sábado, março 31, 2007

Da Inominabilidade - Parte XLV


- Se Satan ou Lúcifer ou Diabo existe como um Espírito, ele não pode jamais agir da forma que a Humanidade, em sua parcela supersticiosa e fanaticamente religiosa externamente, pensa, declama e afirma que age, Irmãos Existenciais Inomináveis. Se Satan É O Portador Das Trevas Ou Lúcifer Portando Ainda A Luz ou Diabo Portando O Erro Dos Fogos Errados, conforme os padrões cridos pela Humanidade, Ele não é O Adversário Do Verbo Creador, pois Este Moldou As Trevas Que Acompanham A Luz E Os Fogos Errados Que Acendem-Se Entre As Trevas E As Luzes Antecedendo Os Fogos Corretos Para A Harmonia Lógica Dos Opostos Complementares Que São Apenas Um Todo Harmônico. Luz Total Seria Monótona Luminosidade. Trevas Totais Seriam Monótonas Escuridões. Fogos Totais Seriam Monótonas Incinerações. Com Sua Sabedoria Creadora, Ele, O Verdadeiro Ele, dispôs A Luz, As Trevas e Os Fogos para a escolha de um destes por parte de Seus Filhos Luminosos, Trevosos e Fátuos; ou o desprezo da parte de Seus Filhos que anulam-se existencialmente nada escolhendo e por algumas Encarnações, inúmeras Encarnações, atrasando-se evolutivamente. Satan ou Lúcifer ou Diabo, para a Humanidade, pois estou a falar dos parâmetros humanos de visões da Espiritulidade Do Baixo, existindo para ela como fenômeno plausível ou noumeno indefinível, é limitado e finito em seu Espírito Imortal infinito porque o Pai Verdadeiro antecede-o por ser O Originador Das Trevas, Da Luz E Do Fogo que então aquele dominaria caso determinado como Satan ou Lúcifer ou Diabo. Satan ou Lúcifer ou Diabo, Filho do Verbo Creador como toda creatura creada, é nominável e conhecido como todas estas, limitadas igualmente no Espírito Imortal infinito e ilimitadas na Essência Verbal que lhes possibilita A Sabedoria Creadora. Reiterando o dito anteriormente pelos meus lábios inomináveis em Queda, Satan ou Lúcifer ou Diabo é objetivamente o filho daqueles que praticam o denominado “Mal” pelos seus respectivos Mutáveis-Arbítrios e, sendo esta a sua origem, a sua definição pelos supersticiosos fanáticos religiosos externos humanos, que estimulam-no a existir fantasmagoricamente tanto quanto o “Deus” que moldam a cada orar “piedoso”, está correta. Satan ou Lúcifer ou Diabo e sua corte de Demônios inumeráveis, vistos pelo fanatismo, são, aos olhos desta Filosofia Inominável, O Espelho Representativo De Todos Os Vícios De Todos Os Pesadelos Humanos Reais Transpostos Para A Materialidade. Se Satan ou Lúcifer ou Diabo existe, Ele caminha entre os seus adoradores inconscientes e conscientes, não necessitando “tentá-los” porque eles mesmos são os culpados pelas suas próprias tentações anunciantes de Quedas, Sabedoria Creadora De Mutável-Arbítrio Manifestando-Se Aqui Na Vontade Deste Inominável Ser De Asas Quedantes Aqui Quedante Assim Afirma. A Sabedoria Creadora Do Pai Inominável Não Possui Adversários Em Nenhum Mundo No Qual Arda No Espírito Eterno De Místicos Racionais As Chamas Verdadeiras Do Fogo Da Verdadeira Filosofia Presentes Em Todas As Fontes De Poder Conhecidas Em Sua Originalidade. O Verbo Creador É Filosofia, O Filósofo Creador É Todo Sábio E Pensa; Neste Pensar, Ele Inspira Os Pensamentos De Seus Filhos, os quais, se Puramente Lógicos Místicos Racionais Inomináveis, devem extinguir toda a sua vaidade e admitir que tudo o que fazem é Dela/Dele, Unicamente Dela/Dele, Exclusivamente Dela/Dele. Pergunto-vos, Irmãos Existenciais Inomináveis: Como O Sábio Creador seria adversário Dele mesmo? Como O Sábio Creador admitiria um adversário condicionado pelo Seu Próprio Verbo? Como O Sábio Creador daria a uma Creatura Creada finita e imperfeita qualquer, materialmente considerada abaixo do Espírito creado infinito que possui adormecido o potencial da perfeição, o poder de ser tão Sábio quanto Ele através de Suas Próprias Palavras Creadoras? Absurdo odiável imaginar um adversário lógico para A Pureza Lógica Verbal, já que Esta seria um ente derrubável como os Seus Filhos são. Não há adversários ou um adversário lógico constituído contra A Verdadeira Ela, O Verdadeiro Ele, porque Os Versos Do Verbo Creador São De Um Único Poeta: A Poetisa Creadora Inominável, O Poeta Creador Inominável. Não há fantasmas Nela/Nele e nenhum fantasma contrário à Sua Existência Transcendente E Imanente Na Una Creação. Fantasmas ou um único fantasma reinante em uma fantasia fantasmagórica denominada “Inferno” O depreciaria eternamente. Os fantasmas ou o fantasma moldados contra Ela/Ele, na realidade do Misticamente Racional Inominável, Finalizam-Se Esquecidos Nos Vales Sombrios Da Eterna Ignorância Típica Daqueles Que Dão Demasiada Logicidade À Deusa Matéria.


sexta-feira, março 30, 2007

Da Inominabilidade - Parte XLIV


- Tanto o assassino quanto o caridoso foram creados por Este Amar Inominável e é ignorância infinita real dizer que o primeiro não é um Filho Dele, supondo-o Creatura Creada por uma entidade renegada denominada “Satan”. “Satan”, o qual em um dia perdido pelo passar infinito das Eras Inomináveis foi “Lúcifer, O Portador Da Luz”, O Mais Belo E Maior Dos Anjos conforme a mais bela e maior de todas as lendas humanas, que pode ser verdadeira, mentirosa, talvez verdadeira, talvez mentirosa nos padrões humanamente considerados. Sabemos, Irmãos Existenciais Inomináveis, que Lun Kyn Fer Caiu Do Alto Porque Estrelas Primeiras Também Caem Do Alto e Ele, Ainda Com Toda A Sua Glória Quedante De Primeiro De Todos Os Anjos, nunca veio a assumir a Personalidade De Satan, este que Nasceu Como Entidade A Partir Dos Próprios Meios Involutivos Do Baixo. Satan é um Ser Real Do Baixo, Essencialmente Consciente De Sua Existencialidade Como Uma Das Forças Motoras Do Baixo. Satan não é o pai do assassino e de outras creaturas corrompidas por si mesmas através da Una Creação para as quais os regulamentos morais inexistem. Os denominados “maus” são os pais do “Satan” humano, um fantasma moldado objetivamente por um conjunto inteiro subjetivo de Doenças Espirituais que tomam as formas dos mais variados e hediondos crimes. Os seres humanos, creadores deste fantasma que em outros mundos possui outros nomes que divulgam-lhe a existencial farsa, não possuem “livre-arbítrio” ou “servo-arbítrio”, são mutáveis como o Mutável-Arbítrio. Os Não-Místicos Racionais, os religiosos externos e os ateus, inadaptados à Mutabilidade de seus Sentidos Existenciais, são afetados por uma dúbia expansão de suas naturezas individuais. O Sentido Existencial De Uma Creatura Creada É O Ritmo Do Verbo Creador Realizando-Se Creativamente Neles Com A Finalidade De Impulsionar-Lhes O Poder De Desenvolverem-Se Em Todas As Acepções Do Que É O Verdadeiro Desenvolver-Se. O Místico Racional adequa o seu Sentido Existencial ao Verbo, procurando afastamento do que é “bom” e do que é “mau”. O Não-Místico Racional, os religiosos externos e os ateus, dependentes da escolha entre o “Bem” e o “Mal”, são Carrascos Mutáveis De Si Mesmos Através De Suas Encarnações Absortas Na Cegueira Existencial De Seu Caminhar Evolutivo, Na Cegueira Anterior Ao Despertar Para A Verdadeira Verdade Em Suas Almas Eternas. As creaturas “más”, conforme seu Mutável-Arbítrio, Portam Em si Lúcifer Revelado Como A Chama Revolucionária Da Iluminação Existencial E Podem Construir A Sua Própria Luz. As creaturas “boas”, conforme seu Mutável-Arbítrio, quando confusas com a sua Luz, Portam Em Si Satan Revelado Como O Adversário Da Iluminação Existencial E Podem, Seguindo O Caminho Do “Mal” , Tornar-Se Outros “Bons” Pais Do “Mal”. Quando as Vontades mais fracas convivendo com tal Conflito Interno envenenam-se com as Loucuras Materiais voluntariamente, O Lúcifer Interno E O Satan Interno Existentes Nas Creaturas Creadas Entram Em Guerra Apocalipticamente Um Contra O Outro, O Diabo Interno Revela-Se, O Diabo Revelado Como O Tentador Para A Queda Da Iluminação Interior. O Diabo, Sere Real, Outra Das Forças Motoras Do Baixo que erroneamente é traduzido erroneamente pelo Olhar Humano como o Outro Grande Culpado Pelos Crimes Humanos. O Lúcifer Interno, O Satan Interno E O Diabo Interno Convivem Belicamente No Ser De Todas As Creaturas Da Una Creação, sendo mais nitidamente percebidos no dos habitantes de mundos atrasados como a Terra. O Potencial Luciferino Interno, O Potencial Satânico Interno E O Potencial Diabólico Interno Não São, Ao Olhar Transcendental Puro Inominável Do Místico Racional Inominável, Potenciais Direcionadamente Determinantes do “bom” ou do “mau” comportamento. Necessário é ao Místico Racional Inominável travar essa Guerra em seu Mutável-Arbítrio, Fazendo-O Aprender Mais Profundamente Algo Sobre Si Na Opção De Continuar Caindo E Ascendendo Nos Sete Raios Inomináveis Ou De Descender No Inverso Da Cadeia Evolutiva Encarnatória E Ascensória. É necessariamente lógica à Pureza Lógica Do Verbo Creador, Sabiamente Inspirando Lógicas Mutabilidades Ao Mutável-Arbítrio, que Os Místicos Racionais Inomináveis Encarem A Guerra Em Seus Interiores Como Um Possível Caminho De Acesso Auto-Iluminante De Suas Individualidades. O Verbo Sabe que a maioria de Seus Filhos opta logicamente, após inumeráveis Encarnações nas quais nada de iluminante adquiriram, pelo Ascender Evolutivamente, Pelo Cair E Ascender Dos Seus Sete Raios Inomináveis Em Todas As Fontes De Poder Nas Quais Revela-Se. Logicamente, Irmãos Existenciais Inomináveis, O Lúcifer Interno, O Satan Interno E O Diabo Interno São Os Mestres Mais Lógicos Necessários Ao Lógico Verbalizar Da Transcendentalização Iluminadora Que Toda Creatura Creada Alcança No Ponto Alto De Sua Caminhada Evolutiva E De Sua Ascensão Em Sua Escada Evolutiva. Sobre O Lúcifer Interno, O Satan Interno E O Diabo Interno Cada Creatura Creada Deve Imperar. O Místico Racional Inominável Subjuga-Os Com O Verbo Do Seu Ser Inominável Sendo Lúcifer Alimentando-Se De Mutáveis Luzes, Satan Percorrendo Mutáveis Trevas E Diabo Acalmando Mutáveis Fogos. Nesse Operar Místico Racional Inominável E Mutável, nasce o desapego tanto à Luz que, se muita, Cega; às Trevas que, se muitas, Afogam; e ao Fogo, que, se muito, Carboniza. Nasce Assim O Deus Interno. Esta É A Iluminação Inominável.


quinta-feira, março 29, 2007

Da Inominabilidade - Parte XLIII


- Mente Eterna É A Esfera Imaterial De Captação Do Pensamento Do Pensador Que Gera Os Seus Próprios Pensamentos Em Propriedades Mutáveis De Entendimento Da Subjetividade E Da Objetividade. Alma Eterna É A Esfera Imaterial Do Verbo Do Ser Material, Condicionadora Do Mover Mental, Físico E Espiritual, Detentora Dos Primeiros Princípios Existenciais Do Ser. Corpo Eterno É A Esfera Imaterial Da Pura Lógica Verbal Exprimindo Fisicamente Em Matéria Efêmera A Eternidade Do Verbo Do Ser Material. Espírito Eterno É A Esfera Imaterial Que Interliga O Corpo Físico À Mente, À Alma E Ao Corpo, Sendo A Sede Da Vontade Representativa Do Ser Na Matéria Creada, Movimentando As Mutabilidades Subjetivas No Mundo Das Mutabilidades Objetivas. A Integração Mente-Alma-Corpo-Espírito, Espírito-Corpo-Alma-Mente, Alma-Corpo-Espírito-Mente, Corpo-Espírito-Alma-Mente, As Quatro Esferas Imateriais Sendo Uma Esfera Imaterial, É Mutavelmente Operacionalizada Pelo Místico Racional Inominável Dando-Se Ênfase Transcendental Pura Inominável Ao Escalar Dos Graus Maiores Perceptíveis Perfeitos Da Mesma Integração No Inominável. Mais acima do rol dos muitos iludidos do que este Filósofo Inominável Não-Filósofo Inominável Quedante, O Místico Racional Inominável Manipula Mutavelmente O Seu Verbo No Verbo Creador Através Do Mutável-Arbítrio, Esta Libertadora Mutabilidade Que Não É Serva E Escrava Eterna Das Ilusões Da Objetividade E Põe A Subjetividade No Comando De Um Dominante Senso De Anti-Conformismo Revolucionário Realizador, Realizador De Descobertas Derrubantes De Muros Inúmeros De Gritantes Ilusões Fulgurantes. Mutável-Arbítrio É Uma Lógica Dela/Dele, Pureza Lógica, dada à Sabedoria Creadora Do Místico Racional Inominável, o qual utiliza-a na descrença dos já discutidos nesta Obra aqui no Útero De Gaia, Irmãos Existenciais Inomináveis, “Bem” e “Mal”. Logicamente não vendo “absoluta” verbalidade nestas duas ilusões que são uma ilusão apenas, O Místico Racional Inominável Deixa-Se Mutavelmente Navegar Pelos Dois Extremos Que Não São Nenhum Extremo. Mutável pela “bondade” e pela “maldade”, Mutável sabendo-se no “bom” e no “mau” vagando pelos mundos da Una Creação, ele verdadeiramente compreende intuitiva e experimentalmente que o assassino de crianças é tão Creatura Creada do Pai Creador Inominável quanto o caridoso que até deixa de alimentar-se para alimentar mil famintos em um dia. Intuindo e experimentando a essência do ódio do assassino e a essência do amor do caridoso, o Místico Racional Inominável Transcendentaliza-Se Completo E Transcende-Os. Fora do ódio e do amor humanamente vividos material e espiritualmente, o Investigador Intuitivo Transcendental Puro Inominável, que, quando é necessário, admite-se Investigador Empirista Transcendental Puro Inominável, É Detentor Perfeito Do Amor Verbal. Amor Verbal Crescente Mutavelmente, Amando E Amando Racionalmente Em Seu Conjugar Inominável Os Filhos Que Possui No Ódio Dos Assassinos E No Amor Dos Caridosos, Material E Espiritualmente. Amando Verbalmente Os Seus Irmãos Inomináveis, O Místico Racional Inominável Abraça A Todos Afirmando-Os Como Iguais A Si Mesmo E Ao Verbo Amar Inominável.


quarta-feira, março 28, 2007

Da Inominabilidade - Parte XLII


- O Inominável, não sendo “Imutável”, igualmente não É “Absoluto” porque “Absolutismo” é um estado fixo firme que sugere Estagnado Princípio Dinâmico Do Verbo. A Mutabilidade É A Flexibilidade Do Dinamismo Verbal Dela/Dele, Dando Ao Eterno Aprender Dela/Dele Com Sua Obra Conforme A Fonte De Poder Inominável A Dinâmica Vestimenta Do Raio Da Sabedoria Creadora Mutável. Estado “Absoluto”, Inflexibilidade Eterna, Seria O Nada Aprender Dela/Dele Com A Sua Obra, O Nada crido por aqueles que crêem em um “Deus Pai Todo Poderoso Imutável E Absoluto”. O Místico Racional Inominável É Ente Absoluto Imutável De Si Mesmo Sabendo Que Não É Nem “Absoluto” E Nem “Imutável”, Assim Como A Mãe Inominável, Assim Como O Pai Inominável. O Absolutismo Correto não é o “Absolutismo” crido como possibilitador de Poderes Infinitos Existenciais a fim de serem utilizados por motivos egoístas. O Absolutismo Transcendental Puro Inominável Molda Absolutistas Transcendentais Puros Inomináveis Que Sabem Que Nada Na Una Creação, Separado Do Inominável Ou Neste, É “Absoluto”. O Verbo, mesmo no Grande Dia Do Amanhã, continuará Mutável, Creador E Coisas Creadas Continuarão Aperfeiçoando-Se Mutavelmente. “Imutabilidade” e “Absolutismo” são noções ilusórias imaginadas por desconhecedores dos Movimentos Necessários Aos Crescimentos Evolutivos-Existenciais Das Creaturas Racionais. Geralmente, tudo crido e relacionado ao Creador é uma ilusão filha das grandes ilusões que são as religiões externas. Alguns filósofos historicamente cometeram o nascer de outras ilusões com as suas ilusões pessoais. Este Filósofo Inominável Não-Filósofo Inominável Caído Do Alto E De Asas Inomináveis Quedantes A Falar De Uma Visão Inominável Do Que Lhe Vem Ao Quedante Entendimento Ainda Superior, tão pequeno e grandiosamente capacitado a gerar ilusões, pode até estar no rol dos muitos iludidos do Mundo Fenomenal. E sobre isto indago-lhes, Irmãos Existenciais Inomináveis: Por que este Filósofo Inominável Não-Filósofo Inominável não estaria no rol dos muitos iludidos se ele é tão Quedante quanto qualquer outro dos Seres Caídos Do Alto ou um ser humano Quedante, indivíduos de Espécies Evolutivas Quedantes que adquirem para si sempre grandes ilusões? Aqui está a sinceridade deste Filósofo Inominável Não-Filósofo Inominável, verbalizando materialmente uma terceira dúvida que espiritualmente assola-o. Aqui este Filósofo Inominável Não-Filósofo Inominável assume o dever de a vós, Irmãos Existenciais Inomináveis, dirigir-se com a mais sincera das explicações racionais, explicações dotadas de uma lógica, pureza lógica de filósofo que não é autoridade, não quer ser autoridade, jamais será autoridade, nem aqui na Terra, em todo o Baixo e nem quando ele ainda Residia Lá No Alto No Seio Da Mãe Inominável, No Seio Do Pai Inominável. Este Filósofo Inominável Não-Filósofo Inominável há muito iludia-se verbalizando em si O Verbo Da Comunidade Dos Quedantes Advindos Do Alto E Dos Quedantes Humanos Que Encaminham-Se Para O Mais Baixo, os quais teimam em conhecer tudo especificadamente demonstrado, explicado e nomeado; demonstrar, explicar e nomear é a tríade do “saber”, do “aprender”, dos Caídos, dos Quedantes, do Alto e humano, advindo das frias ciências, que tudo arrogantemente visam revelar. Jamais demonstrou-se que o denominado “Deus” fosse “Imutável” e “Absoluto”, passando tais termos a serem aceitos dogmaticamente de um modo que, herdado por todo religioso externo, rejeitado por todo ateu, tornaram-se os modelos maiores de uma indústria de mentiras inúmeras denominada religiosidade. A especulação desta religiosidade externa nega tanto A Verdade De Todas As Fontes De Poder Como A Verdade Inominável Do Verbo Creador Inominável, A Verdade Desta Fonte De Poder A Inspirar Este Filósofo Inominável Não-Filósofo Inominável A Descrever-Lhe Em Algumas Faces. A religiosidade externa é um inventar de “belos” dogmas regentes de uma orquestra que toca melodias aceitas como de indiscutíveis qualidades. Jamais explicou-se com as “provas da existência” desse “Deus” como “Imutável” e “Absoluto”, o porquê Dele nunca mover-se, nunca modificar-se, nunca deixar-Se fluir na longa escala evolutiva de sua Creação... Sempre nomeou-se esse “Deus”, nunca demonstrado e nunca explicado como “Imutável” e “Absoluto”, como “Imutável” e “Absoluto”. Este Filósofo Inominável Não-Filósofo Inomináveis, em sua convivência com a Humanidade, jamais fora religioso externo ou ateu, jamais deixou-se iludir pela religiosidade externa ou pelo ateísmo. O religioso externo crê em um “Pai” indiscutivelmente posto em suas Mente, Alma, Corpo e Espírito Eternos como “Aquele que está nos céus” imóvel e passivo. O ateu crê em sua não-crença nesse “Pai” tendo suas Mente, Alma, Corpo e Espírito Eternos cerrados para o investigar de suas origens verdadeiras ou da Origem Real De Tudo. Este Filósofo Inominável Não Filósofo Inominável é contra o religioso externo e o ateu, pois crê em uma Mãe, crê em um Pai, Móvel E Ativo, tendo suas Mente, Alma, Corpo e Espírito Eternos ativamente buscando-O Em Mutáveis Investigações E Encontrando-O Em Mutáveis Aproximações, Como Esta Aqui No Útero De Gaia, Irmãos Existenciais Inomináveis. Este Filósofo Inominável Não-Filósofo Inominável, rejeitando as ilusões religiosas externas e ateísticas, convocando O Verbo Creador e A Sabedoria Creadora como inspiradoras dessa rejeição, encontra-se fora do rol dos muitos iludidos.


terça-feira, março 27, 2007

Da Inominabilidade - Parte XLI


- Os Atos Verbais Dela/Dele São Todos Lógicos, Logicismo Creativo, Creacionista E Creador, Que Torna-A, Que Torna-O, O Que É Pré-Determinadamente Naquilo Que É O Seu Ser: Aquela/Aquele Que É Sempre Tendo Sido O Que Sempre É. O Ato Verbal Cósmico Em Si Mesmo executa essa interligação de todas as Creaturas e Creações nas quais Os Verbos Creadores De Um Só Verbo Creador São Latentemente Ativos Em Verbais Mutabilidades Verbais. O Ato Verbal Da Mãe Sendo Mãe, Do Pai Sendo Pai, É Gerar De Indescritíveis Grandes Momentos Inomináveis Do Grande Momento Inominável Que É O Crear Inominável Do Inominável Creando. Tudo Creado Pelo Inominável Em Verbal Expansionismo De Si Mesmo É O Verbo. Os Astros Creados São O Verbo; Os Firmamentos Creados São O Verbo; Os Horizontes Creados São O Verbo; O Zênite Creado É O Verbo; O Nadir Creado É O Verbo; O Crepúsculo Creado É O Verbo; O Amanhecer Creado É O Verbo; As Lendas Creadas São O Verbo; Os Mitos Creados São O Verbo; As Verdades Creadas São O Verbo; As Existências Creadas São O Verbo; Os Nascimentos Creados São O Verbo; As Mortes Creadas São O Verbo; As Encarnações Creadas São O Verbo; As Reencarnações Creadas São O Verbo; Os Meios Creados São O Verbo; Os Fins Creados São O Verbo; Os Inícios Creados São O Verbo; Os Contatos Creados São O Verbo; Os Termos Creados São O Verbo; Os Determinismos Creados São O Verbo; As Causas Creadas São O Verbo; As Conseqüências Creadas São O Verbo; Os Idosos Creados São O Verbo; Os Jovens Creados São O Verbo; As Crianças Creadas São O Verbo; Os Homens Creados São O Verbo; As Mulheres Creadas São O Verbo; Os Bons Creados São O Verbo; Os Maus Creados São O Verbo; Os Bens Creados São O Verbo; Os Males Creados São O Verbo; O Bem Creado É O Verbo; O Mal Creado É O Verbo; A Luz Creada É O Verbo; A Escuridão Creada É O Verbo; A Luz Creadora É O Verbo; A Escuridão Creadora É O Verbo; O Ódio Creado É O Verbo; O Amor Creado É O Verbo; O Ódio Creador É O Verbo; O Amor Creador É O Verbo; O Verbo Creador É O Verbo, Verbo Que Nega, Verbo Que Afirma, Verbo Que É Nada, Verbo Que É Todo, Verbo Que Não É, Verbo Que É, Verbo Crescente Na Infinitude Da Verdadeira Verdade, Verbo Presente Na Crescente Verdade Da Infinitude De Todas As Infinitudes, Verbo Mutável Em Tudo Por Ele Creado A Formar Toda Vontade Inominável. Desta potencialmente surgem duas dúvidas que a este Filósofo Inominável Não-Filósofo Inominável perturbam e faz-lhes, Irmãos Existenciais Inomináveis, pensar que o mesmo cai em contradições extremas: O Inominável possui Mutabilidade, mas Sua Vontade de que todos os Seus Filhos a Ele Retornem, Vontade Desde Sempre, não seria Imutabilidade? E essa Vontade Desde Sempre não O tornaria Absoluto como Algo inescapavelmente determinador de uma obrigatória Ascensão Evolutiva-Existencial? Pelos Caminhos Intuitivos Transcendentais Puros Inomináveis até aqui explanados, vós podeis juntos com este Filósofo Inominável Não-Filósofo Inominável, Irmãos Existenciais Inomináveis, analisar o conjunto formador dessas duas dúvidas. A primeira dúvida, geradora lógica da segunda dúvida, adverte para uma possível fratura nesta Filosofia Inominável caso o esclarecimento contido no questionamento não surgisse. Se O Inominável fosse “Imutável”, todas as Creaturas Evoluídas Ao Estágio Racional Pleno sentiriam uma vontade plena, forçada por tal Imutabilidade, de a Esta dirigirem-se. Se O Inominável fosse “Imutável” e as Creaturas, em níveis diversos de Desenvolvimento Evolutivo, despertassem seus Potenciais Místicos A Ele Direcionados, Infinitamente Incompleto Seria O Retorno. Se O Inominável fosse “Imutável”, evoluir até uma Verdadeira Compreensão Transcendental Pura Inominável Dele seria desnecessário e A Conjugação Do Verbo não seria efetuada como Fator Desenvolvimentista Do Surgir Dessa Visão Compreensiva. Mutável, Sabendo Evoluir Com As Suas Creaturas Creadas, A Estas A Verdadeira Ela. O Verdadeiro Ele, Proporciona Incondicionais Modos De Suficiências Existenciais Mutáveis Que Visam Ao Seu Eterno Aprender E Ao Daqueles Que Buscam-Na, Ao Daqueles Que Buscam-No. Se O Inominável não fosse Mutável, a Una Creação nada teria de evolucionista, pois ficaria impassivelmente fixada em uma Posição Existencial que não poderia ocasionar os Atos Verbais.



segunda-feira, março 26, 2007

Da Inominabilidade - Parte XL


- O Verbo Creador Deve Ser Evocado E Invocado Sem Evocações E Invocações Pelas Creaturas Da Una Creação Que Compreendem Todas As Formas Do Misticismo Racional. O Místico Racional, de toda Linhagem Mística, não deve tomar como guia ou inspiração as palavras de outros escritas em livros ou transmitidas oralmente. O Místico Racional Deve Escrever Para Si O Seu Próprio Livro E Ser O Seu Próprio Guia Nas Palavras Verdadeiras Pelos Seus Lábios Pronunciadas Transmitindo-Lhe O Seu Próprio Verdadeiro Aprendizado No Retorno. Este Filósofo Inominável Não-Filósofo Inominável, Irmãos Existenciais Inomináveis, ao criticar o Misticismo Comum e os Místicos Comuns, quer afirmar que Toda Ação Mística Verdadeira De Amor Espiritual Verdadeiro À Mãe Verdadeira, Ao Pai Verdadeiro, Deve Servir De Força De União Para Com O Todo E Não Separatismo No Todo, não a creação artificial de um misto de poderes interiores fúteis e desnecessários. O Místico Comum, que isola-se em seu mundo, é Assassino Do Verbo Creador e nulo na civilização à qual pertence em qualquer planeta da Una Creação. O Místico É Racional Quando Aprende A Conjugar O Verbo Creador Com O Todo, Não Vendo Ou Antevendo Nenhuma Diferença Espiritual De Maioridade Ou Menoridade Existencial Entre As Creaturas Creadas. O Místico É Racional, Puramente Lógico Racional, Quando, Incondicionadamente, Pronuncia, Dirigindo-Se Incondicionalmente A Outro Místico Racional, A Um Místico Comum E A Um Não-Místico Racional, Amando-Os E Amando-O Igualmente, Irmão Existencial Inominável. Irmão Existencial Inominável, Saído Dos Lábios De Um Místico Racional Inominável Desta Filosofia Inominável, Determina A Mutabilidade Do Verdadeiro Conhecimento Da Essência Das Outras Creaturas Sem A Necessidade Dos Nomes. Essa É Uma Forma De Conjugar O Verbo Creador. Essa É Uma Forma De Ser Um Místico Racional. Todo Místico Comum pode ser um Místico Racional à sua maneira e à de sua Fonte De Poder. Todo Misticismo pode ser Racional à maneira de seus Adeptos e à de suas Fontes De Poder. O Conjugar Verbal Da Mãe, Do Pai, É O Mesmo Para Todos Os Construtores Místicos Da Conjugação Verbal Do Verbo Creador. Em Uníssono, Para O Grande Dia Do Amanhã, Cada Vez Mais O Misticamente Racional Anunciará A Comunidade Da Una Creação, Na Qual Todos Adquirirão, Nadantes Realmente Na Mãe Verdadeira, No Pai Verdadeiro, As Vestimentas Espirituais Perfeitas Dos Cristos De Cristos. Talvez, Irmãos Existenciais Inomináveis, acumulando mais Saber Quedante De Anjo Caído Da Inominabilidade agora, este Filósofo Inominável Não-Filósofo Inominável pode racionalmente intuir sobre uma concepção da Mãe Verdadeira, do Pai Verdadeiro, como Inominável. O Inominável, em Sua Sabedoria Creadora, conforme então essa Visão Quedante deste Filósofo Inominável Não-Filósofo Inominável, Visão, mesmo assim, Elevada Conforme A Inominabilidade, Desperta Em Todos Os Seus Filhos, De Todas As Fontes De Poder, Ou Aos Que Nela, Aos Que Nele, Não Crêem, Silenciosamente, Lentamente, Pelas Cegas Ignorantes Encarnações Materiais Até A Iluminada Encarnação Material Para A Verdadeira Verdade, A Sabedoria Creadora. Sua Essência Insondável Torna-Se Sondável Aos Filhos Creados Que Novamente Sentem-Se No Útero Materno/Paterno Inominável. O Retorno É O Adentrar Serenamente Mais Profundo No Útero Materno/Paterno Infinitamente Fértil Que Fértil Fortalece A Fertilidade Existencial Dos Seguidores Do Caminho Místico Racional Desta Filosofia Inominável, a qual não é uma especulação, sob uma Ótica Inominável de sinceridade, acerca do Visualizar Espiritual De Sua Natureza. O Adentrar Infinito No Útero Materno/Paterno, A Cada Encarnação Material, Faculta Ao Místico Racional Infinitamente O Nascer E O Sentir O Nascer De Todas As Creaturas E De Todas As Creações. Sentindo O Nascer Inominável, A Sabedoria Creadora Mística Racional Compartilha Do Raio Do Nascer Inominável. Raio Este Que Cai E Ascende Da Terra Mais Imunda Ao Firmamento Mais Puro, Tecendo Tecidos Creativos De Uma Veste Inominável Denominada A Veste Dos Atos Verbais Do Verbo Creador. Sendo De Tecido Inominável, A Veste Encontra-Se Com Todos Os Revestimentos Materiais E Espirituais, Emoldurando-Os À Velocidade Do Cosmicamente Infinito Pela Teia Compositora Do Teor Existencial Da Realidade. A Veste Revestindo O Kosmos É A Impulsionadora Dos Atos Verbais Inomináveis, Da Poesia Do Poeta Inominável Conjugando Os Versos Poéticos Do Poema Da Una Creação. A Veste É Inominável. Os Atos Verbais São O Inominável. O Poema É O Inominável. A Mutabilidade Verbal, Toda Presente Nos Atos Verbais, É O Inominável.




sábado, março 24, 2007

Da Inominabilidade - Parte XXXIX


- O Templo Do Ser Místico Racional não é o da igreja ou do templo exteriores das religiões externas, nos quais há apenas mentiras acerca de um “Deus” moldado pelos freqüentadores deles. Com A Pureza Lógica Toda Inominável Do Inominável Em Seu Templo, sendo Este, Por Contemplação Intuitiva Transcendental Pura Inominável De Si Mesmo, Transcendente E Imanente Em Seu Ser, O Místico Racional Possui Como Moradia Interna Silenciosa A Sabedoria Creadora. Todo corpo material possuído pelo Espírito Eterno de um Místico Racional Inominável é finito; mas sua mente, nas Abruptas Viagens Silenciosas Através Do Princípio Da Inominabilidade, Adquire A Qualidade Da Infinitude Inominável. Conhecendo O Pai Inominável Desconhecido Transcendente E Imanente Em Tudo Mutavelmente Com Uma Mente Misticamente Racional Inominável Que Torna-Se Mente Eterna Silenciosa, Mente Eterna Silenciosa Desperta Para A Inominabilidade Em Todas As Encarnações Materiais Destinadas Ao Que A Fonte De Poder Inominável Esclarece Como Sendo O Retorno Ao Alto Inominável, O Despertar Consciente Da Consciência Do Verbo Creador Ocupa Os Pensamentos Do Místico Racional Inominável. O Eu Superior Místico Racional Inominável Extingue O Eu Inferior E O Objetivo Infinito Da Mente Eterna Silenciosa, Associada Ao Espírito E À Alma Eternos É O Retorno. O Verbo Creador Faz-Se Mente, Alma, Espírito E Corpo Eternos Do Místico Racional Inominável No Império Da Inominabilidade, no qual ele é Imperador junto com O Imperador Inominável De Jugo E Domínios Inomináveis. No Império Inominável, A Deusa Carne E O Homem Inferior, A Mãe Da Matéria E O Pai Do Continuar Cego Na Carne, Lilith E Belzebuth, São Definitivamente Vencidos Pelo Deus Espírito E O Homem Superior, Cristo E Jesus. Extinguir O Jugo E O Poder Bestiais Da Deusa Carne É Amar Os Próprios Espírito, Mente, Alma E Corpo Eternos Creados Pelo Pai Inominável. Elevar Ao Inominável Espírito, Mente, Alma E Corpo Eternos É Renegar O Império Da Deusa Carne E Do Homem Inferior, Creado Na Una Creação Pelos Múltiplos Mais Cegos Não-Místicos Racionais Através Do Subsistir Separado Do Verbo Creador Original Que Ainda É Mutavelmente Sempre Original. Verdadeiros Deuses São Os Místicos Racionais De Todas As Fontes De Poder: Quando Esquecem As Mentirosas Verdades Materiais São Fortes; Quando Extinguem As Verdadeiras Mentiras Materiais São Poderosos; E Quando Extinguem Tanto As Mentirosas Verdades Da Força Material Como As Verdadeiras Mentiras Do Poder Material Inominavelmente Cientes Da Inominabilidade Em Seus Espíritos Eternos, De Existência A Existêscia, São Místicos Racionais Inomináveis. Em toda a Creação, eis A Pureza Lógica, Irmãos Existenciais Inomináveis, Existem Os Elevados Que Podem Cair E Os Caídos Que Podem Ascender, Materialmente, Espiritualmente, Conforme A Atitude No Interior Da Ação Do Verbo Creador. Fora Do Ser Do Inominável Desconhecido Verbalizando-Se Mutável, Os Elevados São Por Si Mesmos Postos Às Provas Lógicas De Sua Condição Elevada Através De Seus Medos E Fraquezas, Deixados Na Inexistência Quando Aperfeiçoaram-Se, A Fim De Que Insistam Na Direção Continuista Do Uno Caminho Do Retorno Ao Alto Inominável. Os Elevados São Todos Os Místicos Racionais E Aqueles Que De Outros Modos Ministrados Pelas Infinitas Fontes De Poder Elevam-Se, Impondo Às Suas Condições Elevadas As Provas Lógicas; e o Místico Racional Inominável, na Fonte De Poder Inominável, mesmo seguro de suas fiéis crenças no aceitar que A Mãe É Inominável, que O Pai É Inominável, luta contra si mesmo da mesma maneira para manter-se no Amor Espiritual Inominável. Todos Os Místicos Racionais Sabem Que Fora do Ser Da Mãe, Fora Do Ser Do Pai, Da Mãe Que É Todas As Fontes De Poder, Do Pai Que É Todas As Fontes De Poder, Os Que Caem Por Si Mesmos Não Permanecem Existencialmente Fora Dele. Fora Dele não significa distanciamento total, apenas bruto esquecimento de Quem Ele É. Os Caídos, como nós dois, Seyin, que não somos humanos, Os Caídos Humanos, mesmo em uma Encarnação na qual tenham sido corrompidos por si mesmos, podem, a um leve toque no que é místico, Despertar Do Sono Na Carne Que Lhes Faz Míseros Desgraçados Cegos Ignorantes. Mentes, Espíritos e Almas fracos, assassinados pelas Trevas Materiais, trilham, se o quiserem, em uma Encarnação posterior, O Uno Caminho em qualquer Misticismo Racional. O Retorno não é uma exclusividade do Misticismo Racional Inominável e há validade em todo Caminho Místico Que Não Veja A Mãe Verdadeira, O Pai Verdadeiro, Como Humanamente Moldado, Determinado, Constituído Por Constituições Simplórias Humanas. Mesmo que O denominem com vários nomes, como este Filósofo Inominável Não-Filósofo Inominável condicionado pelo nomear, por causa de sua Queda, O denomina para a vós falar do que lhe é racionalmente transmitido por Vias Inomináveis Desconhecidas, Ele Continuará Sendo Inominável. Que O denominem como quiser, Irmãos Existenciais Inomináveis, todos os seres de toda a Criação; mas todos aqueles que em uma Encarnação despertam para O Dever De Buscá-Lo, descobrem que Ele É Inominável, mesmo nomeado conforme uma Fonte De Poder revelada a um buscador Dele que sabe ser poderoso. Isto que este Filósofo Inominável Não-Filósofo Inominável diz e tudo dito até agora, aqui no Útero De Gaia, não é uma imposição de crenças místicas racionais ou uma ordem de busca ao Pai Verdadeiro Do Todo, Irmãos Existenciais Inomináveis. Busque-O Aquele Que O quiser. Não O Busque Aquele Que Lê Esta Obra Inominável Minha Através Dos Vales Da Terra Como Um Guia De Ação Penitencial Mendicante Pelo Olhar De Um Pai Desconhecido.