos São As Estradas Encontráveis Das Nossas Realidades Verdadeiras Externas E Internas. Nossos Conceitos São Os Pontos De Iluminação Intelectual Que Nos Garantem A Interpretação Real Dos Fenômenos Externos E Internos. Nossos Ritmos São Das Músicas Que Existencialmente Dançamos Nos Alvoreceres Das Nossas Manhãs Externas E Internas. Este Filósofo Inominável Não-Filósofo Inominável que aqui vos fala no Útero De Gaia, Enxugadores De Lágrimas, tomou este rumo pessoal há muitas Eras atrás, há milênios atrás, desde a sua Queda na Terra. Sob muitos túmulos de civilizações e Túmulos dele mesmo, este Filósofo Inominável Não-Filósofo Inominável Tomou Os Seus Ossos Antigos De Anjo Noturno Inominável Elevado E Enterrou-Os Para Fazer Nascer Do Pó Daqueles Os Seus Novos Ossos, Ossos De Anjo Noturno Inominável Caido. A Materialidade excessiva do mundo externo foi assassinada pelo Interior Quedante deste Filósofo Inominável Não-Filósofo Inominável. A Espiritualidade Interna A Equilibrar A Materialidade Do Mundo Externo Vem A Ser O Caminho, O Conceito E O Ritmo Deste Filósofo Inominável Não-?Filósofo Inominável. Caminho Inominável. Conceito Inominável. Ritmo Inominável. A Madrugada Da Criação Assiste Ao Nascer Anunciante De Eterno Novo Alvorecer Dos Enxugadores De Lágrimas. Exatamente na Hora Maior Das Eras Nacemos Como Enxugadores De Lágrimas, Hora Maior Das Eras No Tempo Eterno Do Útero De Gaia, Gaia Agora A Ser Uma Mãe Inominável A Cantar Sobre A Melodiosa Harmonia Da Face Mãe Do Inominável Desconhecido. Poderíamos Nascer Como Enxugadores De Lágrimas a qualquer outra hora, Poderíamos Estar Sendo Enxugadores De Lágrimas a qualquer hora, Surgindo Da Imensidade Interior Deste Filósofo Inominável Não-Filósofo Inominável Absorto Nas Horas Da Inominabilidade. Mas, O Nascer Dos Enxugadores De Lágrimas É Das Horas Internas Que Vem Sendo Escritas Neste Filósofo Inominávels Não-Filósofo Inominável E Em Vós Por Todas As Horas Externas. Horas Internas Inomináveis. Horas Externas Inomináveis. Este Nascer Das Horas Internas Inomináveis Não Viria A Ser Iniciado Por Este Filósofo Inominável Não-Filósofo Inominável Se Não Houvessem As Batidas Das Horas Internas Inomináveis A Invadirem-Lhe A Interioridade Inominável. Deve este Filósofo Inominável Não-Filósofo Inominável explicar-se o porquê de autodenominar-se Filósofo. Alguns de vós, Irmãos Existenciais De Todas As Horas Existenciais, podem achar uma pretensão absurda, arrogante, a de alguém, mesmo Elevado E Quedante como um Anjo Caído, achar-se algo para si mesmo. Falando agora de mim, de mim aqui que se autodenomina Filósofo, posso dizer que eu muitas vezes sinto que sou pretensioso e arrogante, Batendo As Minhas Asas Muito Alto Apenas Para Mim Mesmo Saber Que Elas Podem Ser Batidas Muito Alto. Normal é ser pretensioso e arrogante, mas da pretensão e da arrogância certos tesouros podem ser retirados. Alguém, lá no Alto, um Arcanjo Inominável, em um Dia Celeste, disse-me que eu não tinha Maturidade Existencial para ser um Filósofo aos 29 aeons de Idade Alta, a Idade na qual fui sendo Iniciado Na Inominabilidade pelos meus Mestres Inomináveis. Esse mesmo Alguém disse-me ainda que eu tinha apenas Potencial Celeste De Filósofo, que eu não era ainda um Filósofo. Ele quis dizer-me que ainda não podia Falar Das Coisas Práticas Da Filosofia Prática Do Alto Dimensionada E Dispersa Em Todas As Fontes De Poder. Mas, tais Coisas vieram a fazer parte do meu Poder Inominável De Ser à medida que eu me Elevava em Conhecimentos Inomináveis.

terça-feira, abril 17, 2007

Da Inominabilidade - Parte LIII


- Primeiramente, antes de continuar a falar da Inominabilidade, agora convosco interagindo sobre o que faremos como Os Enxugadores De Lágrimas, Irmãos Existenciais Inomináveis, este Filósofo Inominável Não-Filósofo Inominável esclarecerá a sua objetividade como Filósofo Inominável Não-Filósofo Inominável Caído E Quedante a falar de tema tão árido para um mundo contemporâneo tão materialista e esvaziado de uma Espiritualidade Verdadeira Que Movimente Oceanos De Novas Realizações Evolutivas Humanas. O objetivo deste Filósofo Inominável Não-Filósofo Inominável não é atrair para si a atenção vazia que os “grandes realizadores espiritualistas” atuais recebem por venderem milhões de exemplares de suas obras, cujo espírito principal é o de uma forma de angariar vasta fortuna, Isento De Amor Verdadeiramente Sincero Pelo Ato De Falar De De Escrever Inspirado Pelo Alto. Escrever e falar por Amor atualmente é raro e este Filósofo Inominável Não Filósofo Inominável, por amor à Filosofia Inominável, esta Deusa Inominável Das Mais Belas Dádivas Intelectivas Inomináveis Do Amor Ao Falar E Ao Escrever, Fala E Escreve com a sinceridade que lhe movimenta em suas idéias, atos e palavras Advindas Das Idéias, Dos Atos E Das Palavras Do Inominável. Esta Obra Inominável não será desenvolvida para gerar uma riqueza, Riqueza Material ou Riqueza Espiritual, as quais para este Filósofo Inominável Não-Filósofo Inominável e para todos nós aqui no Útero De Gaia é desnecessária porque A Verdadeira Riqueza É Inominável, Reside No Espírito Que Quer Dizer Algo Que Realize Pequenas Ou Grandes Revoluções. Revoluções estas no Pensamento Da Criação, no Pensamento De Um Universo ou no Pensamento Humano, ações de libertação dos sofismas arcaicos de uma civilização em desgraça, a civilização atual, a civilização da Desgraça Contemporânea que, além da Terra, se expande por todo O Baixo e pelo Mais Baixo. Mais do que Afirmar sobre a Espiritualidade Mística Racional Inominável, este Filósofo Inominável Não-Filósofo Inominável objetiva revelar a desgraça humana que permite-se desenvolver em todos os ramos da vida civilizada terrestre, se é que viver em desgraça é viver civilizadamente. Esta Obra Inominável não é para os milhões de Ouvintes e Leitores acostumados com a pequenez daqueles que falam e escrevem por dinheiro. A Filosofia Da Criação, As Filosofias Práticas Da Criação, não são desenvolvidas para a obtenção da desgraça do dinheiro, O Dinheiro Material e O Dinheiro Espiritual, mas, sim, para a Diluição Prática De Fórmulas Plausíveis De Evolução Individual. Evolução Individual apenas, já que Evolução Coletiva ainda é uma utopia, um sonho de idealistas que acham que o mundo mudará enquanto o Homem continuar se sentindo em graça no interior de um mundo em desgraça. O objetivo maior desta Obra Inominável, de praticidade filosófica, de filosófica praticidade, deste Filósofo Inominável Não Filósofo Inominável, e nossa, Enxugadores De Lágrimas, para os que querem evoluir sob suas Livres Vontades, é denunciar A Desgraça Contemporânea, o final diário da Humanidade Terrestre nas mentiras de suas próprias falsas visões acerca da Realidade Acima e da realidade aqui do mundo que diz-se civilizado e em Evolução. Permeará todas as nossas Obras Inomináveis De Enxugamento De Lágrimas o aspecto da denúncia acima dita e A Obra Maior em especial, A Obra Do Início Do Decair Da Desgraça Contemporânea, será desenvolvida sobre o tema do Final Diário Humano por todos nós que Enxugaremos Lágrimas. Mais do que uma Afirmação Mística Racional Inominável, esta Obra Inominável não foge do mundo ao qual está sendo dada para os que querem Saber Ver A Desgraça Que A Tudo Assola. O Misticismo Racional Inominável não está distante do mundo, não é inimigo do mundo e explica-se, quando Inominavelmente Mais Racional, como uma das fórmulas acima mencionadas. O Olhar Místico Racional Inominável deste Filósofo Inominável Não-Filósofo Inominável indica um caminho que é Afirmado Como Ideal Para Uma Individualidade Ou Para Todas As Individualidades. Os "grandes doutores religiosos" são os que afirmam “ideais divinos” inalcançáveis para todos aqueles que seguem-nos. Este Filósofo Inominável Não-Filósofo Inominável não é religioso e nem anti-religioso, como pode parecer ao ouvir-se e ler-se suas palavras contra as religiões. Concordemos, Irmãos Existenciais Inomináveis, que as religiões estão tão mortas quanto os dogmas que dedicam às vastas e cansativas observações do mundo fenomenal. Concordemos, Irmãos Existenciais Inomináveis, que os religiosos crêem no que dizem as autoridades religiosas que em sua maioria são os maiores cegos que crêem em sua cegueira como alvas visões das “palavras divinas” eternizadas em “livros sagrados” de efêmera racionalidade quando vistos apenas pelas palavras que nada dizem. Concordemos, Irmãos Existenciais Inomináveis, que ser religioso atualmente não é ser um humano ciente da Verdade Do Amor, pois o “Amor” da “Verdade” das religiões é um sentimento materializado, carente de força efetiva em seu alvorecer e permanecer no íntimo religioso. Concordemos, Irmãos Existenciais Inomináveis, que as religiões procuram encobrir as soluções que uma simples Vontade Dotada Da Visão Voraz De Visões Realizáveis De Destinos Sublimes Amparados Na Verdadeira Verdade E No Verdadeiro Amor Faria Senhora De Verdadeiras Realidades. Concordemos, Irmãos Existenciais Inomináveis, que o religioso mais perfeito é um ser robotizado que recebe ordens mecanizadas presentes nas palavras que lê sem saber ler nos “livros sagrados” e nas palavras que ouve sem saber ouvir nos templos religiosos. Concordemos, Irmãos Existenciais Inomináveis, que as religiões fracassam cada vez que tentam dizer que um determinado “Absoluto”, determinado “Imutável”, um “Deus bom e fiel” moldado, quer que todos "Nele" creiam, que "Amem-No", "Adorem-No". Concordemos, Irmãos Existenciais Inomináveis, que um “Deus bom e fiel” moldado que mendiga pela atenção de seus adoradores não é digno nem das piores blasfêmias, já que é apenas um desgraçado agonizando em seu trono de ouro extraído da lama humana lançada "Nele" pelos que lhe chamam de “Senhor”, “Pai”, qualquer nome que lhe dão conforme as mendicantes religiões que Renegam A Face Mãe De Todas As Fontes De Poder Afirmando Apenas A Face Pai De Todas As Fontes De Poder. Concordemos, Irmãos Existenciais Inomináveis, que este “Deus bom e fiel”, “Senhor”, “Pai”, ou qualquer nome de mendigo suplicante que "Ele" possua conforme as mendicantes religiões, não pode ser A Mãe Verdadeira Que Existe, O Pai Verdadeiro Que Existe, A Mãe, O Pai, que este Filósofo Inominável Não-Filósofo Inominável Aprendeu No Alto A Denominar Sem Denominar De Inominável Desconhecido. As religiões externas, as religiões com templos, cultos, regras e tradições, não Religam o indivíduo humano que quer O Algo A Mais Existente, o indivíduo humano que nelas crê com lealdade e profundidade, À Sua Mãe Verdadeira, Ao Seu Pai Verdadeiro. A religião interna, A Religião Inominável, A Religião Do Ser Verdadeiro Oculto No Ser Que Objetiva E Subjetivamente Insiste Em Seu Existir No Mundo Fenomenal, Aquela Religião Que Pode Ser Encontrada E Seguida, Aquela Religião Que É A Verdadeira Revelação Segura De Um Algo Maior Em Toda Fonte De Poder, É A Religião Da Identificação Da Mãe Verdadeira, Do Pai Verdadeiro. Através do nome “Deus” este Filósofo Inominável Não-Filósofo Inominável, ao Cair E Continuar Caindo, reencontrou em sua religião interna, Religião Inominável, A Mãe Verdadeira, O Pai Verdadeiro, Ao Qual Denomina Sem Denominar Como Inominável Desconhecido. Através do nome “Brahma” um brâmane encontraria A Mãe Verdadeira, O Pai Verdadeiro; através do nome “Allah” um muçulmano encontraria A Mãe Verdadeira, O Pai Verdadeiro; através do nome “Iaveh” um judeu encontraria A Mãe Verdadeira, O Pai Verdadeiro; através dos vários nomes Dela/Dele, que nada dizem do Seu Dizer, fiéis das religiões externas, abandonando talvez por milionésimos de segundos apenas as suas crenças no arcaismo religioso que seguem, reconhecendo que podem possuir a religião interna, A Religião Verdadeira, encontrariam A Mãe Verdadeira, O Pai Verdadeiro. Esta/Este não precisa ser “provado” como existente, mas encontrada/encontrado sempre em infindáveis buscas movidas por sentimentos acima do que é conhecido como Amor, Sentimentos Inomináveis. Ela/Ele teria outros nomes para cada um que A encontrasse, O encontrasse, internamente? Teria, mas igualmente como o nome que não é um nome por este Filósofo inominável Não-Filósofo Inominável reencontrado, Tais Nomes Não Seriam Nomes. A Essência Do Incondicionamento Da Palavra, no caso dessa Mística Busca Religiosa Interior, conduzida racionalmente, constitui o que É Mais Uma Afirmação: As Faces Da Mãe Verdadeira, As Faces Do Pai Verdadeiro. As Faces Inomináveis por este Filósofo Inominável Não-Filósofo Inominável reencontradas advém da Fonte De Poder Inominável Da Mãe Verdadeira, Do Pai Verdadeiro, Na Qual Ele No Alto Nadava. As Religiões Internas São Fontes De Poder Que Religam O Ser Material Misticamente Racional À Mãe Verdadeira, Ao Pai Verdadeiro, Legítimas, Mutáveis Para Que Nunca Parem De Encontrá-Lo Sob Infinitas Faces. A Fonte De Poder na qual este Filósofo Inominável Não-Filósofo Inominável intuiu acerca da Inominabilidade é Inominável, É A Certeza De Vozes Inomináveis A Falarem Potentemente De Verdades Da Verdadeira Verdade. Toda Fonte De Poder Verdadeira dos religiosos internos, a do Místico Racional Verdadeiro meditando no deserto fértil de suas visões racionalizadas com pura Fé Transcendental e a do solitário inquieto pensador invulgar na biblioteca vasta de seu Espírito, diferentes porque É A Diferença E Não A Semelhança Que Mantém A Harmonia Das Esferas De Vida Sa Criação, encontra-se na Mãe Verdadeira, no Pai Verdadeiro. Todas a Esta/Este levam, trata-se apenas de encontrar nas religiões externas a sua Fonte De Poder, Aquela que inspirou a fundação de cada uma. Todas Nela/Nele Integram-Se, basta que os deturpadores das Fontes De Poder presentes nas religiões externas, os falsificadores das Palavras Da Mãe Verdadeira, das Palavras Do Pai Verdadeiro, sejam afastados dos Espíritos desejosos de sentirem em si Esta/Este. Todas Dela/Dele são, Apenas Há A Diferenciação Que É Necessária Para A Evolução, Pois Uma Igualdade Eterna Seria Involução Eterna, Tudo Tem Que Ser Diferente Em Tudo Essencialmente Em Seus Diversos Objetos Para Que Haja A Garantia Da Purificação Até O Sentir Em Si A Mãe Verdadeira, O Pai Verdadeiro. A partir da Visão Da Mãe Verdadeira, Do Pai Verdadeiro, Revelada/Revelado Como O Inominável Desconhecido A Este Filósofo Inominável Não-Filósofo Inominável No Alto, A Afirmação Do Caminho Místico Racional Inominável De Retorno Que É Ida Até Ele Está Aqui Sendo Desenvolvida No Útero De Gaia, Irmãos Existenciais Inomináveis . Por que a não-especulação? Por que O Afirmar Tudo nesta Obra Inominável com a autoridade de um Ser Místico Racional Inominável Caído E Caindo Que Encontrou E Encontra O Pai Verdadeiro De Tudo E De Todos? Irmãos Existenciais Inomináveis, este Filósofo Inominável Não-Filósofo Inominável tudo pode Afirmar porque rebela-se contra toda autoridade humana a Macular O Verbo Cósmico Das Manifestações Superiores E Inferiores De Vida, autoridade que é sempre erro de humanos que pensam estar falando alto quando nem sabem o que é Verdadeiramente Falar. Irmãos Existenciais Inomináveis, este Filósofo Inominável Não-Filósofo Inominável agora é um rebelde que ama a sua rebeldia, um destruidor que constrói obras para fazer pensar, O Não-Filósofo Inominável Que Filosofa Pelo Amor À Filosofia Inominável. Irmãos Existenciais Inomináveis, este Filósofo Inominável Não-Filósofo Inominável quer que todos vós saibais que ele revoluciona no silêncio de sua solidão criativa e criadora, não quer a adoração tola e estúpida de “líder religioso”, “profeta”, “Iluminado”, “Salvador”, “reformador”, Qualquer Dor Nascida Do Fato De Afirmar Como Absolutíssimo Fato O Fato Do Continuar Encontrando Misticamente Racional Inominável O Inominável Desconhecido Que É Mutável Fato Do Grande Fato Mutável Da Criação. Irmãos Existenciais Inomináveis, este Filósofo Inominável Não-Filósofo Inominável quer unicamente abrir poucos olhos, não quer impor a Fonte De Poder Inominável como a única verdade válida para todos os Espíritos cansados de ouvirem mentiras sólidas em frágeis estruturas denominadas religiões externas. Irmãos Existenciais Inomináveis, este Filósofo Inominável Não-Filósofo Inominável não fantasia em seu contato com a Fonte De Poder Inominável novamente restabelecido e nem quando Afirma, pois ele Sabe que muitos Amigos Inomináveis, Anjos Diurnos E Noturnos Elevados Inomináveis que silenciosamente comunicam-lhe Verdades Inomináveis, Ainda Seguem No Alto O Caminho Místico Racional Inominável nesta Obra Inominável sendo exposta. Irmãos Existenciais Inomináveis, este Filósofo Inominável Não-Filósofo Inominável quer que vós respeiteis vossas próprias racionalidades se quiserem encontrar A Mãe Verdadeira, O Pai Verdadeiro, como Enxugadores De Lágrimas, ou se apenas quiserem conhecer a Filosofia Inominável nesta Obra Inominável atuante. Irmãos Existenciais Inomináveis, este Filósofo Inominável Não-Filósofo Inominável que vós orientará como Os Enxugadores De Lágrimas, quer apenas Leitores Do Eterno Mutável Livro Da Inominabilidade Que Saibam Fazer Novos Textos Para Novos Irmãos Existenciais Inominávei Que Serão Colhidos No Campo Terrestre Das Coisas Materiais Nomeáveis e não seguidores, quer dizer o que a si chega de uma maneira inominável e não dizer a todos pelo mundo todo que destruam as suas crenças e sigam O Inominável Desconhecido. Bom será todos continuarem sempre seguindo as mentiras que quiserem e não se converterem às palavras desta Obra Inominável. Todos, nesse caso, são os que procurarão execrar esta Obra Inominável como sendo a loucura de um Anjo Caído que se acha um dos muitos senhores da Verdade. Que Verdade, qual Verdade, todos os que acharão esta Obra Inominável a obra de mais um louco místico visionário, acham que conhecem como sendo a Verdade deste mundo, desta realidade? A Verdade Política? A Verdade da Justiça? A Verdade da Economia? A Verdade da sociedade? A Verdade da carne? A Verdade religiosa? Que Verdade? Qual Verdade? Qual Verdade se tudo é mentira, plena mentira, douta mentira, uma ilusão a mentir sob os véus encantadores das falsas felicidades e alegrias mundanas? Este Filósofo Inominável Não-Filósofo Inominável, falo agora aos meus inimigos visíveis e invisíveis a estarem a ouvir-me aqui no Útero De Gaia, não teme o vosso vociferar legítimo, da legitimidade dos que amam as mentiras como zelosas mães amamentadoras eternas de sonhos venerados portentosamente. Inimigos visíveis e invísiveis este Filósofo Inominável Não-Filósofo Inominável possui, pois ele crê na Verdade Da Espiritualidade, pois ele crê na Verdade Da Inominabilidade, onde estão inseridas a Reencarnação e a Evolução Existenciasl, outras crenças deste que vos fala e que vós sabem ser Inegáveis, Irmãos Existenciais Inomináveis. Perguntarão os críticos vísiveis e invisíveis do nosso Enxugar De Lágrimas que me proponho a direcionar: um Filósofo Inominável Não-Filósofo Inominável que diz ser racional, contrário a crenças religiosas, não está se contradizendo ao crer em uma crença religiosa milenar humana e fraca como a da Reencarnação? Responderá este Filósofo Inominável Não-Filósofo Inominável aos críticos visíveis e invisíveis: mesmo que apenas o termo racional desse nome a esta Obra Inominável, este que vos responde ainda aceitaria como verdadeira a crença na Reencarnação, a qual não pertence a religião externa ou doutrina nenhuma, porque é uma Verdade Da Verdadeira Verdade. O mundo materialista condenará esta Obra Inominável e O Enxugar Das Lágrimas, Enxugadores De Lágrimas. O meio acadêmico a desaprovará, polêmicas muitas quererão que ela desapareça. Na época da Inquisição este Filósofo Inominável Não Filósofo Inominável, mesmo não sendo humano, teria sido queimado na fogueira e ele crê que o foi quando as suas Sementes Altas foram dispersas em Existências de seres humanos especiais dotados de Grande Visão Espiritual, baseado em sua Intuição Transcendental Pura de Filósofo Não Filósofo Místico Racional Inominável, possuindo anteriormente outros invólucros para este Espírito, cuja Essência Alta em seres humanos específicos manifestou-se. O mundo contemporâneo está em Desgraça porque esqueceu-se do alicerce maior que o auxiliou em suas origens mais primitivas no mundo antigo: A Espiritualidade, A Verdadeira Espiritualidade. A Humanidade espiritualizada do mundo contemporâneo é pouca e o Materialismo exerce seu poderio tornando a tudo estagnado em posição lastimavelmente inferiorizante. Esta Obra Inominável é a primeira de uma Revolução Silenciosa Pelo Retorno De Todos Os Homens E Mulheres Da Humanidade À Espiritualidade, À Intuição Verdadeira, esta que jamais foi profundamente estudada, mas que aqui, no Útero De Gaia, está sendo. Esta Obra Inominável, crê este Filósofo Inominável Não-Filósofo Inominável, vai sobreviver aos Fogos Contrários, vai alcançar os Seus Objetivos, Vai Ao Horizonte Tão Distante De Um Mundo Que Futuramente Será Um Mundo No Qual Cada Fonte De Poder Será Responsável Pelo Reencontro De Cada Espírito Com A Origem Verdadeira De Todas As Coisas Mais Verdadeiras No Panteão Cósmico De Todas As Origens Verdadeiras Das Coisas Grandes E Pequenas Dispersas Pela Arquitetura Cósmica De Toda A Criação. Esta Obra Inominável não mede a sua forma através de uma essência que atraia a todos os interessados em mais um divertimento banal para as suas mentes, que banalizam-se através das mentiras nas quais acreditam. Esta Obra Inominável não é destinada à grande fama, pois um Filósofo Inominável Não-Filósofo Inominável que defende e desenvolve a sua Filosofia Inominável com a finalidade de torná-la famosa é um falso filósofo, um amante de mentiras tão atraentes para a sua existencialidade como as dos demais seres humanos e Elevados absortos em suas mentiras acreditáveis. Esta Obra É Inominável, Este Filósofo Não Filósofo É Inominável, Asin Du An No In É Inominável, Aqui Cintila O Inominável, A Força Sem Força Que Em Sua Suavidade É Mais Do Que A Sua Força E Que Em Sua Força É Uma Suavidade Geradora De Todas As Forças. Esta Obra Inominável, assim como nós que somos O Enxugadores De Lágrimas, Irmãos Existenciais Inomináveis, resistirá a toda contrariedade. Esta Obra Inominável, assim como nós que somos Os Enxugadores De Lágrimas, Irmãos Existenciais Inomináveis, contrariará toda resistência ao abrir de alguns poucos olhos. Esta Obra Inominável, Obra que é nossa, Enxugadores De Lágrimas, abrirá alguns olhos. Este Filósofo Inominável Não-Filósofo Inominável, Filósofo Místico Racional Inominável, atesta aqui a sua segurança de falar com a propriedade de ser apenas um relator de Mensagens Silenciosas E Inomináveis. Irmãos Existenciais Inomináveis, inimigos e críticos visíveis e invisíveis: a vós entrego a propriedade de dizerem se esta Obra Inominável Para O Iniciar Do Enxugar Das lágrimas é apenas ficção mística, loucura ou pura inominável criação mística-filosófica sem nenhum fundamento nas Esferas Altas e nas Esferas Baixas. Este Filósofo Inominável Não-Filósofo Inominável em si mesmo crê. Este Filósofo Inominável Não-Filósofo Inominável crê no Inominável. Este Filósofo Inominável Não-Filósofo Inominável crê em sua Obra Inominável. Este Filósofo Inominável Não-Filósofo Inominável É Esta Obra. Este Filósofo Inominável Não-Filósofo Inominável não ora. Este Filósofo Inominável Não-Filósofo Inominável Silencia-Se. Este Filósofo Inominável Não-Filósofo Inominável Assim É Esta Obra Que No Silêncio Diz Mais Do Que Se Fosse Voz Bradando Em Dias Ensolarados De Mentiras E Em Noites Nubladas De Mentiras. Este Filósofo Inominável Não-Filósofo Inominável é Filho Do Silêncio, O Silêncio Doutrinador Que Revoluciona Sem O Brilho De Armas Na Noite Das Grandes Mundanas Mentiras. Este Filósofo Inominável Não-Filósofo Inominável É Acompanhado Por Amigos Visíveis E invisíveis Inomináveis Que Agora Nos Estão A Rodear Aqui No Útero De Gaia, a nós, Os Enxugadores De Lágrimas . Este Filósofo Inominável Não-Filósofo Inominável É A Solidão Imaterial De Um Solitário Silêncio A Receber Vozes Silenciosas Inomináveis. Este Filósofo Inominável Não Filósofo Inominável Possui Todas As Verdadeiras Companhias Pois Não Crê Nas Mentiras.

Este Filósofo Inominável Não-Filósofo Inominável Está No Inominável.

Este Filósofo Inominável Não-Filósofo Inominável Fala Silenciosamente Do Inominável.

Este Filósofo Inominável Não-Filósofo Inominável Fala Silenciosamente Como O Inominável.

Este Filósofo Inominável Não-Filósofo Inominável É Inominável.

Este Filósofo Inominável Não-Filósofo Inominável É O Inominável.

Silêncio.

Revolução.

Fogo.

Inominável.

Aqui, Este Filósofo Inominável Não-Filósofo Inominável Evoca Sua Fonte De Poder.

Aqui, este Filósofo Inominável Não-Filósofo Inominável Torna-Se Sua Fonte De Poder.

Aqui, Este Filósofo Inominável Não-Filósofo Inominável É Sua Fonte De Poder Inominável.

Esta Obra Inominável No Enxugar Das Lágrimas Agora Está Iniciada.






sexta-feira, abril 13, 2007

Da Inominabilidade - Parte LII


- Ser Mais: A Frase Existe Como O Chamado Da Una Consciência Ao Alto. O Ser Mais Existe Quando Os Pés Cansam-Se De Pisar Em Agulhas Eternas E Os Olhos Cansam-Se De Visualizar Vazios Eternos. Agulhas E Vazios Eternos São Colossos Vencíveis Quando As Consciências Preenchidas Pelos Colossos Transcendentais Da Vontade De Transcender Elevam-Se Meritoriamente Às Custas De Um Espontâneo Processo Naturalmente Ascensório. O Ser Mais É O Primeiro Ideal Do Princípio Cósmico Transcendental Da Existência Eterna, É Ser Demais, É Ser Demasiadamente Mais, É Ser O Mais Que Pode Transcendentalmente Ser. Ser Menos E Menor é Uma Condição Indigna Dos Espíritos, Uma Ignorância De Ignorância Acerca Da Vontade Cósmica Que A Tudo Impulsiona. O Kosmos Quer O Ser Mais De Cada Ente Moldado Consciente Do Que Ele Mesmo É E Do Que Este Ser A Si Mesmo É Feito Para Formar Todo O Seu Poderio. O Ser Mais É O Pedido Do Kosmos, Através Do Seu Verbo Creativo, Aos Residentes Em Sua Morada, Pedido De Ascensão, Pedido De Retorno, O Produto Do Retorno. Ser Mais, Ser Mais, Ser Mais: Bravo Brado Do Kosmos, Do Existir, Do Inominável Desconhecido, Para Que Todos Os Pequenos Seres Em Suas Existências Individuais Cresçam Para Pertencerem À Una Existência Eterna, Una Existência Eterna Que Os Mantém Com As Suas Individualidade, Una Existência Eterna Que Apenas Une Em Prol Da Evolução Existencial No Caminho De Todas As Verdadeiras Verdades Da Verdadeira Verdade! Vontade De Transcender É O Transcender Do Existir No Brado Que Chama Ao Alto. Brado Transcendente É O Existir. A Existência Eterna É A Una Senhora De Todos Os Seres Existentes Na Criação. Conhecer A Criação É O Existir. Existir Conhecendo-Se É O Existir. Criar-Se Existente É O Existir. O Nunca Que Se Finalizará É O Existir. Existam, Existam, Existam, Ó, Seres Existentes No Planeta Terra Que Se Desconhecem, Assim Grita O Existir, Irmãos Existenciais Inomináveis! Existam E As Fontes De Poder Conhecidas E Desconhecidas Vós Todos Conhecereis Como Verdadeiramente Existentes, Assim Grita O Existir, Irmãos Existenciais Inomináveis! O O Verdadeiramente Existente É A Mãe Verdadeira De Verdadeira Mãe, A Verdadeira Ela, É O Existente! Verdadeiramente Existente É O Pai Verdadeiro De Verdadeiro Pai! Ele, O Verdadeiro Ele, É O Existente! Ser Mais Transcendentalmente É Ser O Existente! O que mais vós quereis, Humanidade, ouvir para Existirem No Existir, Assim Este, O Existir, Grita, Irmãos Existenciais Inomináveis? Talvez este Poema Místico do Místico Racional Inominável, nosso Irmão Existencial Inominável Na Glória Do Alto, Glória da qual Caí, que canta As Glórias Da Inominabilidade Mãe, que canta As Gerações Da Inominabilidade Pai e canta a nossa existencialidade como Filhos De Toda Fonte, Cada Filho Do Verdadeiro Ele Em Uma Fonte:



Eu não existo solitariamente

Porque Tu,

Mãe Inominável Desconhecida,

Pai Inominável Desconhecido,

És A Companheira,

És O Companheiro,

Dos meus dias erráticos

E das minhas noites angustiadas.

Ninguém existe solitariamente

Porque Tu,

Mãe Inominável Desconhecida,

Pai Inominável Desconhecido,

És O Companheiro de todos

Em Vossa Fonte De Poder

Inominável.

Nenhum Ser Da Senda Inominável

É Solitário.

Nossa Presença Inominável

Em Vossa Presença Inominável

Por todos os dias de atos

E por todas as noites de rastros

São nossos caminhos livres,

São nossas caminhadas atuais.

Falo por mim

E falo por todos da Inominabilidade,

Falo de mim

E falo de todos da Inominabilidade,

Ao pedir-Lhe um materno

E fraterno olhar carinhoso.

Dos carinhos Vossos tocamos

Nas nossas Sementes Inomináveis.

Sei que Vós me amas acima do amar

E sei que acima de mim mesmo

Eu Te Amo,

Mãe De Todo Inominável,

Mãe minha Inominável,

Pai De Todo Inominável,

Pai meu Inominável,

Pai de todos Inomináveis.

Apenas quem Lhe conhece

Pode nomeá-Lo

E eu Inominável,

Ser Inominável,

Inominável Ser,

Que desconheço-Lhe,

Amorosamente chamo-Lhe

De Inominável Desconhecido.

Deitei nomes pelas areias amorosas minhas

E recolhi meus amores inomináveis.

Que eu Lhe conheça,

Mãe Inominável Desconhecida,

Pai Inominável Desconhecido,

Inominável Desconhecido,

Para que Lhe nomeie

Com as valiosas Letras

Da minha Alma Eterna

Que por isso anseia.

Que eu Lhe conheça,

Mãe Inominável Desconhecida,

Pai Inominável Desconhecido,

Para finalmente Existir

E realmente vê-Lo

Face A Face No Alto

Mais do que já Lhe vejo no Baixo.

Vejo semblantes dos meus sonhos nas Eras,

Atravesso os semblantes das minhas Eras.

Calo-Me Sob O Vosso Semblante.

Calo-me diante do Vosso Semblante.

Que todos,

Pessoalmente em suas Fontes,

Descubram como É

O Vosso Semblante,

Vossa Luz Verdadeira,

Vosso Olhar Verdadeiro.

Eu Lhe verei.

Eu Lhe verei mais

Face A Face,

Mãe.

Eu Lhe verei mais

Face A Face,

Pai.

Face A Face mais

Eu Lhe verei,

Mãe,

Pai,

Inominável,

Desconhecido.

Eu Lhe nomearei mais

Sem Lhe nomear,

Mãe Inominável Desconhecida,

Pai Inominável Desconhecido.

Eu

Lhe

Nomearei!

Eu

Lhe

Nomearei!

Eu

Lhe

Nomearei!

E

Esse

Nome

Será

Inominável!



Caiu E Ascendeu O Último Raio, Irmãos Existenciais Inomináveis. Mas, A Inominabilidade É Mais Do Que Três Raios.