quarta-feira, março 28, 2007

Da Inominabilidade - Parte XLII


- O Inominável, não sendo “Imutável”, igualmente não É “Absoluto” porque “Absolutismo” é um estado fixo firme que sugere Estagnado Princípio Dinâmico Do Verbo. A Mutabilidade É A Flexibilidade Do Dinamismo Verbal Dela/Dele, Dando Ao Eterno Aprender Dela/Dele Com Sua Obra Conforme A Fonte De Poder Inominável A Dinâmica Vestimenta Do Raio Da Sabedoria Creadora Mutável. Estado “Absoluto”, Inflexibilidade Eterna, Seria O Nada Aprender Dela/Dele Com A Sua Obra, O Nada crido por aqueles que crêem em um “Deus Pai Todo Poderoso Imutável E Absoluto”. O Místico Racional Inominável É Ente Absoluto Imutável De Si Mesmo Sabendo Que Não É Nem “Absoluto” E Nem “Imutável”, Assim Como A Mãe Inominável, Assim Como O Pai Inominável. O Absolutismo Correto não é o “Absolutismo” crido como possibilitador de Poderes Infinitos Existenciais a fim de serem utilizados por motivos egoístas. O Absolutismo Transcendental Puro Inominável Molda Absolutistas Transcendentais Puros Inomináveis Que Sabem Que Nada Na Una Creação, Separado Do Inominável Ou Neste, É “Absoluto”. O Verbo, mesmo no Grande Dia Do Amanhã, continuará Mutável, Creador E Coisas Creadas Continuarão Aperfeiçoando-Se Mutavelmente. “Imutabilidade” e “Absolutismo” são noções ilusórias imaginadas por desconhecedores dos Movimentos Necessários Aos Crescimentos Evolutivos-Existenciais Das Creaturas Racionais. Geralmente, tudo crido e relacionado ao Creador é uma ilusão filha das grandes ilusões que são as religiões externas. Alguns filósofos historicamente cometeram o nascer de outras ilusões com as suas ilusões pessoais. Este Filósofo Inominável Não-Filósofo Inominável Caído Do Alto E De Asas Inomináveis Quedantes A Falar De Uma Visão Inominável Do Que Lhe Vem Ao Quedante Entendimento Ainda Superior, tão pequeno e grandiosamente capacitado a gerar ilusões, pode até estar no rol dos muitos iludidos do Mundo Fenomenal. E sobre isto indago-lhes, Irmãos Existenciais Inomináveis: Por que este Filósofo Inominável Não-Filósofo Inominável não estaria no rol dos muitos iludidos se ele é tão Quedante quanto qualquer outro dos Seres Caídos Do Alto ou um ser humano Quedante, indivíduos de Espécies Evolutivas Quedantes que adquirem para si sempre grandes ilusões? Aqui está a sinceridade deste Filósofo Inominável Não-Filósofo Inominável, verbalizando materialmente uma terceira dúvida que espiritualmente assola-o. Aqui este Filósofo Inominável Não-Filósofo Inominável assume o dever de a vós, Irmãos Existenciais Inomináveis, dirigir-se com a mais sincera das explicações racionais, explicações dotadas de uma lógica, pureza lógica de filósofo que não é autoridade, não quer ser autoridade, jamais será autoridade, nem aqui na Terra, em todo o Baixo e nem quando ele ainda Residia Lá No Alto No Seio Da Mãe Inominável, No Seio Do Pai Inominável. Este Filósofo Inominável Não-Filósofo Inominável há muito iludia-se verbalizando em si O Verbo Da Comunidade Dos Quedantes Advindos Do Alto E Dos Quedantes Humanos Que Encaminham-Se Para O Mais Baixo, os quais teimam em conhecer tudo especificadamente demonstrado, explicado e nomeado; demonstrar, explicar e nomear é a tríade do “saber”, do “aprender”, dos Caídos, dos Quedantes, do Alto e humano, advindo das frias ciências, que tudo arrogantemente visam revelar. Jamais demonstrou-se que o denominado “Deus” fosse “Imutável” e “Absoluto”, passando tais termos a serem aceitos dogmaticamente de um modo que, herdado por todo religioso externo, rejeitado por todo ateu, tornaram-se os modelos maiores de uma indústria de mentiras inúmeras denominada religiosidade. A especulação desta religiosidade externa nega tanto A Verdade De Todas As Fontes De Poder Como A Verdade Inominável Do Verbo Creador Inominável, A Verdade Desta Fonte De Poder A Inspirar Este Filósofo Inominável Não-Filósofo Inominável A Descrever-Lhe Em Algumas Faces. A religiosidade externa é um inventar de “belos” dogmas regentes de uma orquestra que toca melodias aceitas como de indiscutíveis qualidades. Jamais explicou-se com as “provas da existência” desse “Deus” como “Imutável” e “Absoluto”, o porquê Dele nunca mover-se, nunca modificar-se, nunca deixar-Se fluir na longa escala evolutiva de sua Creação... Sempre nomeou-se esse “Deus”, nunca demonstrado e nunca explicado como “Imutável” e “Absoluto”, como “Imutável” e “Absoluto”. Este Filósofo Inominável Não-Filósofo Inomináveis, em sua convivência com a Humanidade, jamais fora religioso externo ou ateu, jamais deixou-se iludir pela religiosidade externa ou pelo ateísmo. O religioso externo crê em um “Pai” indiscutivelmente posto em suas Mente, Alma, Corpo e Espírito Eternos como “Aquele que está nos céus” imóvel e passivo. O ateu crê em sua não-crença nesse “Pai” tendo suas Mente, Alma, Corpo e Espírito Eternos cerrados para o investigar de suas origens verdadeiras ou da Origem Real De Tudo. Este Filósofo Inominável Não Filósofo Inominável é contra o religioso externo e o ateu, pois crê em uma Mãe, crê em um Pai, Móvel E Ativo, tendo suas Mente, Alma, Corpo e Espírito Eternos ativamente buscando-O Em Mutáveis Investigações E Encontrando-O Em Mutáveis Aproximações, Como Esta Aqui No Útero De Gaia, Irmãos Existenciais Inomináveis. Este Filósofo Inominável Não-Filósofo Inominável, rejeitando as ilusões religiosas externas e ateísticas, convocando O Verbo Creador e A Sabedoria Creadora como inspiradoras dessa rejeição, encontra-se fora do rol dos muitos iludidos.