quarta-feira, fevereiro 28, 2007

Da Inominabilidade - Parte XXVI


- Este Filósofo Inominável É Anjo Caido; Anjo Caído Como Todos Os Anjos Caídos; Anjo Caído Como Os Seguidores De Kain E Os Seguidores De Habel No Baixo; Anjo Caído Como Os Incentivadores Dos Crimes Humanos E Os Auxiliares Quedantes Da Humanidade; Anjo Caído Como Tu, Seyin, E Como Os Loucos Anjos Caídos. Este Filósofo Inominável É Ser Superior; Ser Superior Como Todos Os Anjos Elevados, As Fadas Altas E Os Demais Filhos Elevados Do Kosmos; Ser Superior Como Os Eternamente Filhos De Asas Elevadas Do Alto E Os Eternamente Benevolentes Guias Dos Atos Benéficos De Todas As Humanidades; Ser Superior Como Vós, Letycyell, Abeyraell, Gemelleyll, Rvekkeyll, Sa My Na, An Ya El, Ran E Bayn, Assim Como Todos Os Superiores De Todas As Sendas Altas Da Criação Que Transitam Pelas Esferas Altas. Este Filósofo Inominável É Humano; Humano Como O “Ateu” E O Religioso Externo; Humano Como O “Santo” E O “Criminoso”; Humano Como O “Tolerante” E O “Racista”; Humano Como O “Bom” E O “Mau”; Humano Como O “Pobre” E O “Rico”; Humano Como tu, Alynne E Humano Como Os Humanos Ainda Apegados À Matéria E Aos Humanos Aprimorados Nos Moldes Existenciais Do Ultra-Aprimoramento Humano. Este Filósofo Inominável não está dogmaticamente a falar de um sonho absoluto, um absurdo inútil, Irmãos Existenciais Inomináveis; se assim falasse, não teria iniciado nem o discurso do primeiro discorrer desta Obra dele de Esclarecimento Inominável. Este Filósofo Inominável não está dogmaticamente a falar de um “Verdadeiro Deus Criador” com a extrema empáfia de um “conhecedor profundo” de qualquer um que apresente o seu “Deus Criador” como “Verdadeiro”, Pois Não Há Um Deus Criador Verdadeiro Já Que Nenhum Nome Definirá As Faces Do Pai Em Sopro De Todos Nós E Da Criação Em Um Palco Definidor Que Apenas A Ausência Dos Nomes Torna Possível Construir. Este Filósofo Inominável, Caído Lá Do Alto, fala de Algo para ele mesmo inominavelmente insondável, Algo que lhe é intuído através de uma intuição sumariamente Angélica, Superior e humana, abaixo da Intuição Transcendental Pura Inominável. Este Filósofo Inominável fala o que Sabe; mas quem poderá dizer-lhe que ele Sabe O Que Fala Ou Que Não Sabe O Que Não Fala Ou Que Não Fala O Que Não Sabe? Importa filosofar no comum do erro todo de ser um covarde repetindo as “Verdades” falsas mentirosas já conhecidas ou filosofar no complexo acertar de não estar certo de estar filosofando como mais um covarde comum? Este Filósofo Inominável écovarde? Este Filósofo Inominável é comum? Ou este Filósofo Inominável é um Não-Filósofo Inominável?

terça-feira, fevereiro 27, 2007

Da Inominabilidade - Parte XXV


- O Inominável, A Percepção Do Infinito Transcendental Puro Inominável Contido Na Inominabilidade, Tilinta Neste Filósofo Inominável Como Infinitos Sinos Infinitos N’alma Tocando, Narrando Textos Inomináveis Cujo Autor Inominável É Todo Texto. A Filosofia Inominável conduz à especulação e à Afirmação De Verdades Nascidas De Especulações Transcendentais Puras Inomináveis intuitivamente e, conforme a Intuição Transcendental Pura deste Filósofo Inominável, ele está certo, está errado, deve estar certo ou deve estar errado quanto ao falar Daquilo Que É O Pai Verdadeiro Que Tudo Moldou Revelando-Se Através De Infinitas Fontes De Poder. Por tratar de especular no Interior Transbordante De Modificações Do Ritmo Mutável De Toda A Criação, Irmãos Existenciais Inomináveis, não chega a uma conclusão este Filósofo Inominável que possa ser A Conclusão Definitiva Acerca De Todas As Coisas Existentes; assim ocorre também com tudo “Imutabilizado” institucionalmente que fala de um “Deus” conforme o leso plano de detalhar uma falsificação excelentemente comercializada, cuja patente pertence ao pensamento religioso externo. O que se fala do Inominável Desconhecido e de todas as Originais Faces Do Pai Criador Reveladas Em Infinitas Fontes De Poder através da denominação “Deus” e de diversas outras denominações, É O Que Ele Não É. A Intuição Inominável, A Verdadeira Na Fonte De Poder Inominável, A Mutação Transcendental Pura Da Intuição Transcendental Pura, é a do Místico Racional Inominável; porém, afirmar fora do Misticamente Racional o que é uma Intuição Verdadeira é Tentar Falar De Um Vácuo Sendo Todo Vácuo. Não cabe a este Filósofo Inominável afirmar-se intuitivamente correto ou não-correto sobre o que se discorre, discorreu ou discorrerá nesta Obra Inominável De Esclarecimento Da Fonte De Poder Inominável, Irmãos Existenciais Inomináveis. Este Filósofo Inominável é apenas um Ser Caído, um Ser Quedante, Tocando Elevadamente Quedante Em Assuntos Transcendentais Através De Uma Voz Inominável Ainda Nele Que Atua No Interior Dos Seus Alcances Místicos Racionais Inomináveis.

segunda-feira, fevereiro 26, 2007

Da Inominabilidade - Parte XXIV


- Nesse Nós incluem-se os animais, não panteísticamente considerados, mas como Consciências Inconscientes Da Unicidade. Os animais, assim como os outros seres orgânicos e inorgânicos objetivizados existentes além dos seres humanos, são tipos de consciências tais que seguem as leis que não são Leis Da Mutabilidade inconscientemente, seguindo A Marcha Evolutiva Do Kosmos De Todos Os Universos Originada A Partir De Cada Kosmos De Cada Fonte De Poder. Movidos por uma vontade própria de evoluírem mutavelmente, Vontade Inominável Proporcionada Pela Vontade Inominável, tudo o que existe separado da entidade humana e outras entidades pelos infinitos Universos sob uma visão materialista, adentra, sob a Visão Mística Racional, Na Mutabilidade Do Existir Mesmo De Todas As Coisas Nomináveis Que São Inomináveis. A Unicidade Não Seria Da Unicidade Inominável Se Apenas O Nós Considera-se A Humana Gente Deste Planeta Como Provinda do Verbo Criador Revelado Em Infinitas Fontes De Poder. O Nós compreende em si mesmo uma infinita diferenciação entre os seus componentes essenciais, Partículas Da Partícula Desconhecida Que Ao Pensamento Inominável Modelou Todos Os Diversos Particularismos Universais. Este Filósofo Inominável afirma que, Por Mutável Paralelismo Transcendental Com O Pensar Inominável, Irmãos Existenciais Inomináveis, O Místico Racional Insere-Se No Topo Da Ordem De Tudo Modelado Inominavelmente Como Permanentemente Verdadeiro Na Inominabilidade. Mutável É O Pai Inominável, “Imutável” é o “Deus” antropomorfo dotado de determinismos antropocêntricos críveis do mais falso dote de semelhança com qualquer fato verdadeiro ou semelhante em parte a um fato verdadeiro ou Ao Fato Verdadeiro Da Revelação De Nosso Pai Em Sopro Em Infinitas Fontes De Poder. O Inominável É Mutável, É A Mutabilidade Desconhecida Aprendendo Sobre O Seu Próprio Aprendizado Inominável Com A Cadeia Das Mutabilidades, Comuns E Transcendentais, De Seus Filhos Inomináveis Moldados Em Sua Obra moldada. Mutável Desconhecido É Aquele Que O Místico Racional Conhece, Mutável Nele, Mutável No Nós. Ainda que caminhem nesse Conhecimento Transcendental Inominável, os seguidores inomináveis do Misticismo Racional continuam existencialmente no âmbito humano porque Ser Mais Humano É Saber Mutavelmente Não Dizer-Se Mais Do Que Humano.

sábado, fevereiro 24, 2007

Da Inominabilidade - Parte XXIII



- O Inominável Desconhecido É O Nós. Nós, Seres Evoluídos aqui todos neste Sagrado Eterno Útero De Gaia. O Nós dos humanos aqui todos Deste Mundo Que É Gaia no humano campo do viver inteligível. Nós, Todos Da Criação, Enfim, Seres Inteligíveis Do Todo Moldado Para A Finalidade Do Existir Infindável, Viventes Inteligivelmente Objetivos E Subjetivos Por Toda A Criaçaõ. Nós, seres todos pertencentes a este Universo que é um dos infinitos Universos existentes, ligados existencialmente uns aos outros através do Kosmos Inominável E Dos Kosmos Pertencentes A Todas As Fontes De Poder. Nós, seres como os outros seres presentes nos Kosmos de seus Universos, Kosmos Do Kosmos Inominável E Kosmos Dos Kosmos De Todas As Fontes De Poder. Nós, Irmãos de aparências diversas, mas Filhos Inomináveis E Filhos De Cada Fonte Poder Pois O Nosso Pai Revelado Em Infintas Fontes De Poder É Apenas Um, quando livres dos nomes e dos Nomes que não nos identificam existencialmente, do mesmo Pai Inominável de infinitos nomes/não-nomes e Nomes-Não-Nomes descobertos pelas religiões internas. O Nós, no Alto Inominável como Místicos Racionais Inomináveis Ou De Outras Fontes De Poder; ou no Baixo Nomeável como Seres Evoluícdos ou humanos comuns. Nós, Nele. Nós, Dele. Nós, Ele. Nós, Irmãos Existenciais Inomináveis. Os Muros Que Erguemos Para Nos Mantermos Bem Em Nossas Moradas Interiores Caem Quando O Nós Faz Eco Na Grande Caverna Sombria De Nossas Heterogêneas Personalidades Baixas Tão Degradantes Devido À Materialidade A Afetar O Que Do Alto Pode Haver Em Nós, Em Certos Casos, Decorrentes De Individualidades Que Podem Ser Mais Do Que São. A Verdade Do Nós É O Conhecer Do Mais Do Que A Si Mesmo. A Verdade Do Nós Consome As Sombras Totalizantes Sombrias Da Caverna Totalizante Sombria Personalística. A Verdade Do Nós Ilumina A Alvorada Da Verdadeira Personalidade Que Executa Perfeitamente Os Movimentos Da Oculta Individualidade A Adormecer No Espírito Eterno Movente Do Corpo Físico. A Verdadeira Personalidade Humana, como Verdadeira é a nossa Personalidade Evolutiva, Irmãos Existenciais Inomináveis, una com a individualidade que sempre é imaculada em todos os humanos que agem verdadeiramente como seres altamente racionais no Plano Material, é uma derivação perfeita da Personalidade Inominável, do Ego Inominável, da Individualidade Inominável Que É Todas As Personalidades, Egos E Individualidades De Tudo Moldado Para Evoluir Em Direção A Si Em Sua Fonte De Poder. O Nós, este ainda Desconsiderado Revelador Do Tudo Que É, vagueia pelos Círculos Existenciais Individuais querendo ser levado para A Existência Total Do Tudo. O Nós encadeia no Fogo Do Inferno Verdadeiro Do Nada Nominável, O Inferno Verdadeiro Das Mentiras Reveladas, o Eu, É Uno Múltiplo Condensando Ao Esquecimento Total O Múltiplo Individualismo Separatista De Todas As Formas E De Todos Os Conteúdos Que É A Una Forma E O Uno Conteúdo De Todos Nós Que Somos O Um De Infinitas Faces Que É Todo O Nós, É Elevação Iluminadora Lançando Ao Que Possui Todas As Trevas Verdadeiras, O Nada Nominável, À Limitação Ensombreante Do Eu Do Nada Verdadeiro Do Não-Existir Verdadeiro. O Nós É O Inominável Desconhecido. Lógica-Razão-Nós; Lógica-Nós-Razão; Razão-Lógica-Nós; Razão-Nós-Lógica; Nós-Razão-Lógica; Nós-Lógica-Razão: O Inominável Desconhecido, Um Nome Que Não É Um Nome, A Inominabilidade Visualizada Por Este Filósofo Inominável De Asas Quedantes Como A Vivência Interna Verdadeira Dos Místicos Racionais Inomináveis E Que Cada Ser Que Pensa Verdadeiramente É Capaz De Visualizar Sem Nomear Se O Seu Espírito Eterno Não A Nomear E Não O Nomear.

sexta-feira, fevereiro 23, 2007

Da Inominabilidade - Parte XXII


- O Inominável Desconhecido É Lógica. Lógica Desconhecida. Lógica Una De Una Lógica. Lógica Inominável Por Inominável Lógica. A tolice bestial e bestializante humana calcularam-No, matematicamente medindo-O para classificá-Lo tolamente nos tolos termos “Deus É Grande”, “Deus É Dez”, “Deus”, “Deus”, “Deus”, tudo para os tolos de compreensões tolas é “Deus”! Quanta imbecilidade vil, quantos, quantos, quantos, quantos tolos cálculos errôneos de puro vazio saídos da ilógica mente humana comum! Mente humana comum moldadora de um “Criador” passível de medições comuns! Não é uma verdadeira blasfêmia extrema da mente humana comum, Irmãos Existenciais Inomináveis, Calcular O Incalculável como aos preços dos produtos de um mercado para chegar-se à qualidade do menor e melhor preço possível para a venda em grandes quantidades? Como tais mentes podem ousar saber medir A Qualidade Do Que Está Acima De Qualquer Humana Qualidade humana, Irmãos Existenciais Inomináveis? Como ousar saber da Quantidade Do Que Não Possui Qualquer Humana Quantidade Humana, Irmãos Existenciais Inomináveis? Como tornar menor O Que É Maior Em Todas As Suas Faces Em Todas As Suas Fontes De Poder, Irmãos Existenciais Inomináveis? Como tornar melhor O Que É O Melhor Diante Dos Melhores Que Nem Perto Do Verdadeiro Melhor Chegam, Irmãos Existenciais Inomináveis? Como ousar dar um preço ao melhor “Pai-Deus-Criador” que possa ser vendido e bem aceito por ser o melhor que possa existir na realidade material deste mundo, diminuído e simplificado para melhor ser vendido, Irmãos Existenciais Inomináveis? A Lógica Inominável Não Possui Humana Qualidade Humana, Mas Inominável Qualidade Inominável. A Lógica Inominável Não Possui Humana Quantidade Humana, Mas Inominável Quantidade Inominável. A Lógica Inominável É O Melhor Por Estar Transcendentalmente Pura Distanciada Do Que É O “Melhor” No Mundo Objetivo E Subjetivo Humano. A Lógica Inominável Não É Passível De Ser Posta No Limite De Um Preço, Pois Ela Está Na Razão Inominável. Lógica-Razão. Razão-Lógica. Os humanos comuns incompreendem A Lógica-Razão/Razão-Lógica Inominável, vitalizam-se como inertes seres que apenas pensam pelas vias ingratas do senso comum. Até o maior dos chamados “gênios “ da Humanidade, adequado ao seu senso, participativo do comum, quando comum à “generalidade” do seu espírito intelectivo, não decifraria essa Face Da Inominabilidade, Face Inominável Do Inominável Desconhecido. Os Místicos Racionais Inomináveis decifram-no e é através desta Obra Inominável De Esclarecimento, deste Filósofo Inominável De Asas Quedantes, Irmãos Existenciais Inomináveis, que nos incorporaremos ao Enxugar Das Lágrimas de Novos Místicos Racionais Inomináveis ensinado-os a Serem A Lógica-Razão/A Razão-Lógica, como todos os demais Místicos Racionais Inomináveis O São. Gaia Sabe que aqui não estou a ofender a Humanidade ignorante acerca da Inominabilidade. Gaia Sabe, Em Sua Lógica E Em Sua Razão, Que Há Inomináveis Seres Que Vêem Logicamente Racionais A Inominabilidade. Gaia Sabe, Em Sua Lógica E Em Sua Razão, Que Haverá Eternamente, Mesmo No Grande Dia Do Amanhã, Nomináveis Seres Que Jamais Verão Logicamente Racionais A Inominabilidade. Estes últimos, estarão em suas respectivas Fontes De Poder no Grande Dia Do Amanhã, como já o disse a vós, Irmãos Existenciais Inomináveis. Nós, reunidos aqui no Útero De Gaia, Pelas Mãos Do Inominável Desconhecido Que É Lógica-Razão E Razão-Lógica, na Fonte De Poder Inominável Que Nos Chama E Nos Incendeia Inominavelmente, temos que ser ferrenhos defensores Daquilo Inominável No Qual Caminhamos. Palavras não podem ser macias na denúncia da Deusa Ignorância, Irmãos Existenciais Inomináveis, seja esta A Ignorância Humana, A Ignorância Dos Demônios, A Ignorância Dos Anjos, A Ignorância Dos Deuses, A Ignorância Dos Arcanjos ou A Ignorância Dele, O Criador Revelado Em Infinitas Fontes De Poder, Quando Rebaixado À Condição De Semelhante Aos Seres Materiais Pelos Próprios Seres Materiais Utilizando-Se Do Conhecimento Distorcido Dele Que Baixa Nas Mentes Menores Da Criação Através Das Redes Dimensionais Do Caos Material. Guerrear Inominavelmente Contra A Deusa Ignorância É Inominavelmente Ser O Inominável Desconhecido Empunhando Espada Esclarecedora Diante De Todos Os Portões Da Inominabilidade Que Baixa Completa E Pura Nos Inomináveis Seres Que O Compreendem.

quinta-feira, fevereiro 22, 2007

Da Inominabilidade - Parte XXI



- O Inominável Desconhecido É Razão. Razão Desconhecida De Desconhecida Razão. Razão Una De Una Razão. Razão Inominável Por Inominável Razão. A tolice bestial e bestializante humana comum O nomeou, mas nunca chegará, “sabiamente”, A Saber Nomeá-Lo Não O Nomeando Racionalmente, Conhecendo-O Por Sábio Verdadeiro Desconhecimento Mutável Que Guia Ao Verdadeiro Conhecimento Do Inominável. Nomes são tolas convenções humanas criadoras de lendas e reforçadoras de mitos. Nomeando O Inominável Desconhecido como “Deus”, criou-se uma lenda, reforçou-se um mito e o desconhecimento Daquele é negativo, impuro, inocente em suas características de ser apenas um molde pseudo-aprimorado das facetas benévolas humanas, vazia em suas significações diretas já que o simples nome "Deus" pode relacionar-se tanto a uma pedra que pode ser esmagada em qualquer estrada quanto a um Ser Evoluído Em Condição Divina Que Pode Estar Propenso A Perder A Condição Divina E Caminhar Na Matéria. Nenhuma Fonte De Poder, inspirando um fundador de uma religião ou um livre pensador que busque As Faces Reais Do Originador Do Existir, daria um humano nome humano ao que é impossível de ser humano e de ter a Quedante Face Humana Que Objetiva A Carnavalização Na Matéria Em Lugar Da Espiritualização Na Imaterialidade. Ele, Sendo A Razão Desconhecida De Todas As Origens Possíveis E Impossíveis No Patamar Da Fonte De Poder Inominável Que Ele É, Já É Tudo Todo Talhado Infinito e não necessitava da limitação do nome “Deus” e de outros, belos nomes que geram desgraças para esta Desgraça Contemporânea que é o mundo civilizado atual, o mundo, Irmãos Existenciais Inomináveis, no qual atuaremos Enxugando Lágrimas. A Desgraça Eterna Da Humanidade Originou-Se Das Humanas Nomeações Humanas Do Inominável Presente Em Todas As Fontes De Poder E Em Todos Os Poderes Manifestos Materialmente Das Fontes De Poder. Ao Inominável Desconhecido nomeado como “Deus” e os outros nomes que Lhe impurificaram como Pai, foram direcionados todos os erros existenciais humanos cometidos ao longo da História, por total falta da Intuitiva Percepção Transcendental Do Que Ele É Sem Um Nome. Pelo “Deus” e outros belos nomes a Ele dados, que não são A Razão Inominável, um fantasmagórico palhaço do circo desgraçado que é o viver humano, digamos e pensemos assim, Irmãos Existenciais Inomináveis, porque assim é a Realidade Terrestre, as religiões externas e as “seitas” foram fundadas. Conforme Sabemos Em Nososs Olhares Ocultos, Irmãos Existenciais Inomináveis, As Fontes De Poder que inspiraram as formações religiosas e doutrinárias externas mundiais são legítimas, apenas sendo ilegítimos os herdeiros delas que adulteraram as Palavras Verdadeiras dos fundadores inspirados por Aquelas. Por causa dos ilegítimos herdeiros das Palavras Verdadeiras Das Fontes De Poder, as religiões externas e as “seitas” não são A Religião Inominável Do Inominável, Religação Verdadeira Com Ele Através De Um Transcendentalismo Puro Inominável E Com A Verdadeira Verdade Que Clama Pelo Seu Encontrar-Se Com O Olhar Humano Transcendental Puro Inominável. Nenhum Inominável Ser Misticamente Racional Inominável segue religiões externas e “seitas”, não age conforme a irracionalidade religiosa aceitadora das palavras do padre, do pastor, do rabino, do aiatolá, do bispo, do papa e de qualquer “religioso maior que tem experiências pessoais com Deus”. Este “Deus” é o irracional encarnado em todos os religiosos externos, a maternidade de todas as desgraças espirituais da Humanidade, a Razão Nominável, peça-chave de uma desgraça material nomeada tida como “divina”, “sagrada”, “soberana”. A Razão Inominável, para tais irracionais, se assim continuarem a ser, Irmãos Existenciais Inomináveis, será sempre A Graça Verdadeira Que Jamais Nomearão, A Graça Contemporânea Que Jamais Conhecerão, A Graça Eterna Que Jamais Terão.

quarta-feira, fevereiro 21, 2007

Da Inominabilidade - Parte XX


- Chegam Aos Seres Exaustos De Alimentarem-Se De Pedras Em Todos Os Seus Atos De Tentarem Alimentar-Se De Deliciosos Condimentos Fertilizadores Idéias Inomináveis Sobre Verdades Inomináveis. Idéias Inomináveis Altas De Altas Idéias Inomináveis não chegam aos Não-Intuitivos Verdadeiros, os quais acostumam-se com O Alimentar-Se Das Pedras Que Em Si Ajuntam Assimiladas Em Seus Organismos Existenciais. As Verdades Inomináveis Da Verdade Inominável, esta amada desconhecida até para muitos que autointitulam-se ou já autointitularam-se ou foram intitulados “sábios” no presente e no passado, e continuarão autointitulando-se e sendo intitulados no futuro, são Os Alimentos Definitivos E Verdadeiros Que São Consumidos Pelos Intuitivos Verdadeiros, estes que assim são capazes de alcançar O Caminho Inominável. Fechar Os Lábios D’Alma, Corpo, Mente E Espírito Para As Pedras, Abrindo-Os Para O Alimento Definidor De Inomináveis Alimentos, É Descobrir Em Nascedouro Despertar De Infinitos Despertares O Caminho Do Inominável Desconhecido. Os Que Alimentam-Se Neste Caminho, Seja Olhando Para O Algo Alto Escondido Perto Do Que Pode Ser Descoberto Ou Para As Coisas Objetivas Do Mundo Invisível, no qual Intuitivamente Racionais Puros Inomináveis Caminham, são Os Místicos Racionais Inomináveis. Estes não estão acima dos humanos comuns porque também são Filhos Da Humanidade, mas não são dogmatizadores ou seguidores de leis, São Mutáveis E Conhecem Tudo Verdadeiramente E Inominavelmente Ao Caminharem Verdadeiramente No Caminho Da Fonte De Poder Inominável. Os humanos comuns foram os que instituíram, instituem e instituirão dogmas e leis religiosas ao que ignorantemente denominaram “Deus” e “Religião”. “Deus” não é O Inominável. Religião externa não é religação com O Inominável. Os Místicos Racionais Inomináveis advindos do Seio Da Humanidade Quedante não são invencionices deste Filósofo Inominável, vós o Sabeis, Irmãos Existenciais Inomináveis; todo humano comum, se a vontade espontânea de uma Elevação Existencial Verdadeira lhe dominar, está capacitado a Misticamente Ser Racional Inominavelmente Seguindo O Caminho Da Fonte De Poder Inominável. Não Há Um Dia Distante E Não Há Uma Noite Eterna Perturbadora Para O Aprender E O Apreender Do Que É Ser Misticamente Racional Inominável. Não Há Trovoada Dispersante De Verdadeiros Anseios Por Um Algo Maior No Inteligível Captável Pelo Misticamente Ser Racional Inominável. Um Raio, O Raio De Um Maravilhoso Brilho Inominável, O Raio Inominável, Ultrapassa O Verdadeiro Ser Dos Humanos Comuns Que Transmutam-Se Em Místicos Racionais Inomináveis. O Raio, Neles Caindo, Ascende-Os Ao Poderio Do Visualizar Das Metas De Tudo Moldado Imaterial E Materialmente Pela Consciência Inconsciente Inominável. Consciência Consciente Quando A Mutabilidade Universal Move O Moldar De Novas Obras Dentro Da Obra Inominável. Consciência Inconsciente Quando O Mover Mutável Do Moldado Assume O Próprio Moldar De Novas Obras Dentro Da Obra Inominável. Consciente e Inconscientemente, O Místico Racional Inominável É O Raio Caindo E Ascendendo Em Si Mesmo Sendo Inominavelmente O Sentir Do Mover De Cada Átomo Mínimo E Máximo Da Obra Inominável. E ele pergunta-se, já sabendo antes da pergunta a nítida resposta, isto, ao pensar nos humanos comuns: o que eles denominaram de “Deus” sendo como eu inferiores e imperfeitos diante do Inominável Desconhecido Que Não Ouso Nomear Conhecido? E este Filósofo Inominável pergunta ao Místico Racional Inominável que em vós, Irmãos Existenciais Inomináveis, ele está a Fazer Despertar: O Que É O Inominável Desconhecido Que Não Pode Ser Conhecido Através De Todo Nome Humanamente Moldado Que O Faça Conhecido?

terça-feira, fevereiro 20, 2007

Da Inominabilidade - Parte XIX


- Este Filósofo Inominável De Asas Quedantes não está atendo-se e atando-se ao termo “sublime” como um tipo de fanatismo dogmatizante, Irmãos Existenciais Inomináveis. É impossível a este Filósofo Inominável não afetar-se com O Visualizar Do Que Significa O Não-Nomear No Plano Todo Do Investigar Filosoficamente Inominável A Objetividade E A Subjetividade De Todas As Coisas Automanifestadas E Moldadas. Uma Filosofia Do Verdadeiro Não É A Filosofia Inominável, Uma Terra Verdadeiramente Transcendental Na Qual A Plena Verdadeira Mutação É A Chave Da Determinação De Um Verdadeiro Esforço Ao Incondicionamento Cada Vez Mais Fluente Nas Terras Da Inteligibilidade Intuicional Transcendental Pura Inominável. Caem nas terras inomináveis de tal afeto inominável ao Não-Nomear e ao Verdadeiro Não as delícias de um discorrer discursivo sobre o significado da Verdadeira Transcendência, a qual este Filósofo Inominável em tudo percebe com Olhos Intuitivos Transcendentais Puros Inomináveis novamente, como vós, Seyin, me fizestes voltar a assim Tudo Perceber Inominavelmente. Confessa este Filósofo Inominável, Irmãos Existenciais Inomináveis, que ele ainda nomeia tudo que fenomenologicamente percebe do mundo visível e do mundo invisível, este intuitiva e intelectualmente concebido a partir de sua Visão Espiritual Quedante, e apenas Rascunhos Leves De Grandes Textos são visualizados. Esta Filosofia Inominável poderá receber talvez um nome, caso pela Humanidade seja conhecida em partes através de algum daqueles que Enxugaremos As Lágrimas, como o por este Filósofo Inominável acima descrito, "A Filosofia Do Não”; e talvez até os de “Filosofia Intuitiva Transcendental Pura Inominável”, “Filosofia Mística Racional Inominável” ou “Filosofia Do Filósofo Inominável Que Do Alto caiu E Que Não Gostava De Nomear As Coisas Que Ele Observava No Mundo Fenomenal Baixo”. É No Conjunto Do Nomear Que O Conjunto Teórico E Prático Da Inominabilidade É Compreendido e do enxame que futuramente advirá do examinar desta pelos futuros novos Filósofos Do Grande Dia Do Amanhã, de heterogêneas Fontes De Poder, exames com críticas destrutivas (certamente a maioria) e construtivas (talvez apenas uma), pois, mesmo estando todos unidos em Nosso Pai Em Sopro, Irmãos Existenciais Inomináveis, Sabemos Que As Diferenças São Eternamente Mutáveis E Permanecem Para Que Haja O Equilíbrio Da Balança Existencial Do Todo E Do Nada. Contudo, O Algo Inominável, O Algo Da Origem Inominável De Tudo, A Fonte De Poder Inominável que guia cada Palavra Verdadeira desta minha Obra Inominável De Esclarecimento Do Caminho Da Fonte De Poder Inominável, guia este Filósofo Inominável na seguridade do que surge no Papel Eterno A Inscrever-Se Através De Uma Pena Ardente Em Revoluções Inomináveis Presentes Inominavelmente Em Seus Lábios. Todo este recente discernir sobre o futuro desta Obra Inominável contém O Místico Elemento Transcendental Puro Inominável do qual, sob a Visão deste Filósofo Inominável, desenvolve-se O Princípio Da Inominabilidade, explicativo tanto da Coisa Maior Inatingível Por Ser Mutável Na Fonte De Poder Inominável E Em Todas As Fontes De Poder (O Inominável Desconhecido) como das Coisas Menores Atingíveis Pela Efemeridade De Todas As Coisas No Baixo (os fenômenos e os objetos). Para falar do Inatingível e dos Atingíveis, os quais coabitam conforme esta Filosofia Inominável no Inominável, Irmãos Existenciais Inomináveis, será imprescindível apresentar o Místico Racional A Transitar Pelos Caminhos Ocultos Inomináveis. Este é o assunto que tratarei aqui a seguir, no Útero De Gaia, no qual este Filósofo Inominável procura Logicamente Racional Inominável expor A Visão Teórica E Prática Do Misticismo Racional Inominável. A Prática origina-se da espontânea colaboração do raciocínio de um ente possuidor de Anseios Transcendentalistas que possam agir em suas mente, corpo, Espírito E Alma Eternos. Continuem incondicionando-se. Raciocinem incondicionados. Mutáveis racionalmente sejam no continuar deste Ouvir A Minha Leitura Inominável Da Fonte De Poder Inominável incondicionadamente.

segunda-feira, fevereiro 19, 2007

Da Inominabilidade - Parte XVIII


- As tarefas da Lógica Da Una Razão, em uma forma unitariamente automanifestante de exatidões axiomáticas, pode ser chamada convencionalmente de Una Lógica. Sem desmembramentos, desvinculamentos e redirecionamentos das suas propriedades incondicionais, A Una Lógica naturalmente viabiliza a determinação transcendental do Princípio Da Inominabilidade. No mesmo terreno mutável coerente de investigações transcendentais, A Una Razão e A Una Lógica, agindo em tremenda Unicidade Lógica Racional Inominável, derrubam todos os problemas do conhecimento. Problemas estes como o da incoerência de certos caminhos teóricos e práticos, assim como a excessiva acumulação de sistemas de conhecimentos divergentes entre si. Elas reúnem em seus íntimos caminhos de resoluções gnoseológicas Raciocínios Transcendentais Inomináveis Que Participam De Logicidades Racionais De Mentes Incondicionadas Conduzentes A Um Unitarismo Mutacionista Inominável De Generalidades Dedicadas À Não-Generalidade. O Não-Generalizar desempenha um fator dinâmico sempre verdadeiro pelo Mutacionismo Racional Inominável que contém, pois todo Conhecimento Verdadeiro não nasce de dogmatismos imóveis generalizadores. Tudo teria uma certeira lógica racional, de argumentos conciliadores dos destrutivismos intelectuais que somam negatividades ao conhecimento como pseudoverdades, existentes nas falsas filosofias e ciências ditas como “lógicas e racionais” entre os humanos que enxugaremos as Lágrimas, Irmãos Existenciais Inomináveis, se o Não-Nomear de forma pluralizada dominasse pluralmente todo o Pensamento Humano, tarefa excepcional que seria indicada pelo Não-Generalizar. A Inominabilidade Evita Desbaratadas E Insensatas Argumentações, Afirmações E Opiniões Absortas Em Frágeis Templos Do Saber Cujos Tijolos Caem Ao Sopro De Uma Análise Desconstrutora De Sua Falsa Legitimidade. A raiz da não-evolução humana está na ausência da Inominabilidade em todo algo objetivo a ser inquirido subjetivamente pelos entes humanos responsáveis por este sublime trabalho. Mas, Irmãos Existenciais Inomináveis, aqui, neste Sagrado Útero De Gaia Em Momento Inominável De Minha Obra Inominável, digo-vos que apenas poucos na Humanidade podem seguir Na Verdade Existencial Da Inominabilidade Como Inomináveis Seres. A Inominabilidade possui um Todo, O Seu Todo Sublime Trasncendental, que Compreendido É Apenas Pelos Que Revelam A Inutilidade Verdadeira De Todo Nome No Panteão Das Formas E Das Não-Formas Da Criação. O Todo Sublime Transcendental Da Inominabilidade não se trata do Conhecer-Sem-Nome simplesmente, mas do Desconhecer Os Nomes, os quais apenas são aparências mentirosas, a fim de chegar-se sublimemente às Essências Que São As Verdadeiras Essências Do Que Se Diz A Essência De Um Objeto Ou De Um Sujeito Apenas Pelo Que Estes Nominalmente Sugerem. Princípio Inominável De Não-Princípios Inomináveis, Mutável De Mutabilidade Principiadora Do Principiar Da Mutabilidade Inominável, A Inominabilidade É A Principiante De Toda Sublime Descoberta Verdadeira No Ardor Intuitivo Transcendental Puro Inominável Investigativo E Revelador E Desvelador De Toda Verdade Inominável Na Inominável Verdade Da Inominabilidade.

domingo, fevereiro 18, 2007

Da Inominabilidade - Parte XVII



- O Logicismo não é Ilogicismo, como o faz crer os defensores de sua inutilidade básica na Filosofia Humana, A Filosofia De Muitos Nomes Inúteis E Incessantemente Vazios Em Sua Infinitude. Induzido pela Una Razão, ele é uma via definidora do definitivo ou quase definitivo de uma verdade ou quase verdade em uma investigação filosófica e científica racionais. Pensar que ele é dispensável apenas por não ter aparentemente, como Lógica comum a vigorar na filosofia não-transcendental, um modo-guia de sua definição como doutrina mutável na prática dos estudos filosóficos e científicos, todo transcendentais, Irmãos Existenciais Inomináveis, denota fraco e pequeno conhecimento acerca das essências racionais da mente humana se incondicionada do axiomático na Fonte De Poder Inominável. A mente humana comum é pouco lógica racionalmente, compreendendo apenas simplicidades lógicas fundamentais do tipo “dois mais dois são quatro”, “para todo efeito há uma causa” e demais outras afirmações passivas de estados perceptivos passivos comuns. A mente humana incondicionada, no Caminho Inominável, acostumando-se a apriorismos aprimorados da natureza divina ou quase divina dos sentidos dos Seres Espirituais Mais Elevados E Perfeitos, como eu fui, aborda Mutabilidades Investigativas Lógicas Incomuns E Inomináveis, Daquelas capazes de levarem um ser humano a um encontro mais sincero consigo mesmo e com as verdadeiras verdades dos fenômenos objetivos. As Induções Lógicas Transcendentais Puras Inomináveis Da Una Razão Em Sua Lógica Narradora De Encontros Verdadeiros Com Os Resultados Mais Verdadeiros Ao Ritmo Intuitivo Mutável Como Coordenador De Sua Operacionalidade, para as mentes condicionadas e comuns são impossíveis em suas maximizadoras execuções. Para as mentes incondicionadas, dotadas de ritmos e polaridades mutáveis de uma absoluta firmeza que as comuns não possuem, toda alta maximizadora execução de seus desenvolvimentos intelectivos é poderosamente construtiva. Mentes Incondicionadas Constroem Edifícios Incondicionais De Tijolos Incondicionantes A Forjarem Colunas Incondicionadas Do Pensar. Há de se ter uma incondicional logicidade no raciocínio definidor dos significados próprios do Objetivismo Inominável desse Logicismo Racional Uno Inominável. O sujeito pensante, humano ou não, Material ou Imaterial, Lógico Racionalmente Uno Inominável, pode partir de uma intuição lógica comum, de parca racionalidade, e, com confiança poderosa legitimada pelas suas observações, concluir estas axiomaticamente. O objeto, logicamente raciocinado em todos os seus atributos exclusivos e inclusos naturalmente em si, definido axiomaticamente na Objetividade Real De Sua Existencialidade, É O Ponto De Valorização Do Pensamento Lógico Racional Inominável Do Sujeito. Não se pode querer remover rochas de um sistema filosófico ou científico que pretenda renunciar a um Logicismo como meio de desdobramento analítico do objetivo fenomenológico de um objeto ou objetos nascidos de fenômenos aleatórios ou determinados por um continuísmo lógico. No interior da Intuição Transcendental Pura Inominável, referente aos que iniciam-se como Irmãos Existenciais Inomináveis, referente aos que já são Inomináveis Seres, o que auxilia no Exercício Lógico Racional Inominável é A Mentalização Não-Metódica No Concreto E No Abstrato, um caráter indispensável ao homo transcendentalis nesta Obra Inominável minha aqui discutida para que possamos Compreender Que É Possível Enxugar As Lágrimas Humanas Encaminhando Determinados Seres Humanos Propensos À Inominabilidade Para A Inominabilidade Que É A Essência Da Fonte De Poder Inominável. O homo transcendentalistis, Intuitivo Transcendental Puro Inominável, reconhece como logicamente racional em sua espontaneidade incondicionada A Conduta Transfísica Da Corporeidade Intuicional Referente À Essência Verdadeiras De Todas As Coisas Observáveis Através Dos Fenômenos Objetivos E Subjetivos Da Realidade Da Criação.

sábado, fevereiro 17, 2007

Da Inominabilidade - Parte XVI


- Raciocínios abstratos e concretos comuns necessitam de uma ordenação propícia para a sua exata expansão em torno de estudos desenvolvimentistas de conceitos, juízos e opiniões. Raciocínios abstratos e concretos complexos são de mais atenciosa organização expressiva e expansiva em seus espaços definidores de composições do pensamento. Raciocinar abstrata e concretamente, de forma comum e complexa, faz parte natural dos deveres intelectuais da douta forma e alta essência de todas as ciências. Por uma conjunção de Mutabilidades Intuitivas Em Intuições Mutáveis, A Lógica Operante Do Operar Lógico Da Unicidade Racional Opera Todo Transcendentalismo Puro Inominável Como A Matriz Principal E Origem Primordial De Todo Conhecimento. Sendo este abstrato ou concreto, a Lógica ativa mutavelmente fraquezas raciocinantes em fortalezas maiores do Espírito que verdadeiramente procura o Verdadeiro Conhecer. Ela é o Fato Uno Racional da chegada intuitiva a todos os conteúdos do conhecimento humano e às verdades dos princípios “supremos” e “absolutos” que, para serem reais na imunidade proporcionada pela Mutabilidade a fim de não serem falsos, devem ser vistos como não-supremos e não-absolutos. São todas irracionais, desde o seu principiar raciocinado no pensamento abstrato e concreto, as Verdades tidas na supremacia e no absolutismo essencialmente incontestáveis. Pensamentos Unos, vencedores das divisibilidades limitantes do poder pensar racionalmente, factualmente convergem para uma comum expressão final que não finda em construtividades e exatidões formais, posto que são mutáveis. Aludindo ao particularismo objetivo maior do Logicismo Transcendental Puro Inominável, os pensamentos administrados pelos fatores intuitivos são visões de pontos novos e desconhecidos de conceitos tidos como indestrutíveis. Esses pontos novos e desconhecidos dizem ao Olhar Intuitivo muito mais do que os pontos antigos e conhecidos, estes sendo os que com exata intencionalidade apresentam erros elementares com demasiada altitude. Todo axioma deve ter sua potencialidade como axioma questionada e, no rumo intuitivo que esta Obra Inominável deste Filósofo Inominável aborda, principalmente, devem perder os seus caracteres de princípios inquestionáveis, de máximas e sentenças todas maximizadamente definidas como certezas inquebrantáveis. O filósofo que cegamente aceita o corpo constitutivo formal de um axioma como Verdade Transcendental não compreenderá jamais a Transcendentalidade Verdadeira. Quando tal tipo de filósofo logicamente ativa o poder do seu raciocínio, ao buscar de raciocínios que visem O Ver Verdadeiramente O Transcendental Verdadeiro, em argumentos e classificações, abstrai e forma conteúdos com um objetivo único, imutável, do alcance de uma determinada conceituação. Agindo no caminhar do encontro com o Vazio Do Imutável, não lhe é possível, geralmente, uma segura objetivização de formalizações subjetivas. Confusamente, a natureza conclusiva dessa lógica investigativa racional é toda errônea e passível de toda desconfiança por parte da visão filosófica de qualquer outro filósofo, Irmãos Existenciais Inomináveis.

sexta-feira, fevereiro 16, 2007

Da Inominabilidade - Parte XV


- Anti-metodologica e essencialmente superior à lógica de cálculos matemáticos comum à Humanidade, a Lógica Intuitiva Transcendental Pura Inominável, em seu conjunto de Juízos Transcendentais Puros Mutáveis, conclusões que levam a novas investigações e especulações ao máximo possível do especulativo e do não-especulativo, cabalmente é o instrumento mais precioso da mente participativa da Unicidade Racional. Promovendo imensa vastidão intelectual em suas propriedades expansionistas mutáveis, essa Ciência Transcendental Pura Inominável com as qualidades anti-científicas na não-aceitação de rigorosismos formais não pode ser meramente medida pela quantidade de suas manipulações intelectivas. A qualidade de sua essencialidade fundamentadora de exímios acabamentos do que propõe-se a exatamente erguer, fora de todo formalismo condicionante limitador, a institui como depuradamente correta ao não aceitar dogmatismos científicos. Pela racionalidade inicial e pela racionalidade parcial não se pode medir logicamente pleno tudo o que apresenta-se fenomenologicamente ao olhar humano comum,; instantaneamente, a mente ativa em seu espírito investigativo na unicidade racional, em comum acordo com sua própria Logicidade Transcendental Pura Inominável, unge um raciocínio que talvez esteja próximo da Verdade ou na Verdade E Seguridade De Seus Momentos Quase Perfeitos Na Verdade. A Lógica Da Unicidade Racional É Uma Entidade Transcendentalista Respirando Infinitos Possíveis Por Meio De Aparelhos Ilimitados Mutáveis E Possíveis Concebidos Mental E Espiritualmente Como As Molas Propulsoras Do Discernimento Total Do Que Se É Conhecido. As concepções incondicionadas merecem toda receptividade mental e espiritual do manipulador intelectivo desses Aparelhos, para que não se perca a mínima pulsação esclarecedora do ritmo construtivo do que racionalmente lógico é calculado, julgado, interpretado e construído. As bases da respiração, que é Toda Intuitiva Transcendental Pura Inominável, estão nos atributos incondicionais das Peças Lógicas Transcendentalizantes Puras Inomináveis Dos Aparelhos, que não podem ser dispersas no painel adinâmico de um raciocínio que caminhe por via intelectivas pequenas, médias ou grandes condicionadamente. A naturalidade anti-sistemática das específicas diversidades dessas vias é de uma desenvoltura desenvolvimentista na qual centralizadamente atuam modulações direcionantes de sua solidez estrutural, totalizada em atividade incessante. A Una Razão Gera Uma Lógica Racional Una Com A Sua Mutável Atividade Lógica Pura Inominável, a qual racionalmente opera abastadamente entendimentos complexamente abarcadores de todas as organizações funcionais da Intuição Transcendental Pura Inominável. A Lógica Racional Una Da Una Razão Possibilita O Princípio Da Inominabilidade Principiando Princípios Contidos Nos Raciocínios Abstratos E Concretos Densamente Amplos Da Unicidade Racional.

quinta-feira, fevereiro 15, 2007

Da Inominabilidade - Parte XIV


- Autotranscender-Se É Explorar As Pluralidades Intuitivas Transcendentais Puras Inomináveis Da Explorabilidade Do Pluralismo Contido No Ato Puro Do Transcender Puro Inominável. Autotranscendental, A Una Razão É A Logicidade Autêntica Das Infinitudes Puras Do Transcender Puro Inominável, pois nascida de um páthos espiritual transcendente a todo páthos concebível materialmente, apenas fala acerca da existencialidade singular dos Fenômenos Plurais antes da aparição formalizada fenomenológica. O Pluralismo Transcendental Puro Inominável, concretamente visualizado, isento de fragmentações elementares existenciais que desdobrem-No em fatos incoerentes que mentem sobre a sua Verdade Elementar Mutacionista, é O Parto Maior Do Momento Maior Que É Ver E Ser E Ter Mutavelmente Transcendente Em Si Uma Verdade De Verdade Da Verdadeira Verdade Das Verdadeiras Verdades. Na Visão Transcendental Pura Inominável Do Plural, Espírito Transcende Espírito, os princípios e o principal motivo do raciocínio, do Existir Elementar Da Inteligibilidade, do exibir grandioso do intelecto, são a objetividade subjetiva da racionalidade inicial na subjetividade objetiva da racionalidade parcial fundidas de modo incondicional e heterogêneo às duas, além do Supremo Mutável Automanifestador De Faculdades concebíveis apenas pelos não-métodos luzidios espirituais. De Modo Transcendental Puro Inominável encontram-se na Una Razão o objetivismo subjetivo inicial, a intuição do objetivo dos sujeitos pensados implícita no não-método especulativo que é o melhor dos métodos especulativos; e o subjetivismo objetivo parcial, a intuição da subjetividade dos objetos pensados explícita no não-método sensível que é o melhor dos métodos nascidos da sensibilidade. Contudo, acima do concebível dessas duas faces da Unicidade Racional, Irmãos Existenciais Inomináveis, a própria Una Razão destaca-se das mesmas no mesmo processo intuitivo pela visibilidade incondicionada de jamais falhar em suas concretizações. A Una Razão alcança terrenos muito mais além dos especulativos, do sensível, do supra-sensível e do extra-sensível. Os Unos Caminhos Metafísicos Transcendentais Puros Inomináveis independem até de uma seqüência perceptível à consciência racional que, quando condicionada, procura diligentemente a formação do começo, do meio e do fim de um algo subjetivizado ou objetivizado. Incondicionada nos rumos intelectivos transcendentais puros, a consciência racional esquece o início do início, o início do meio, o início do fim; o meio do início, o meio do meio, o meio do fim; o fim do início, o fim do meio, o fim do fim. O Incondicionamento Transcendental Puro Inominável é um Eterno Não-Início, Não-Meio E Não-Fim; Anti-Iniciador, Anti-Mediador E Anti-Finalizador Da Fenomenalidade. Sendo a antítese do condicionado e de todas as convenções dos condicionamentos, a Una Razão Incondiciona-Se Existente Através Dos Mecanicismos Da Racionalidade Inicial E Da Racionalidade Parcial. Transcendental pura Inominável, Ela considerará de modo diferente dos que a antecedem o perímetro do triângulo retângulo medido conforme o raciocínio prático do estudo da Geometria Oculta De Todas As Formas. Aprofundando esse raciocínio, Irmãos Existenciais Inomináveis: A Unicidade Racional Aprioristicamente Define O Significado Mais Lógico Do Porquê Da Medida Do Perímetro Oculto De Todas As Formas; Do Porquê Da Existência Do Triângulo Retângulo Oculto De Todas As Formas; E Do Porquê Da Exatidão Dos Cálculos Que Levaram-No A Ser Conhecido Fora Do Oculto De Todas As Formas. Ultrapassando esse nível antimetódico apriorístico, lançando mão de recursos latentes nas profundidades do Espírito Que Transcendeu-Se E Que Intui Transcendentalmente Puro Inominavelmente, Chegar-Se-Á Ao Estabelecimento Do Porquê Da Existência Do Perímetro Oculto De Todas As Formas E De Suas Medida Ainda Mais Ocultas Do Que Si Mesmo Antes De Serem Vistos Como Tais; Do Porquê Da Existência Do Triângulo Retângulo Oculto De Todas As Formas Antes Deste Ser Visto Como Tal; Do Porquê Da Existência Do Cálculo Geométrico Perimetral Oculto De Todas As Formas Antes De Ser Efetuado Como Tal; E Do Porquê Da Geometria Oculta De Todas As Formas Ser Como Tal No Mundo Fenomenal Da Ciência Oculta Da Matemática Oculta De Todas As Formas, Chegando-Se Até À Indagação Transcendental Do Porquê Desta Como Existente E Necessária Ao Homem, No Homem, Para O Homem Aos Que Fazem Parte Deste E Seguem O Caminho Da Fonte De Poder Inominável.

quarta-feira, fevereiro 14, 2007

Da Inominabilidade - Parte XIII


- E o que move a totalidade de uma racionalidade inicial e de uma racionalidade parcial é a sua coexistência conflituosa na Una Razão. Este Filósofo Inominável, dentro de sua obrigatória nominativa linha de pensamento, como explicado antes dele iniciar esta Obra De Esclarecimento Da Fonte De Poder Inominável, retomando esta explicação, Irmãos Existenciais Inomináveis, aponta para o existir do conflito no interior do indivíduo humano, no qual a racionalidade inicial e a racionalidade parcial envolvem-se em uma bélica disputa. Conflitos externos existem porque a Humanidade engolfa-se nos mares do Imbecilismo e não percebe que, com relação aos processos mentais relativos à intelectualidade, o verdadeiro conflito afirma a origem de toda exteriorização da imbecilidade que aceita o Imbecilismo Social. Intrinsecamente nessa panorâmica conflituosa interna, sem ultrapassar nitidamente a racionalidade parcial em todas as suas dificuldades, acintosamente não é alcançada a racionalidade inicial; e, logicamente, a Una Razão, esta sendo A Fonte De Instantânea Visão Da Procedência E Da Antecedência De Todos Os Fenômenos. Contudo, o método de ultrapassagem dos estados parcial e inicial da racionalidade até a Unicidade Racional, a abortadora do conflito, não condiciona-se a partir dos diversos métodos que possibilitem a passagem de um estado racionalizante medíocre e imbecilizante nascido desse conflito através de estudos que o tornem aprimorado e, assumindo artificialmente um espírito mais racionalmente exercitado, alcancem os sublimes raciocínios do que se denomina “genialidade”. Nenhum ente racionalmente assim atuante, utilizando-se de métodos condicionantes, preocupando-se em seguir uma pré-determinada linha volitiva de ação intelectiva, deixa no abismo do nada de sua mente o conflito entre o baixo e o alto pensar para nadar lepidamente no Oceano Do Mais Alto Pensar. Para transcender-se racionalmente, o ente pensante verdadeiro em sua pensante atividade intelectiva deve deixar fluir em si todo o Transcendentalismo, a abordá-lo intensamente, a inspirá-lo dinamicamente, não procurando alcançá-Lo, mas permitindo-Lhe alcançar-lhe Na Mais Natural Obra Que A Arquitetura Racional Pode Erguer Sem Que O Arquiteto Maior, A Racionalidade, Exija-Se Ciente De Todo O Seu Mover Obreiro. Esplendorosamente, É Sempre Uma Forte Chuva A Torrente Transcendental Da Unicidade Racional Nos Horizontes Intelectivos Abordantes De Todas As Mais Variadas E Infinitíssimas Questões Fenomenais. Em termos da Una Razão, pratica e teoricamente interpretados por uma Luminescência Espiritual Superior, a sua Ciência, anti-dogmática e anti-científica formal, declara todo um Absolutismo Mutacionista Transcendental Inominável. Os passos da racionalidade inicial e da racionalidade parcial, como dito por este Filósofo Inominável e reiterado agora nesta Parte De Sua Obra, não separam a Humanidade conforme as capacidades intelectivas individuais. Há, nesta Primeira Parte Da Obra Deste Filósofo Inominável, Irmãos Existenciais Inomináveis, a definição clara do conflito fundamentado pelo Imbecilismo Social Da Civilização Humana Que Afeta Aos Seres Altos Que Advogam Pela Causa Da Evolução Humana, que agora, em uma Mutabilidade Conceitual, este Filósofo Inominável pode denominar, em Seu Papel De Obreiro Inominável, como Imbecilismo Existencial. As iniciais maiúsculas das palavras identificam o teor dessa desgraça como a principiadora da Desgraça Contemporânea no Seio Da Humanidade Terrestre pela qual Enxugaremos As Lágrimas, uma ordem organizada pelo organizado caos social mundial. Pelo lógico desenvolver dessas reflexões, o termo Imbecilismo Existencial pode agora ser aplicável aos seguimentos intelectivos de raciocínios caóticos, falhos e fracos moldados em certezas incertas de erros certeiros do conhecimento geral flutuante no organismo social. O Imbecilismo Existencial é um condicionamento e, nos termos também da Intuição Transcendental Pura Inominável que atua una com a Una Razão, pode ser instantaneamente transcendido através da destruição transcendente de suas influências quando a mente naturaliza-se naturalmente à Unicidade Racional. A Mutação Inominável processa-Se a partir de uma autoexpressão da expressão humana racional em não eternizar-se imbecilmente conforme o transcorrer dos anos de existência do ente que transcende-se. O Luminoso Poder Explosivamente Revolucionário E Evolucionário Da Una Razão É A Infinitíssima Autotranscendentalização De Sua Transcendentalização Espontânea Mutavelmente.

terça-feira, fevereiro 13, 2007

Da Inominabilidade - Parte XII


- A racionalidade parcial tramita-se existente ao nível emocional, que discursa sobre as partes questionáveis de um fenômeno observável ao invés da parte questionável de um todo fenomênico. Por mais inacreditável que pareça realísticamente, a racionalidade parcial, raciocínio à flor da pele, condicionado acima do condicionado da racionalidade inicial, como este ambienta-se lógica. Pelos sentidos humanos comuns, a racionalidade parcial demarca periodicamente um trajeto limitado pelas aparências apetecíveis à sua objetividade. Subjetivamente moldada a partir da receptividade de impressões e expressões que passam pela crítica visão de regras metódicas pré-determinadas, a racionalidade parcial aborda conceitos inteligíveis compreendidos através de condições limitadas, vertentes imbecilizantes da inteligibilidade, a qual por nada deve ser ou estar limitada. Há de se pensar, erroneamente, que um método de raciocínio condicionado seja totalmente ilógico no profundo e tênue caminho que percorre simultaneamente com o apreender do que especificamente é questionado. O erro exibe-se nessa interpretação, pois se a racionalidade parcial decorre de pré-determinações específicas dos fenômenos, a sua natureza é lógica. Lógica, já que de pré-determinados conceitos e regras decorrerão o surgimento de raciocínios, pensamentos, opiniões, julgamentos, juízos e interpretações condicionados. Ilógico seria pedir a uma inteligência limitada pelos sentidos do mundo das aparências e sensações, que imbecilizam mais do que ensinam se não são indagadas em seus porquês existenciais, predominando nos indivíduos humanos que se submetem à racionalidade parcial, alcançar o mundo das verdades apriorísticas ou o mundo do além-apriorístico ou O Mundo Das Verdadeiras Verdades, tão distantes de seus mecanismos metódicos lógicos que os caracterizam essencialmente. Ilogicamente atuaria um raciocínio limitado na abordagem metafísica ou transcendentalista dos aspectos inteligíveis da sucessão fenomenal, perdendo-se no caminho do seguir-se real da continuidade fenomênica e do próprio fenômeno seguindo a sua realidade de formar-se como tal. Falta à racionalidade parcial uma sistematizada cadeia de fontes de entendimentos movimentadores do agir conforme a logística racional plena de propriedades racionais legítimas da racionalidade inicial. Mas, aqui, este Filósofo Inominável não é levado, meus Irmãos Existenciais Inomináveis, a comparar raciocínios, como a realizar uma infantil abordagem imbecilizada típica de alguns “eruditos” da Humanidade pela qual trabalharemos Enxugando As Lágrimas, eruditos que não filosofam e preferem pôr tudo em termos de conflitos. Este Filósofo Inominável não está querendo, meus Irmãos Existenciais Inomináveis, dividir a Humanidade em imbecis que raciocinam inicialmente dotados de frágeis alicerces intelectivos e imbecis que raciocinam parcialmente dotados de maiores fragilidades intelectivas do que aqueles, moldando dessa maneira própria dos que amam as classificações e rótulos imbecilizados mais uma situação conflituosa, situação que não atende ao Ser Do Caminho Inominável Da Fonte De Poder Inominável. Todos estão inseridos em Ciclos Evolutivos heterogêneos, agindo racionalmente conforme as suas condições intelectivas pessoais. O Imbecilismo é uma condição que abrange o todo consciente da sociedade humana e não os indivíduos particularmente; estes se imbecilizam por não reagirem aos fatores globais da ignorância pululante na sociedade contemporânea destes tempo humano que, utilizando-se da Linguagem Cósmica Do Baixo, podemos denominar Desgraça Contemporânea e Idade Da Lata. Nesta época do Imbecilismo, da Desgraça Contemporânea, da Lata, desta Humanidade Terrestre, este Filósofo Inominável estaria sendo O Imperador Dos Imbecis se continuasse a ver a Humanidade em termos de divisões apesar das diferenças entre os seres humanos, diferenças essas que dizem respeito aos níveis particulares de visões da fenomenalidade. Cada ser humano interpreta o mundo com os olhos de seu Ser Interno isento ou não das precariedades nascentes do pensamento geral imbecilizante, não havendo diferenças entre inteligências e, sim, diferenças nos olhares existenciais que captam O Mover De Todas As Coisas Existentes.

segunda-feira, fevereiro 12, 2007

Da Inominabilidade - Parte XI


- A racionalidade inicial é a utilizada no método filosófico especulativo, inerente aos meios humanos de intelecção mais abstratos e concretos em termos de investigações existenciais, como fonte de toda expansão dos raciocínios especulantes. A transcendência e imanência dela, sugerida por tal meio de conhecimento, é uma característica fenomenológica factual interna de altos graus interpretativos da mente. Nos campos da natureza mental, compostos por diversificados juízos intelectivos que indicam os condicionamentos necessários aos desenvolvimentos dos pensamentos abstratos e concretos, transcendentais e imanentes ao corpo mental em seus próprios modos formais condicionados, o sistema apriorístico exerce sua caminhada em estrada de altíssimo veiculamento de completa expressividade. Por vias lógicas que considerem a expressão dos conhecimentos e não o conhecimento das expressões; a composição dos termos e não o termo das composições; a impressão dos conteúdos e não o conteúdo das impressões; e uma incondicional organização de caracteres incondicionais para um caráter incondicionado, o método apriorístico de intelecção possui densa estrutura que capacita-o a ser consistente, invulnerável e imbatível em sua natural operacionalidade incondicionada. Especular não é simploriamente deduzir de forma burlesca a forma real de idéias além do Conhecimento Humano; para especular ao nível de metódica verdade incorruptível, a mente humana deve organizar-se em um infalível esquema lógico transcendentalista. A esquematização não é a negativa lógica da sensibilidade compreensiva da fenomenalidade e nem a lógica negatividade da compreensão sensível do porquê da fenomenalidade, proporcionantes do fator do Imbecilismo que deturpa a inteligibilidade correta humana. A esquematização não é nenhum dos formalismos diretores do ato especulativo que imbecilizam o raciocínio, a denotarem retrações que impedem a atitude mesma do especular e que foram adotados por várias escolas filosóficas da Humanidade Terrestre. Esquema algum que elabore a metodologia especulativa como especulada metodologia, uma maneira formalmente intelectual de imbecilizar, é real ao ambiente da obra metafísica individual daqueles que põem seus pensamentos nos assuntos metafísicos. A mente destes, quando purificada de formalismos excessivos minorizantes, qualifica-se a elevados alcances do que através daquilo que uma frágil racionalidade inicial toma como metodologia. Estudo controlado do método especulativo torna-se estado incontrolável da chegada a nenhum estado crível de controle sobre o que se especula. Especular, Irmãos Existenciais Inomináveis, diante de toda a Elaboração Orgânica De Palavras Cósmicas Verdadeiras A Uma Mente Humana Alcançando, É Tocar No Alto Em Questões Menores Que Podem Ser Todas As Questões Maiores. Especulação Não É Crime Existencial, Até Os Seres Superiores Especulam, Mesmo Sabendo De Todas As Verdades Ou Apenas Das Tênues Faces Primeiras De Todas As Verdades. Todas As Verdades Podem Ser Especuladas E Toda Especulação É Chama Descobridora Do Surgir De Uma Verdade E Daquelas Verdades Ocultas No Seio Do Nosso Pai, Que Antes É Mãe, Em Sopro. Sagrada É A Especulação Na Fonte De Poder Inominável. Toda validade da especulação, mesmo sendo de resultados inférteis em sua maioridade ou de resultados férteis em poucas situações, É Ponte Evolutiva Necessária Ao Caminhar No Caminho Inominável. Não nos atrevamos, Irmãos Existenciais Inomináveis, a dizer que não especulamos. Muito do que falamos, desde nossas Origens Em Sopro, pode ser especulação. Eu especulo, caso seus Olhos percebam, nas entrelinhas de tudo o que estou a dizer-lhes, para demonstrar-lhes A Fonte De Poder Inominável. Esta, no entanto, não é uma especulação, É Um Dos Infinitos Caminhos Para O Alto. Especular É Inominavelmente Falar.

domingo, fevereiro 11, 2007

Da Inominabilidade - Parte X


- Por que o termo “racionalidade inicial”? Por que o termo “racionalidade parcial”? Por que os dois termos que parecem advindos de uma dogmática conceituação racional surgem em meio ao conduzir esclarecedor de uma Verdade Inominável Que Fala De Transcendências Puras Inomináveis, Incondicionadas de todos os termos que possam vir naturalmente à mente de um Filósofo Inominável, ao bico das penas de Filosófos Não-Inomináveis, à Alma Eterna, enfim, de um seguidor da Filosofia Inominável ou de um seguidor de outras filosofias? Este Filósofo Inominável quer levá-los, guiá-los, até A Mutabilidade Inominável Da Fonte De Poder Inominável Que Busca No Todo Anterior De Tudo Toda Resposta Anterior A Um Todo Dado Como Questionável. Este Filósofo Inominável utilizou-se dos dois termos, que ele mesmo vê e verdadeiramente compreende como dogmáticos, para fazê-los, Irmãos Existenciais Inomináveis, perceber como é possível verdadeiramente Incondicionar termos e palavras. Esqueçamo-nos, Irmãos Existenciais Inomináveis, do que dogmaticamente indicam “racionalidade inicial” e “racionalidade parcial”. Incondicionemo-los para vê-los realisticamente em um ente pensante, em um apenas, levando-o a um insano conflito intelectivo. O ente pensante, desconhecedor da Una Razão e que ampara-se intelectualmente no sofrimento que é estar em um conflito tempestivamente irracional, é o ente mais próximo da Una Razão. Vejamos como a Mutabilidade Racional Inominável transmuta esse raciocínio condicionado conflituante, conflitivo e conflituoso até O Raciocínio Incondicionado Transcendental Puro Inominável. Vós, Irmãos Existenciais Inomináveis, fostes introduzidos na delineação dos Princípios Iniciais Da Inominabilidade Do Misticismo Racional Inominável, um antecedente necessário para a discernência do Corpo Constitutivo Da Obra Em Si Deste Filósofo Inominável. Fundamentalmente, para vós todos, Irmãos Existenciais Inomináveis, prosseguirem juntos com este Filósofo Inominável nas Visões Da Fonte De Poder Inominável, esqueçam todo fundamento condicionador de tudo o que Aprenderam Evoluindo Desde As Vossas Origens Em Sopro. Mutavelmente, Intuam. Incondicionados, Ouçam. Inominavelmente, Aprendam.

sexta-feira, fevereiro 09, 2007

Da Inominabilidade - Parte IX


- A Una Razão é a legalidade racional da ação e da reação do Espírito que por naturais complexidades inerentes a si mesmo deflagra a revolução racional que possui como conseqüência todo Incondicionamento. Incondicionada, a mente que apoia-se na Transcendentalidade Da Unicidade Transcendental Pura Inominável é a manipuladora de todas as Mutações Formadoras De Todo Verdadeiro Objeto Encontrável Nos Aspectos Objetivos Da Realidade Inominável, na qual incorpora-se como Incondicionadora. Mente na Unicidade é mente que capta tudo aquilo que a mente comum acostuma-se apenas a pensar em questões de fragmentações subjetivas de objetos objetivizados, que podem estar mentindo no que em aparência objetiva aparentam, renegando como inútil e desnecessário O Verdadeiro Conhecer Objetivo Do Objetivismo Fenomênico. Das Ciências Naturais Humanas, das Ciências Naturais Superiores, Ciências do Espírito atento ao mover de todos os aspectos perceptíveis da Realidade, a Una Razão é a que destaca-se pela sua transparente familiaridade com as mais puras regras lógicas de pensamentos transcendentalmente coordenados. A Una Razão é uma Ciência Da Inominabilidade porque em si mesma, sistematicamente, é passível de campos vastos de estudos, observações e classificações a partir dos graus incondicionados dos fenômenos que lhe são apresentados ordenadamente. Da natureza até ilógica e desordenada de alguns fenômenos incondicionadamente observáveis a Una Razão determina o todo que possa ser utilizável com absoluta concretitude douta de ensinante mutabilidade. Antes do continuar desta explicação do que em si e para o ente pensante essa Faculdade Transcendental Pura Inominável é, este Filósofo Inominável deve expor as conclusões de uma análise das diferenças entre as inteligências e as Inteligências, em si mesmas, presentes na Civilização Terrestre. Este Filósofo Inominável não pretende efetivar uma dogmatização de seus conceitos após tanto falar do incondicionamento de tudo o que limita, meus Irmãos Existenciais Inomináveis. Para este Filósofo Inominável, Incondicionar-se de todas as limitações acidentais do Espírito e da Carne é uma obra fatigante, mas inspiradora de forças elevantes que erguem Espírito e Carne das agruras proporcionadas pelos abismos das intelecções. E é de um abismo intelectivo condicionado por uma racionalidade condicionada por influências educativas condicionantes que processou-se o delinear de dois princípios condicionadores de intelecções as mais sublimes: o da racionalidade inicial de iniciações intelectivas e o da racionalidade parcial de parciais intelecções. Os dois princípios diluem-se nas mentes humanas, mentes que possuem a Una Razão possibilitadora de complexos e simples movimentos intelectivos. Em um ser humano convivem a típica racionalidade dos “eruditos” dogmáticos, dogmatizadores e dogmatizantes que elaboram teorias afirmativas das “verdades” oriundas de seu Espírito condicionado pelo terror irracionalizante da bestial palavra “dogma”; e a racionalidade das mais limitadas, limitadoras e limitantes qualidades intelectivas que cegamente induzem às crenças nos “dogmas” interpretativos das “verdades” condicionantes advindas da objetividade. Os conflitos adquirem A Marcha Existencial Do Imbecilismo No Seio Da Humanidade, pois a racionalidade inicial imbeciliza nos ramos da estupidez intelectual que se afirma máxima e a racionalidade parcial imbeciliza nos ramos da intelectualidade estúpida que se afirma nula em todas as suas erraticidades formais.

quinta-feira, fevereiro 08, 2007

Da Inominabilidade - Parte VIII


- Os termos “boa racionalidade” e “Una Razão” são condicionados propósitos deste Filósofo Inominável De Asas Quedantes em, utilizando-se dos nomes que inutilizam verdadeiros entendimentos, tentar apresentar com coerência os seus pensamentos. Ficam a vagar no espaço das idéias que precisam de inteligibilidade qualquer tentativa da procura pelo saber não pensar nos nomes e nos Nomes e, sim, no que vem anterior aos nomes e aos Nomes. A palavra “boa”: por que “boa”? Afora os seus sentidos moral e etimológico, “boa” significa na conceituação aqui, no Útero De Gaia efetuada, do Misticismo Racional Inominável Daqueles Que Seguem A Senda De Poder Inominável Como Via De Ascensão Evolutiva, algo livre do emaranhado caótico da prisão intelectiva no significado das palavras. A palavra “Una”: por que “Una”? Porque “Una” não apresenta-se aqui com todas as suas características de um "Absolutismo Imutável", mas corporificada na Mutabilidade Que Faz Da Razão Verdadeira Presente Nos Entes Pensantes Uma Mobilidade De Ascensão Existencial, apenas uma, de perene observar, perene buscar e perene concluir sobre os fenômenos inteligíveis. Portanto, a validade da boa racionalidade e da Una Razão como termos condutores do contínuo desenhar da teoria abordada nesta Obra Inominável Que Com As Minhas Asas Caídas Da Noite Inominável Alta Efetuo Diante De Vós, meus Irmãos Existenciais Inomináveis. Após tais esclarecidos e elucidativos tratamentos descritivos da necessidade dos dois termos, este Filósofo Inominável Caído adentrará no explicar definidor da Una Razão em seu papel de diretora incondicionante do Princípio Da Inominabilidade. O Dom Mutável Intuitivo Transcendental Puro Inominável e a Una Razão não estão separados na mente misticamente racional. Não há a manipulação, em tal mente, de um estado transcendentalista transformante que, após atuação decisiva na formatação de uma unidade lógica de percepções racionais, se condicione a fazer o indivíduo que transcende-se acreditar que há dois mecanismos de racionalidade. Há apenas um mecanismo; a Intuição Transcendental Pura Inominável e a Una Razão, unissonamente, tomam uma reta linha de Apreensão Transcendental Da Objetividade Real De Todas As Coisas E Não-Coisas às qual lançam-se no intuito da concreta noção a mais apuradamente plausível possível. Dualidade racional revela disparatada aceitação de absurdismos intelectivos que passam injustamente a serem verdades aceitas com rigorosidade acadêmica ou rigorosidade existencialista. Os seres humanos, agora referindo-se a estes como indivíduos pensantes em si mesmos, não necessitam de fator dual para a utilização de seu raciocínio, assim como nós não necessitamos do raciocínio material para Vermos Os Pensamentos Do Tecido Da Mente Material A Encobrir Todo O Kosmos No Baixo Com O Manto Das Essências Que Se Manifestam Por Todas As Esferas Baixas. Humanos raciocinantes em uma única Expressão Transcendental Pura Inominável de suas integridades como existentes para serem racionais são todos os que possuem a capacidade de saber direcionar-se através do Todo Unitário, quando desvendado, da Una Razão, intuitivamente. Não há repartições de razões inúmeras no Ser Intuitivo Transcendental Puro Inominável e todas as suas ações intelectivas são ações e reações racionais que o próprio Ser em consideração habilita como legalmente racional.

quarta-feira, fevereiro 07, 2007

Da Inominabilidade - Parte VII


- Verdadeiramente Aprender adjudica verdadeiramente empreender racionalmente um Verdadeiro Compreender. A mais elevada das instituições de ensino é a instituição humana e não-humana erguida com os materiais do Verdadeiramente Transcendental reunindo parâmetros puros do pensar em Mutável Todo De Verdadeiras Compreensões. O ser humano, “ser” como Gênero, englobando toda a Humanidade, é capaz de Verdadeiras Compreensões porque adormecida nele está a Intuição Transcendental Pura Inominável à qual, Inominavelmente, vos apresento, Irmãos Existenciais Inomináveis. Aspas e indagações cessam no intuir mutavelmente silencioso que destina a entidade humana, esta sobrenaturalmente detentora de ocultos sentidos racionais, ao percorrer dinamicamente sensato do Verdadeiro Compreender. “Sobrenaturalmente” não é um termo indicador de “capacidades místicas e ocultas elevadas”, sendo místico e oculto vistos nesta ótica como “superpoderes”. “Superpoderes” não existem, são fantasias humanas de fantásticas ilusões de mentes tolas imaginativas que cabem bem na ficção literária. A entidade humana, “entidade” que não é fantasia espiritual, sendo “espiritual” aqui considerado como “existência etérea”, adquire mais do que “superpoderes” quando, elevando-se na Arte Do Intuir Transcendental Puro Inominável quando escolhe percorrer A Senda De Poder Inominável, quando busca conhecer o Verdadeiro Compreender através da Inominabilidade. Superser Inominável É Aquele Que É Verdadeiramente Compreensivo Com Relação À Sua Mutabilidade Que O Faz Terminantemente Verdadeiro Modificar-Se. Empreendimentos intelectivos transcendentais puros são disponíveis a todos os homens e mulheres dotados de boa racionalidade. Não há na boa racionalidade o conjunto debilitador de várias, variadas e invariáveis “razões” em conflito, uma multiplicidade dantesca de ilogicismos. Boa racionalidade é a vontade voraz de uma única Razão perspicaz na conduta desvendadora do que imprime-lhe o erro do dantesco. Boa racionalidade é a mutabilidade voraz de uma única Razão brilhantemente racional resgatando ao ente que verdadeiramente pensa a ciência da pureza do pensar intuitivamente ao invés de sentir exaustivamente. Boa racionalidade é a clareza voraz de uma única Razão que identifica em cada conceituação o maior identificável ponto de um erro e o maior identificável ponto de um acerto. Boa racionalidade é a profundeza voraz de uma única Razão permitindo-se dispor suas operacionalidades nas modulações mutacionistas do operar intuitivamente transcendental puro. Boa racionalidade é o racional puro voraz conscientemente de uma única Razão que busca as suas propriedades no ato mesmo de ser única. Boa racionalidade é a pureza prática voraz do Verdadeiro Racional Verdadeiro Compreender Do Ser Para O Inominável A Una Razão.

terça-feira, fevereiro 06, 2007

Da Inominabilidade - Parte VI


- Gerando as Mutabilidades Transcendentais Puras Inomináveis em si, o Intuitivo Transcendental Puro Inominável Ente Pensante dignifica-se como Mutável Absoluto, conforme descrito anteriormente. Gerando-Se Mutável, o Intuitivo Transcendental Puro Inominável infinitiza as orientações de suas racionais fundamentações metafísicas, realísticas e Conhecedoras Das Plenitudes Das Verdadeiras Verdades Da Verdadeira verdade com clareza de orientadoras formas de construtividade que não cessam. Construtividade Transcendental Pura Inominável, a qual racionalmente depura-se da “construtividade” dos conhecimentos adquiridos através da educação amorfa moldada pela civilização terrestre, a qual perdeu todo o Poder Original De Fazer Conhecer Concedido Pelos Guardiães Espirituais Da Evolução Da Humanidade. A “Educação” Fundamental, Média e Superior aborda a materialidade racional que, simplesmente, não devo aqui esconder a realidade, Irmãos Existenciais Inomináveis, não passa de institucionalizar um imbecilismo nada saudável para os que desejam intelectualmente elevar-se no Seio Da Humanidade. A “Educação” não instiga os estudantes a serem criadores, inventivos e originais, apenas obriga-os a seguirem a sua cartilha de mesmices ditadas por “intelectuais” que a direcionam em sua “dialética”, mesmices ensinadas ano após ano como “verdades inderrubáveis e imutáveis”. Educação Verdadeira, educação realmente escrita com a letra “e” maiúscula, é a que principia-se por ser mutavelmente construtivista de uma Autoeducação destruidora de todo tipo de imbecilismo e atrasos no Desenvolvimento Existencial Da Mente Que Evolui Através De Inumeráveis Existências. Intuir Tudo Transcendentalmente Puro Inominável É Autoeducar-Se Sabendo Que O Mais Correto É Nunca Estar Satisfatoriamente Certo De Estar Correto E Nunca Ficar Despreocupadamente Satisfeito Com Alguma Certeza Que Talvez Esteja Correta. Autoeducar-Se É Buscar Sempre A Maior Certeza Antes Da Maior Afirmação Real De Uma Certeza Que Seja Um Encontro Com Algo Próximo Ao Buscado Através De Construtivas Noções De Saber-Se Ser Que Não Se Limita Às Facilidades Das Fáceis Verdades Encontráveis. Autoeducar-Se É Sempre Estar Buscando, Nas Dúvidas Que Ensinam, A Difícil Verdade Que Poderá Ser A Verdade Última Do Todo Ou Nenhuma Das Primeiras Verdades. Autoeducar-se É Ter A Coragem De Saber Quando Não Se Deve Jamais Ter A Certeza De Algum Dia Parar De Autoeducar-Se. Autoeducação não aplica-se ao seguir corrompedor da “inteligência” de uma deseducadora cartilha pessoal de condicionamentos intelectivos a fim da geração do incondicionamento nos caminhos mutáveis da Intuição Transcendental Pura Inominável. Dinamicamente impessoal por uma Transcendência Pura Inominável que nenhuma pré-determinação acolheria, a essencialidade desenvolvimentista dessa Intuição percorre fluentemente desconexões com todo estabelecimento de algo fixo. Operando no Concreto Do Raciocínio e no Abstrato Do Espírito, mutavelmente transportando as características de um para o outro, o Ser Intuitivo Transcendental Puro Inominável origina uma atitude de conhecer O Não-Caminho Transcendentalista Mutável Do Aprender. Apresentando-se como Mutabilidade Direcionante Do Sentido Do Autoaprendizado, o Não-Caminho, seguramente polarizante do Curso Racional Do Espírito, Pertence Ao Preencher Alto Dos Espaços Mentais Que Pouco Influem Nas Verbalizações Intelectivas. Espaços estes que, exercitados na melhor forma de suas capacidades norteadoras de puras conseqüências das mais profundas investigações e descobertas intelectivas, viriam a ser marcos do iniciar de algo do Verdadeiro Conhecer através do Verdadeiro Aprender entre os humanos os quais queremos auxiliar enxugando-lhes as lágrimas, Irmãos Existenciais Inomináveis.

segunda-feira, fevereiro 05, 2007

Da Inominabilidade - Parte V


- Este Filósofo Inominável utilizou-se da vacuidade do nome “Ente Absoluto” para provar que, se uma vontade de absolutamente transcender-se prevalecer, um ente pensante que busque o Caminho Místico Racional Inominável pode chamar-se como tal subjetiva e objetivamente. Não há similar, mesmo nos mais complexos conceitos existencialistas, de natureza material ou espiritual, da Natureza Arcangélica, da Natureza Angélica, da Natureza Dos Deuses, da Natureza Dos Anjos Caídos, da Natureza Dos Demônios ou da Natureza Humana, uma experiência mística tão verdadeira como dizer-se no Absolutismo Correto Que Esclarece. Por que o nome “Absolutismo Correto”? Porque é um Absolutismo Transcendental que não busca a hegemonia que tudo pensa absorver egoisticamente, interiorizando-a. Esse Absolutismo é o de um caráter notavelmente expansionista, franco, que objetiva a busca encontrável de uma pequena verdade firme do que uma grande mentira que flui através da superficialidade de cada crença aceita como positiva. O Absolutismo Transcendental não forma “salvadores do mundo”, estes espantalhos que há milênios os místicos comuns, ou os místicos irracionais, dizem surgir na Terra, em todos os demais mundos do Baixo e em alguns mundos do Mais Baixo. “Salvadores do mundo” não são totalmente isentos de serem meras fabricações da fraqueza humana originada pela Queda Da Humanidade Do Alto, é uma fraqueza da Humanidade, a qual sempre vê em um ente que destaca-se por suas “façanhas monumentais” um “ser sumamente sublime e sagrado capaz de tudo solucionar”. “Façanhas” não complementam o significado de um Absolutismo Transcendental que mutavelmente imprime a uma mente mística racional velocidades intensas de iluminantes construções. "Façanhas" não fazem de nenhum ser um "Salvador", seja tal ser humano ou não. As “façanhas” e a sagração como “ser sagrado” são nulidades para aquele que torna-se um representante transcendental do Não-Absoluto Inominável. Essa representação decorre primordialmente da Intuição Transcendental Pura Inominável, a primorosa Faculdade que em si mesma antecede a todos os flexionamentos intelectivos. Iniciando o detalhamento expositivo-explicativo do que é essa Intuição, este Filósofo Inominável De Asas Quedantes indaga as vossas mentes vorazes pelo início real de cada Movimento Creacionista De Conhecimentos Inomináveis: por que a denominação “detalhamento expositivo-explicativo” de uma Faculdade Transcendental Inominável que não pode ser contida em palavras, por mais soberanas que estas sejam? Expor e explicar implica sempre na visão mais personalista possível do expositor e explicador de uma Senda Alta, Irmãos Existenciais Inomináveis. Este Filósofo Inominável Caido não diz que a sua personalidade não tenha surgido nas Palavras Inomináveis iniciais desta Obra de apresentação da Inominabilidade a todos vós. Este Filósofo Inominável De Filosofia Inominável não diz que tenha agido intuitivamente transcendental puro, Batendo Suas Asas Quedantes Nas Esferas Altas Da Inominabilidade Ainda Nele, no delinear abrangente do assunto a ser expresso nesta Obra Inominável. Não pretende este Filósofo Inominável Batendo Suas Asas Quedantes Na Inominabilidade Alta transbordar toda a sua vaidade gigantesca, naturalmente condicionada pela erudição de Conhecimentos Altos por aeons cultivada, do Alto ao Baixo, para tornar-se mais um “espetacular sábio que tudo pretende solucionar com esplêndida sabedoria”. Igualmente como este Filósofo Inominável Que Filosofava Inominavelmente Voando No Alto, A Intuição Transcendental Pura Inominável age: despretensiosamente desliza em seu caminhar com a certeza de nunca parar de possuir incertezas. Ela é uma densidade lividamente transparente de Realidades Inomináveis abortando os devires de obscurecimentos irreais nomeadores da inferioridade intelectual, sendo esta a dos Anjos Que Caem ou A Dos Anjos Que Se Deixam Iludir Pelas Ilusões Materiais; a dos humanos em Queda e a dos humanos que se encontram em falsos estados de evolução intelectual . Intelecto Transcendental Puro Inominável, a específica Intuição não intelectualiza mentes demasiadamente pensantes para levá-las a certezas. Intelecto Transcendental Puro Inominável, a específica Intuição demasiadamente intelectualiza mentes demasiadamente pensantes para fazerem nascer incertezas que mutavelmente transfiguram-se incertezas próximas de uma certeza ou incertezas distantes de todas as escravidões de todas as certezas.

domingo, fevereiro 04, 2007

Da Inominabilidade - Parte IV


- Quando não existem mais os nomes, Os Nomes, As Palavras e as palavras que limitam, “nome” como impurificador, "Nome" como impurificador, "Palavra" como condicionadora, “palavra” como condicionadora, há O Conhecimento. O Conhecimento não torna aquele que tudo conhece antes de ser nomeado um “Iluminado”, um “Homem Superior”, um "Ser Superior", como eu, Anjo Noturno Caído fui; ou um “gênio supremo e absoluto”, pois na Criação Mesmo Os Seres Superiores Sabem Que Não Sabem Tudo Porque Estão Fora Do Saber Materno E Paterno Do Originador Fundamental De Todas As Coisas Em Sopro Mesmo Estando Nele. Por que o nome “Iluminado”? Por que o nome “Homem Superior”? Por que o nome "Ser Superior"? Por que o nome “gênio supremo e absoluto”? Não há “Iluminação” e nem “superioridade” ou “genialidade” quando através do Algo Inominável conhece-se Aquele que, com verdadeira consciência, pode-se chamar de Pai Inominável. O “Pai” que é “Deus”, dois nomes que não são nenhum nome por serem conhecidos apenas como tais, é um fantasma imaginado como a “Origem Una”, É O Fantasma Crido Pela Humanidade Sob Todos Os Seus Nomes Vazios E Fantasmagóricos. O Pai Que É Inominável, visto nas naturezas desconhecidas que tais nomeações incondicionadas sugerem para serem conhecidas no próprio desconhecimento que antecede-as, É O Real Inominável sempre originando múltiplas origens mutáveis que surgem de uma Origem Mutável. Não há similar ao Real Inominável no mundo dos sentidos nomináveis, no qual tudo permanece condicionado ao mover do curso do que concebe-se formador de um “fenômeno” e do Fenômeno Do Existir Da Criação, O "Fenômeno". O Fenômeno Inominável Do Inominável advém de uma Mutabilidade que para ser originada de visões inomináveis não deve ser fixa. O nome “fenômeno” e o Nome "Fenômeno" desaparecem conseqüentemente após Os Momentos Inomináveis E Mutáveis De Desperto Perceber E Conceber De Todas As Coisas Mutáveis Dispersas Pelo Panteão Da Criação Em Formas E Conteúdos Mutáveis. Por que o nome “fenômeno”? Por que o nome "Fenômeno"? Após o desaparecimento do “fenômeno”, após o desaparecimento do "Fenômeno", O Ser Inominável Vibra Mutável No Mutável Fenômeno Inominável. Este é possível através do Algo Inominável, o qual por causa da necessidade de uma identificação nomeável que talvez limite-o denominarei de Intuição Transcendental Pura E Inominável, uma Capacidade Alta, Alynne, que já em ti está Desperta e que em vós outros recebe outras e variadas Denominações Ocultas. Pelas preliminares explicativas anteriores acerca da Inominabilidade, já adentramos, Irmãos Existenciais Agora Inomináveis, no Misticismo Racional Inominável. Este é O Misticismo Dos Anjos Noturnos Inomináveis Elevados, seguido pelos que inominavelmente Sobem Os Degraus Da Escadaria Ascensória Inominável. Antes de esclarecer a natureza da Intuição Transcendental Pura E Inominável conforme a Inominabilidade, este Filósofo Inominável Caido Do Alto abordará, para uma melhor concepção clara desta, o “ismo” que ele propõe como uma Escadaria Possível A Todos Para A Busca Do Conhecimento Inominável. Filósofos Verdadeiros não devem propor rígidas ideologias ao mundo e aos mundos todos do Alto e do Baixo, armas pesadas de um pesadelo estrutural que vigora no caos contemporâneo que é a sociedade mundial e no Caos Cósmico composto por muitos mundos do Baixo e do mais Baixo. O “ismo” do Misticismo Racional que este Filósofo Inominável De Asas Quedantes Sabe Inominavelmente Conhecer, aos entes pensantes não é um caminho ideológico, é uma anti-ideologia de caminhos mutáveis racionais para conhecimentos plenos ou próximos destes. Anti-ideologia porque não segue um parâmetro mecanicamente estabelecido de ditames fixos de desvelamento do raciocínio, seja este Inferior ou Superior, em supostas “verdades irrepreensíveis” acerca das Coisas. A anti-ideologia que é o mutável percurso que deve ser seguido sem pré-conceituações para tornar-se misticamente racional é a chave desvendadora de alguns dos mistérios existenciais e Daquele Grande Mistério Existencial. A Anti-Ideologia Mística é uma Revolução Do Ser enquanto uma entidade toda envolvente e transcendental que do subjetivismo de um místico racional expande-se em um objetivismo de Ente Absoluto. Este não é O Inominável, mas Cada Ente Humano E Cada Ente Acima Do Ente Humano Que Saiba Revolucionar-Se Até O Ponto No Qual, Após Nomear-Se Como Ente Absoluto Que Ousa Saber Tudo, Alcança O Real Inominável. Desaparece o termo “Ente Absoluto” e A Essência Inominável faz-lhe conhecer vários ou alguns Todos inominavelmente.

sábado, fevereiro 03, 2007

Da Inominabilidade - Parte III


- São destas questões eternas que partem todos os conteúdos da Totalidade Do Misticismo Racional Inominável, O Misticismo Através Do Qual Muitos Elevaram-Se Ao Pai Inominável, O Misticismo Regido Pelos Anjos Diurnos E Noturnos Inomináveis Elevados. São destas questões eternas que consomem todas as mentes verdadeiramente pensantes que partem todo o Ser Inominável deste Filósofo Inominável e Anjo Noturno Inominável em sua Religação Com A Fonte De Poder Inominável. São destas questões eternas que a meta prática mística racional toma o seu curso de desenvolta atitude expansionista. São destas questões eternas que este Filósofo Inominável, Anjo Noturno Inominável, remete todo o seu Pensamento Ainda Alto a uma linha de ação incondicionante deste mesmo Pensamento, para que este não o engane com fugas irracionais de tão sério trabalho de esclarecimento vosso acerca da Inominabilidade. São destas questões eternas que ecoam súplicas inomináveis de diversas mentes ativas no filosofar por respostas próximas de uma resposta próxima de tudo neste intrínseco.São destas questões eternas que ressurge em uma fusão com ela esta questão contestadora surgida no Pensamento Interno D'Alma Eterna: o que é conhecido e considerado imutável não seria desconhecido e mutável? Nessa fusão encontra-se outro objetivo contestador presente nesta minha apresentação a vós, Irmãos Existenciais, inominavelmente, da Fonte De Poder Inominável: provar que O Inominável não é o nome “Deus” e suas implicações moldadas pela irracionalidade religiosa externa geral humana, incluindo a de muitos místicos. E afirmar que O Inominável É Um Desconhecido Mutável, O Que Por Todos Nós Já É Sabido Desde Que Nascemos Do Sopro Dele. Ele É “Imutável” apenas porque autoridades religiosas e filosóficas assim o quiseram. E toda a Humanidade, excluindo uma pequena parcela que não crê nesse “Deus”, aceita a imposição da “Imutabilidade Divina”. Agradável assim é demasiadamente a visão de um “Pai Maior” para seres acomodados intelectivamente acostumarem-se com concepções que de geração a geração tornam-se “leis eternas”. Não há “leis eternas” em um Universo, uma Criação, que Desconhecemos; se conhecêssemos plenamente os Mecanismos Inomináveis Movimentadores Do Kosmos, poderíamos talvez falar em “leis eternas”. Por que o nome “Universo”? Por que o nome “Criação”? Por que o nome “Kosmos”? Por que não Multiversos? Porque não Criações? Por que não Multikosmos? Por que não investigar se a denominada “origem comum de tudo” não seria uma origem de tudo em um nada desconhecido sempre a modificar-se? Acostumar-se com o sacralizado, com o que é belo ao espírito, de uma forma infantil (esta sim, em muitos casos, eterna em algumas mentes), é viver tolamente em uma ilusão de segurança e estabilidade. Por que o nome “segurança”? Por que o nome “estabilidade”? Todo ser que crê cegamente em doutrinas, dogmas e conceitos científicos, religiosos, místicos, filosóficos e, incluo mais um, ocultistas, vive em uma visão da existência insegura e desestabilizada. Insegura por ser tola em tudo aceitar como “lei eterna”. Desestabilizada por crônica falta de vontade e coragem de desafiar a legitimidade do estabelecido como “lei eterna”. Se tudo se modifica, se transforma, se transmuta, por que Aquele que nos dá a capacidade de acompanhar em nós mesmos nossas modificações, transformações e transmutações, não Se modificaria, transformaria e transmutaria acompanhando todos os processos mutáveis de Sua Obra moldada? Um “Ente Absoluto” fixo, ortodoxamente aprisionado em uma forma a tudo acompanhar, imanente e transcendente em todas as coisas, é uma idéia pequena demais para que remeta à classificação Dele como “Pai”. Por que o nome “imanente”? Por que o nome “transcendente”? Por que o nome “Pai”? Uma concepção monista absoluta Dele também é muito vaga e possibilita a implementação de mais uma “lei eterna” a limitá-Lo nos parâmetros do conhecimento humano. Por que o nome “conhecimento humano”? O “conhecimento humano” é mentiroso e uma mentira se não há nele um Algo Transcendental acima dos “transcendentalismos” vigentes em diversas teorias. E o nosso conhecimento, nós que somos Seres Superiores aos humanos existencialmente, e o de todos os Seres Superiores, no Alto e no Baixo, Caidos e Elevados, também pode, em contato com a Materialidade, tornar-se mentiroso, abaixo dos Transcendentalismos Verdadeiros Da Realidade, Os Transcendentalismos Inomináveis. Esse Algo Transcendental também expande-se além da “transcendência” nominável do “Absolutismo Divino” porque é um Algo Inominável que capta inominavelmente a pureza elementar do que não é para ser nomeado. Esse Algo Inominável, automanifestadamente transcendental e purificado das confusões do “conhecimento humano” e do "Conhecimento Superior Dos Seres Superiores", não se deixa absorver por condicionamentos típicos de quem não o sabe Tocar. Nesse Algo Inominável não há “Deus”, “Ente Absoluto” ou qualquer nocivo nome diminuidor do Inominável. Nesse Algo Inominável Há Apenas O Inominável.