quinta-feira, fevereiro 08, 2007

Da Inominabilidade - Parte VIII


- Os termos “boa racionalidade” e “Una Razão” são condicionados propósitos deste Filósofo Inominável De Asas Quedantes em, utilizando-se dos nomes que inutilizam verdadeiros entendimentos, tentar apresentar com coerência os seus pensamentos. Ficam a vagar no espaço das idéias que precisam de inteligibilidade qualquer tentativa da procura pelo saber não pensar nos nomes e nos Nomes e, sim, no que vem anterior aos nomes e aos Nomes. A palavra “boa”: por que “boa”? Afora os seus sentidos moral e etimológico, “boa” significa na conceituação aqui, no Útero De Gaia efetuada, do Misticismo Racional Inominável Daqueles Que Seguem A Senda De Poder Inominável Como Via De Ascensão Evolutiva, algo livre do emaranhado caótico da prisão intelectiva no significado das palavras. A palavra “Una”: por que “Una”? Porque “Una” não apresenta-se aqui com todas as suas características de um "Absolutismo Imutável", mas corporificada na Mutabilidade Que Faz Da Razão Verdadeira Presente Nos Entes Pensantes Uma Mobilidade De Ascensão Existencial, apenas uma, de perene observar, perene buscar e perene concluir sobre os fenômenos inteligíveis. Portanto, a validade da boa racionalidade e da Una Razão como termos condutores do contínuo desenhar da teoria abordada nesta Obra Inominável Que Com As Minhas Asas Caídas Da Noite Inominável Alta Efetuo Diante De Vós, meus Irmãos Existenciais Inomináveis. Após tais esclarecidos e elucidativos tratamentos descritivos da necessidade dos dois termos, este Filósofo Inominável Caído adentrará no explicar definidor da Una Razão em seu papel de diretora incondicionante do Princípio Da Inominabilidade. O Dom Mutável Intuitivo Transcendental Puro Inominável e a Una Razão não estão separados na mente misticamente racional. Não há a manipulação, em tal mente, de um estado transcendentalista transformante que, após atuação decisiva na formatação de uma unidade lógica de percepções racionais, se condicione a fazer o indivíduo que transcende-se acreditar que há dois mecanismos de racionalidade. Há apenas um mecanismo; a Intuição Transcendental Pura Inominável e a Una Razão, unissonamente, tomam uma reta linha de Apreensão Transcendental Da Objetividade Real De Todas As Coisas E Não-Coisas às qual lançam-se no intuito da concreta noção a mais apuradamente plausível possível. Dualidade racional revela disparatada aceitação de absurdismos intelectivos que passam injustamente a serem verdades aceitas com rigorosidade acadêmica ou rigorosidade existencialista. Os seres humanos, agora referindo-se a estes como indivíduos pensantes em si mesmos, não necessitam de fator dual para a utilização de seu raciocínio, assim como nós não necessitamos do raciocínio material para Vermos Os Pensamentos Do Tecido Da Mente Material A Encobrir Todo O Kosmos No Baixo Com O Manto Das Essências Que Se Manifestam Por Todas As Esferas Baixas. Humanos raciocinantes em uma única Expressão Transcendental Pura Inominável de suas integridades como existentes para serem racionais são todos os que possuem a capacidade de saber direcionar-se através do Todo Unitário, quando desvendado, da Una Razão, intuitivamente. Não há repartições de razões inúmeras no Ser Intuitivo Transcendental Puro Inominável e todas as suas ações intelectivas são ações e reações racionais que o próprio Ser em consideração habilita como legalmente racional.

Nenhum comentário: