quarta-feira, fevereiro 14, 2007

Da Inominabilidade - Parte XIII


- E o que move a totalidade de uma racionalidade inicial e de uma racionalidade parcial é a sua coexistência conflituosa na Una Razão. Este Filósofo Inominável, dentro de sua obrigatória nominativa linha de pensamento, como explicado antes dele iniciar esta Obra De Esclarecimento Da Fonte De Poder Inominável, retomando esta explicação, Irmãos Existenciais Inomináveis, aponta para o existir do conflito no interior do indivíduo humano, no qual a racionalidade inicial e a racionalidade parcial envolvem-se em uma bélica disputa. Conflitos externos existem porque a Humanidade engolfa-se nos mares do Imbecilismo e não percebe que, com relação aos processos mentais relativos à intelectualidade, o verdadeiro conflito afirma a origem de toda exteriorização da imbecilidade que aceita o Imbecilismo Social. Intrinsecamente nessa panorâmica conflituosa interna, sem ultrapassar nitidamente a racionalidade parcial em todas as suas dificuldades, acintosamente não é alcançada a racionalidade inicial; e, logicamente, a Una Razão, esta sendo A Fonte De Instantânea Visão Da Procedência E Da Antecedência De Todos Os Fenômenos. Contudo, o método de ultrapassagem dos estados parcial e inicial da racionalidade até a Unicidade Racional, a abortadora do conflito, não condiciona-se a partir dos diversos métodos que possibilitem a passagem de um estado racionalizante medíocre e imbecilizante nascido desse conflito através de estudos que o tornem aprimorado e, assumindo artificialmente um espírito mais racionalmente exercitado, alcancem os sublimes raciocínios do que se denomina “genialidade”. Nenhum ente racionalmente assim atuante, utilizando-se de métodos condicionantes, preocupando-se em seguir uma pré-determinada linha volitiva de ação intelectiva, deixa no abismo do nada de sua mente o conflito entre o baixo e o alto pensar para nadar lepidamente no Oceano Do Mais Alto Pensar. Para transcender-se racionalmente, o ente pensante verdadeiro em sua pensante atividade intelectiva deve deixar fluir em si todo o Transcendentalismo, a abordá-lo intensamente, a inspirá-lo dinamicamente, não procurando alcançá-Lo, mas permitindo-Lhe alcançar-lhe Na Mais Natural Obra Que A Arquitetura Racional Pode Erguer Sem Que O Arquiteto Maior, A Racionalidade, Exija-Se Ciente De Todo O Seu Mover Obreiro. Esplendorosamente, É Sempre Uma Forte Chuva A Torrente Transcendental Da Unicidade Racional Nos Horizontes Intelectivos Abordantes De Todas As Mais Variadas E Infinitíssimas Questões Fenomenais. Em termos da Una Razão, pratica e teoricamente interpretados por uma Luminescência Espiritual Superior, a sua Ciência, anti-dogmática e anti-científica formal, declara todo um Absolutismo Mutacionista Transcendental Inominável. Os passos da racionalidade inicial e da racionalidade parcial, como dito por este Filósofo Inominável e reiterado agora nesta Parte De Sua Obra, não separam a Humanidade conforme as capacidades intelectivas individuais. Há, nesta Primeira Parte Da Obra Deste Filósofo Inominável, Irmãos Existenciais Inomináveis, a definição clara do conflito fundamentado pelo Imbecilismo Social Da Civilização Humana Que Afeta Aos Seres Altos Que Advogam Pela Causa Da Evolução Humana, que agora, em uma Mutabilidade Conceitual, este Filósofo Inominável pode denominar, em Seu Papel De Obreiro Inominável, como Imbecilismo Existencial. As iniciais maiúsculas das palavras identificam o teor dessa desgraça como a principiadora da Desgraça Contemporânea no Seio Da Humanidade Terrestre pela qual Enxugaremos As Lágrimas, uma ordem organizada pelo organizado caos social mundial. Pelo lógico desenvolver dessas reflexões, o termo Imbecilismo Existencial pode agora ser aplicável aos seguimentos intelectivos de raciocínios caóticos, falhos e fracos moldados em certezas incertas de erros certeiros do conhecimento geral flutuante no organismo social. O Imbecilismo Existencial é um condicionamento e, nos termos também da Intuição Transcendental Pura Inominável que atua una com a Una Razão, pode ser instantaneamente transcendido através da destruição transcendente de suas influências quando a mente naturaliza-se naturalmente à Unicidade Racional. A Mutação Inominável processa-Se a partir de uma autoexpressão da expressão humana racional em não eternizar-se imbecilmente conforme o transcorrer dos anos de existência do ente que transcende-se. O Luminoso Poder Explosivamente Revolucionário E Evolucionário Da Una Razão É A Infinitíssima Autotranscendentalização De Sua Transcendentalização Espontânea Mutavelmente.

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