sábado, fevereiro 03, 2007

Da Inominabilidade - Parte III


- São destas questões eternas que partem todos os conteúdos da Totalidade Do Misticismo Racional Inominável, O Misticismo Através Do Qual Muitos Elevaram-Se Ao Pai Inominável, O Misticismo Regido Pelos Anjos Diurnos E Noturnos Inomináveis Elevados. São destas questões eternas que consomem todas as mentes verdadeiramente pensantes que partem todo o Ser Inominável deste Filósofo Inominável e Anjo Noturno Inominável em sua Religação Com A Fonte De Poder Inominável. São destas questões eternas que a meta prática mística racional toma o seu curso de desenvolta atitude expansionista. São destas questões eternas que este Filósofo Inominável, Anjo Noturno Inominável, remete todo o seu Pensamento Ainda Alto a uma linha de ação incondicionante deste mesmo Pensamento, para que este não o engane com fugas irracionais de tão sério trabalho de esclarecimento vosso acerca da Inominabilidade. São destas questões eternas que ecoam súplicas inomináveis de diversas mentes ativas no filosofar por respostas próximas de uma resposta próxima de tudo neste intrínseco.São destas questões eternas que ressurge em uma fusão com ela esta questão contestadora surgida no Pensamento Interno D'Alma Eterna: o que é conhecido e considerado imutável não seria desconhecido e mutável? Nessa fusão encontra-se outro objetivo contestador presente nesta minha apresentação a vós, Irmãos Existenciais, inominavelmente, da Fonte De Poder Inominável: provar que O Inominável não é o nome “Deus” e suas implicações moldadas pela irracionalidade religiosa externa geral humana, incluindo a de muitos místicos. E afirmar que O Inominável É Um Desconhecido Mutável, O Que Por Todos Nós Já É Sabido Desde Que Nascemos Do Sopro Dele. Ele É “Imutável” apenas porque autoridades religiosas e filosóficas assim o quiseram. E toda a Humanidade, excluindo uma pequena parcela que não crê nesse “Deus”, aceita a imposição da “Imutabilidade Divina”. Agradável assim é demasiadamente a visão de um “Pai Maior” para seres acomodados intelectivamente acostumarem-se com concepções que de geração a geração tornam-se “leis eternas”. Não há “leis eternas” em um Universo, uma Criação, que Desconhecemos; se conhecêssemos plenamente os Mecanismos Inomináveis Movimentadores Do Kosmos, poderíamos talvez falar em “leis eternas”. Por que o nome “Universo”? Por que o nome “Criação”? Por que o nome “Kosmos”? Por que não Multiversos? Porque não Criações? Por que não Multikosmos? Por que não investigar se a denominada “origem comum de tudo” não seria uma origem de tudo em um nada desconhecido sempre a modificar-se? Acostumar-se com o sacralizado, com o que é belo ao espírito, de uma forma infantil (esta sim, em muitos casos, eterna em algumas mentes), é viver tolamente em uma ilusão de segurança e estabilidade. Por que o nome “segurança”? Por que o nome “estabilidade”? Todo ser que crê cegamente em doutrinas, dogmas e conceitos científicos, religiosos, místicos, filosóficos e, incluo mais um, ocultistas, vive em uma visão da existência insegura e desestabilizada. Insegura por ser tola em tudo aceitar como “lei eterna”. Desestabilizada por crônica falta de vontade e coragem de desafiar a legitimidade do estabelecido como “lei eterna”. Se tudo se modifica, se transforma, se transmuta, por que Aquele que nos dá a capacidade de acompanhar em nós mesmos nossas modificações, transformações e transmutações, não Se modificaria, transformaria e transmutaria acompanhando todos os processos mutáveis de Sua Obra moldada? Um “Ente Absoluto” fixo, ortodoxamente aprisionado em uma forma a tudo acompanhar, imanente e transcendente em todas as coisas, é uma idéia pequena demais para que remeta à classificação Dele como “Pai”. Por que o nome “imanente”? Por que o nome “transcendente”? Por que o nome “Pai”? Uma concepção monista absoluta Dele também é muito vaga e possibilita a implementação de mais uma “lei eterna” a limitá-Lo nos parâmetros do conhecimento humano. Por que o nome “conhecimento humano”? O “conhecimento humano” é mentiroso e uma mentira se não há nele um Algo Transcendental acima dos “transcendentalismos” vigentes em diversas teorias. E o nosso conhecimento, nós que somos Seres Superiores aos humanos existencialmente, e o de todos os Seres Superiores, no Alto e no Baixo, Caidos e Elevados, também pode, em contato com a Materialidade, tornar-se mentiroso, abaixo dos Transcendentalismos Verdadeiros Da Realidade, Os Transcendentalismos Inomináveis. Esse Algo Transcendental também expande-se além da “transcendência” nominável do “Absolutismo Divino” porque é um Algo Inominável que capta inominavelmente a pureza elementar do que não é para ser nomeado. Esse Algo Inominável, automanifestadamente transcendental e purificado das confusões do “conhecimento humano” e do "Conhecimento Superior Dos Seres Superiores", não se deixa absorver por condicionamentos típicos de quem não o sabe Tocar. Nesse Algo Inominável não há “Deus”, “Ente Absoluto” ou qualquer nocivo nome diminuidor do Inominável. Nesse Algo Inominável Há Apenas O Inominável.

Nenhum comentário: