terça-feira, fevereiro 13, 2007

Da Inominabilidade - Parte XII


- A racionalidade parcial tramita-se existente ao nível emocional, que discursa sobre as partes questionáveis de um fenômeno observável ao invés da parte questionável de um todo fenomênico. Por mais inacreditável que pareça realísticamente, a racionalidade parcial, raciocínio à flor da pele, condicionado acima do condicionado da racionalidade inicial, como este ambienta-se lógica. Pelos sentidos humanos comuns, a racionalidade parcial demarca periodicamente um trajeto limitado pelas aparências apetecíveis à sua objetividade. Subjetivamente moldada a partir da receptividade de impressões e expressões que passam pela crítica visão de regras metódicas pré-determinadas, a racionalidade parcial aborda conceitos inteligíveis compreendidos através de condições limitadas, vertentes imbecilizantes da inteligibilidade, a qual por nada deve ser ou estar limitada. Há de se pensar, erroneamente, que um método de raciocínio condicionado seja totalmente ilógico no profundo e tênue caminho que percorre simultaneamente com o apreender do que especificamente é questionado. O erro exibe-se nessa interpretação, pois se a racionalidade parcial decorre de pré-determinações específicas dos fenômenos, a sua natureza é lógica. Lógica, já que de pré-determinados conceitos e regras decorrerão o surgimento de raciocínios, pensamentos, opiniões, julgamentos, juízos e interpretações condicionados. Ilógico seria pedir a uma inteligência limitada pelos sentidos do mundo das aparências e sensações, que imbecilizam mais do que ensinam se não são indagadas em seus porquês existenciais, predominando nos indivíduos humanos que se submetem à racionalidade parcial, alcançar o mundo das verdades apriorísticas ou o mundo do além-apriorístico ou O Mundo Das Verdadeiras Verdades, tão distantes de seus mecanismos metódicos lógicos que os caracterizam essencialmente. Ilogicamente atuaria um raciocínio limitado na abordagem metafísica ou transcendentalista dos aspectos inteligíveis da sucessão fenomenal, perdendo-se no caminho do seguir-se real da continuidade fenomênica e do próprio fenômeno seguindo a sua realidade de formar-se como tal. Falta à racionalidade parcial uma sistematizada cadeia de fontes de entendimentos movimentadores do agir conforme a logística racional plena de propriedades racionais legítimas da racionalidade inicial. Mas, aqui, este Filósofo Inominável não é levado, meus Irmãos Existenciais Inomináveis, a comparar raciocínios, como a realizar uma infantil abordagem imbecilizada típica de alguns “eruditos” da Humanidade pela qual trabalharemos Enxugando As Lágrimas, eruditos que não filosofam e preferem pôr tudo em termos de conflitos. Este Filósofo Inominável não está querendo, meus Irmãos Existenciais Inomináveis, dividir a Humanidade em imbecis que raciocinam inicialmente dotados de frágeis alicerces intelectivos e imbecis que raciocinam parcialmente dotados de maiores fragilidades intelectivas do que aqueles, moldando dessa maneira própria dos que amam as classificações e rótulos imbecilizados mais uma situação conflituosa, situação que não atende ao Ser Do Caminho Inominável Da Fonte De Poder Inominável. Todos estão inseridos em Ciclos Evolutivos heterogêneos, agindo racionalmente conforme as suas condições intelectivas pessoais. O Imbecilismo é uma condição que abrange o todo consciente da sociedade humana e não os indivíduos particularmente; estes se imbecilizam por não reagirem aos fatores globais da ignorância pululante na sociedade contemporânea destes tempo humano que, utilizando-se da Linguagem Cósmica Do Baixo, podemos denominar Desgraça Contemporânea e Idade Da Lata. Nesta época do Imbecilismo, da Desgraça Contemporânea, da Lata, desta Humanidade Terrestre, este Filósofo Inominável estaria sendo O Imperador Dos Imbecis se continuasse a ver a Humanidade em termos de divisões apesar das diferenças entre os seres humanos, diferenças essas que dizem respeito aos níveis particulares de visões da fenomenalidade. Cada ser humano interpreta o mundo com os olhos de seu Ser Interno isento ou não das precariedades nascentes do pensamento geral imbecilizante, não havendo diferenças entre inteligências e, sim, diferenças nos olhares existenciais que captam O Mover De Todas As Coisas Existentes.

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