segunda-feira, fevereiro 05, 2007

Da Inominabilidade - Parte V


- Este Filósofo Inominável utilizou-se da vacuidade do nome “Ente Absoluto” para provar que, se uma vontade de absolutamente transcender-se prevalecer, um ente pensante que busque o Caminho Místico Racional Inominável pode chamar-se como tal subjetiva e objetivamente. Não há similar, mesmo nos mais complexos conceitos existencialistas, de natureza material ou espiritual, da Natureza Arcangélica, da Natureza Angélica, da Natureza Dos Deuses, da Natureza Dos Anjos Caídos, da Natureza Dos Demônios ou da Natureza Humana, uma experiência mística tão verdadeira como dizer-se no Absolutismo Correto Que Esclarece. Por que o nome “Absolutismo Correto”? Porque é um Absolutismo Transcendental que não busca a hegemonia que tudo pensa absorver egoisticamente, interiorizando-a. Esse Absolutismo é o de um caráter notavelmente expansionista, franco, que objetiva a busca encontrável de uma pequena verdade firme do que uma grande mentira que flui através da superficialidade de cada crença aceita como positiva. O Absolutismo Transcendental não forma “salvadores do mundo”, estes espantalhos que há milênios os místicos comuns, ou os místicos irracionais, dizem surgir na Terra, em todos os demais mundos do Baixo e em alguns mundos do Mais Baixo. “Salvadores do mundo” não são totalmente isentos de serem meras fabricações da fraqueza humana originada pela Queda Da Humanidade Do Alto, é uma fraqueza da Humanidade, a qual sempre vê em um ente que destaca-se por suas “façanhas monumentais” um “ser sumamente sublime e sagrado capaz de tudo solucionar”. “Façanhas” não complementam o significado de um Absolutismo Transcendental que mutavelmente imprime a uma mente mística racional velocidades intensas de iluminantes construções. "Façanhas" não fazem de nenhum ser um "Salvador", seja tal ser humano ou não. As “façanhas” e a sagração como “ser sagrado” são nulidades para aquele que torna-se um representante transcendental do Não-Absoluto Inominável. Essa representação decorre primordialmente da Intuição Transcendental Pura Inominável, a primorosa Faculdade que em si mesma antecede a todos os flexionamentos intelectivos. Iniciando o detalhamento expositivo-explicativo do que é essa Intuição, este Filósofo Inominável De Asas Quedantes indaga as vossas mentes vorazes pelo início real de cada Movimento Creacionista De Conhecimentos Inomináveis: por que a denominação “detalhamento expositivo-explicativo” de uma Faculdade Transcendental Inominável que não pode ser contida em palavras, por mais soberanas que estas sejam? Expor e explicar implica sempre na visão mais personalista possível do expositor e explicador de uma Senda Alta, Irmãos Existenciais Inomináveis. Este Filósofo Inominável Caido não diz que a sua personalidade não tenha surgido nas Palavras Inomináveis iniciais desta Obra de apresentação da Inominabilidade a todos vós. Este Filósofo Inominável De Filosofia Inominável não diz que tenha agido intuitivamente transcendental puro, Batendo Suas Asas Quedantes Nas Esferas Altas Da Inominabilidade Ainda Nele, no delinear abrangente do assunto a ser expresso nesta Obra Inominável. Não pretende este Filósofo Inominável Batendo Suas Asas Quedantes Na Inominabilidade Alta transbordar toda a sua vaidade gigantesca, naturalmente condicionada pela erudição de Conhecimentos Altos por aeons cultivada, do Alto ao Baixo, para tornar-se mais um “espetacular sábio que tudo pretende solucionar com esplêndida sabedoria”. Igualmente como este Filósofo Inominável Que Filosofava Inominavelmente Voando No Alto, A Intuição Transcendental Pura Inominável age: despretensiosamente desliza em seu caminhar com a certeza de nunca parar de possuir incertezas. Ela é uma densidade lividamente transparente de Realidades Inomináveis abortando os devires de obscurecimentos irreais nomeadores da inferioridade intelectual, sendo esta a dos Anjos Que Caem ou A Dos Anjos Que Se Deixam Iludir Pelas Ilusões Materiais; a dos humanos em Queda e a dos humanos que se encontram em falsos estados de evolução intelectual . Intelecto Transcendental Puro Inominável, a específica Intuição não intelectualiza mentes demasiadamente pensantes para levá-las a certezas. Intelecto Transcendental Puro Inominável, a específica Intuição demasiadamente intelectualiza mentes demasiadamente pensantes para fazerem nascer incertezas que mutavelmente transfiguram-se incertezas próximas de uma certeza ou incertezas distantes de todas as escravidões de todas as certezas.

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