Os Banners Do Asas

asinduannoin Autoria:Luciana Waack Para parcerias com este blog, informe ao proprietário do mesmo acerca da intenção através deste e-mail: inominavelser2007@gmail.com

A Tocar: Emily A. Saaen - Welcome Me

Terça-feira, Agosto 18, 2009

As Poéticas Crônicas De Asin Du An No In - O Anjo Inominável Do Amor - Canto XIV


Aos que se encontram

com os

joelhos quebrados,

pés amarrados,

mãos decepadas,

olhos perfurados,

lábios costurados,

corações quebrados,

almas condenadas,

espíritos exaustos,

As Grandes Águas

Do Batismo Alado

derramadas são

pela Senhora Da Jarra

Toda Feita

De Amor!

O Anjo

toca Sua trombeta

diante do

Cavaleiro Da

Branca Vestimenta

e os Soldados

Dos Batalhões Do Amor

abrem oceanos

para o correr

e o escorrer

da Água

pelos mundos

da Criação!

A Dama Despejante

Da Água Do Amor

banha todo

joelho,

banha todo

pé,

banha toda

mão,

banha todo

olho,

banha todo

lábio,

banha todo

coração,

banha toda

alma,

banha todo

espírito,

perdidos pela

Estrada Da Criação

com

O Grande Amor

Advindo

Do Alto Mar

Da Criação!

Do Útero Da Unidade

até

Sua Jarra

Desce

O Sagrado Espírito

Dos Caminhos

Do Amor,

Outras Águas

Cantam,

Outras Águas

Dançam,

Outras Águas

Batem As Suas Asas!

O Anjo

toma nas mãos

determinadas correntes

que desvia em direção

aos terrestres sofredores,

aos terrestres desamparados,

aos terrestres desesperados,

aos terrestres abandonados,

aos terrestres desacreditados,

aos atacados injustamente,

aos incompreendidos ferozmente,

aos mal vistos impiedosamente,

a todos os filhos

das lágrimas assassinas

de todo tipo de amor

em todo tipo

de coração!

Caem as gotas

das Altas Águas

Do Amor!

Caem as chuvas

das Altas Águas

Do Amor!

Chegam as correntes

do Alto Oceano

Do Amor!

Chegam as ondas

do Alto Oceano

Do Amor!

Águas E Amor!

Águas E Muito Amor!

Águas E Todo Amor!

Oh,

Uno Amor,

Dual Amor,

Trino Amor,

quantas alegrias,

quantas esperanças,

quanto enxugar

de rostos banhados

por impiedosos laços

de sofrimentos,

quanto caminho

para nadar amigo

da Maré Do Amor,

A Alta Maré

Do Amor!

O Anjo

banha Suas Asas

na Alta Maré!

O Anjo

banha as

humanas sofredoras asas

na Alta Maré!

O Anjo

banha as

humanas libertas almas

na Alta Maré!

E os pés

do Guardião Do Umbral

Universal

são molhados,

agiganta-se um horizonte,

Alto Horizonte,

no Alto Caminho

Direcionante

Ao Alto Unitário!

Gigantes,

nadai!

Gigantes,

nadai

e

nadai!

Gigantes,

nadai

e

nadai

e

nadai!







Terça-feira, Agosto 04, 2009

As Poéticas Crônicas De Asin Du An No In - O Anjo Inominável Do Amor - Canto XIII


Morre a flor mais

próxima

do distante relevo

que se expande

pelo imenso campo

do faustoso

Império Das Formas.

Renasce uma rosa

dentre todas

as flores mortas

e seu odor agita

a mística roupagem

dos Filhos Das Florestas.

O Anjo,

Amando as flores

que morrem,

Amando a rosa

que nasce,

colhe pétalas

que plantadas são

nos corações

de Filhas E Filhos

Da Floricultura

Do Alto.

O Anjo,

uma Alta Flor

neste mundo de dor

que é capaz de matar

toda flor,

vai colhendo a rosa

e lançando as pétalas

de tal flor formosa

acima das cidades

de concreto

e de lágrimas.

O Anjo,

Amando tudo

que morre,

Amando tudo

que renasce,

garante a permanência

do giro das existências

humanas,

O Giro

Do Aprimoramento,

O Giro

Do Crescimento,

O Giro

Do Amor.

O Amor

morre,

O Amor

renasce,

O Amor

transmuta-se

em Existências,

Altas Existências,

que jamais abandonam

a Humanidade.

O Amor,

morrendo,

move

Seu Anjo Inominável

em direção ao

Espelho Amado

Das Coisas Perenes,

Espelho Refletor

Do Antes Do Morrer

E Do Eterno Renascer

Das Coisas Materiais

Pelas Esferas Vitais

Povoadas

E Girantes

Pelos Planos Universais.

O Amor,

Sua Flor,

O Anjo

que sempre

põe ao colo

dos humanos perdidos

e longe de todas

as flores

uma pétala que os faça

das cinzas

e das trevas

renascer.

O Amor,

Sua Flor,

O Anjo

que acarinha

o desespero dos mortos

e faz o desespero mesmo

renascer sublime

na esperança dos vivos

diante do Esplendor

Do Espírito Da Verdade.

O Amor,

Sua Flor,

O Anjo

que habita

Os Altos Florais

Da Amorosidade

retirando pétalas

dadas aos que

sabem morrer

para renascer

no Coração

Da Floricultura

Da Espiritualidade.

O Amor,

Sua Flor,

O Anjo

que se une

a uma Dama

e Sua Jarra

despejantes de

Altas Águas

no Ser Da Humanidade.






Domingo, Julho 26, 2009

As Poéticas Crônicas De Asin Du An No In - O Anjo Inominável Do Amor - Canto XII


Alguns homens

estão de cabeça

para baixo.

Algumas mulheres

estão de cabeça

para baixo.

Assim estão,

dependurados,

abaixo de uma

triste antiga árvore

denominada

Árvore Da Desumanidade.

Vejo O Anjo

aproximar-se carinhoso

de tal Árvore,

cheio de um Amor

que apenas

Os Mais Altos Desprendidos

podem doar

aos mais humanamente

desesperados

e desencontrados

desta Humanidade.

Com carinho

e com O Amor,

O Anjo acaricia cada

dependurado

de cabeça para baixo,

dependurados

que choram,

dependurados

que gemem,

dependurados

que suplicam

pelo auxílio do Alto...

O Alto ouve,

O Alto vê,

todos os que estão

dependurados

em uma árvore

que nasceu

com o alvorecer

desta humana civilização

cheia de barro.

O Alto Sabe

e O Alto permite

que assim alguns

estejam dependurados,

toda consciência,

A Verdadeira Consciência,

nasce duradoura

quando a inversão

do Ser

nos Seres todos

assim torna

cada um

ciente de onde cantar

e clemente para fazer

parte de algum coro.

O Anjo

não obriga,

O Anjo

não força,

O Anjo

não pede,

mas,

inevitavelmente,

quando Despertos estão

os humanos,

todos eles,

então,

começam a fazer parte

do Coro Do Amor.

Toda lacrimosa

caminhada

vai embora

e a experiência

de cada lágrima

fica.

Toda punhalada

na caminhada

vai embora

e a experiência

de cada punhalada

fica.

Toda perda de algo maior

na caminhada

vai embora

e a experiência

de cada perda

fica.

Experiência,

consciência,

olhos para O Alto:

O Anjo Inominável Do Amor

dá as Suas mãos

a todos aqueles que

abandonam o estar

dependurados cegamente

Naquela Árvore

e juntos batem asas

na frondosa

Fonte De Poder

Da Árvore Do Amor!

Ah,

Anjo,

A Maça Do Amor

devorada pelos que

hoje são

Raízes Do Amor

na Terra!

Ah,

Anjo,

A Laranja Do Amor

devorada pelos que

hoje resgatam

outros irmãos

de cabeça para baixo

Naquela Árvore

como antes

eles estavam!

Ah,

Anjo,

Todas As Frutas Do Amor,

Cujo Gosto É Sentido

Pelos Celestes Senhores

E Celestes Senhoras

Do Pomar Do Amor!

Ah,

Anjo,

Anjo Das Frutas Inomináveis

Do Mais Inominável Amor,

Mortos Estão

Os Libertos Da

Árvore Da Desumanidade

Para O Humano Desamor!

Ah,

Anjo,

Anjo De Todas As Frutas

Que Em Si Carregam

A Mais Natural Essência

Do Amor,

Renascidos Estão

Os Filhos Da

Árvore Do Amor

Que Alçam Glórias

Ao Eterno Alto Amor

Que Pelas Esferas Ressoa

Como Um Coro

De Infindo Louvor!







Sexta-feira, Julho 17, 2009

As Poéticas Crônicas De Asin Du An No In - O Anjo Inominável Do Amor - Canto XI


Dentro das estrelas

que percorrem

a Humanidade,

há um brilho capaz

de falar tudo

acerca da Verdade.

Não é o falso brilho

material

das coisas vãs

da Humanidade.

Não é o falso brilho

irrealizador

das coisas fúteis

da Humanidade.

Não é o falso brilho

das coisas infrutíferas

da Humanidade.

Há de se ajoelhar

para tal brilho

tal como faz

O Anjo

que fecha

as asas

e exibe

um amável

sorriso.

A que brlho

me refiro

fechando também

as minhas asas?

Qual o brilho

refletido

pelo fechar

de minhas asas?

Onde vai

e onde está

tal brilho

que me obriga

a fechar

minhas asas?

O Anjo

sorri para mim,

um sorriso

cheio de

fino Amor,

sorriso que acompanha

o brilho que,

enfim,

causa-me infindo

torpor.

É uma luz

de nove pontas

e nove pontes

percorrendo

nove caminhos

até os corações

de todas

as mulheres

e de todos

os homens.

Uma luz

de nove carinhos

para uma Força

que vem a fazê-la

girar

em redor dos nossos

ninhos.

Uma luz

de nove abrigos

dos quais sai

A Força

que vem arrasar

com corações enraivecidos

tornando-os

corações macios.

Uma luz

de nove sinos

que batem em uníssono

anunciando a chegada

da Força

que vem a unir

todos os pergaminhos.

Nove pergaminhos

e uma palavra

que vem da Força

a fazer-me ajoelhar

e orar

colhendo lírios:

AMOR

AMOR

AMOR

AMOR

AMOR

AMOR

AMOR

AMOR

AMOR!!!

A Força Do Amor:

Nove Vidas,

Nove É O Amor!

A Força Do Amor:

Onze Vidas,

Onze Também É

O Amor!

A Força Do Amor:

Movente Das Estrelas

Da Humanidade!

A Força Do Amor:

Movente Dos Cometas

Da Humanidade!

A Força Do Amor:

Movente Dos Sóis

Da Humanidade!

A Força Do Amor:

Movente Das Luas

Da Humanidade!

A Força Do Amor:

Movente Dos Planetas

Da Humanidade!

A Força Do Amor:

Movente Das Galáxias

Da Humanidade!

A Força Do Amor:

Movente Dos Universos

Da Humanidade!

A Força Do Amor:

Movente Das Criações

Da Humanidade!

A Força Do Amor:

Movente Da Consciência

Que Se Faz

Cósmica Essência

Da Humanidade!






Quinta-feira, Julho 09, 2009

As Poéticas Crônicas De Asin Du An No In - O Anjo Inominável Do Amor - Canto X


Assentados na Roda

estão doze Querubins

e Suas asas batem

no ritmo do tocar

de Suas trombetas.

O Anjo Inominável

Do Amor

sobre Eles lança

gotas d'água nascidas

dos Altos Mares

que correm juntos

pelos Eixos

Dos Mundos.

Muito Girar,

Todo Girar,

Pleno Girar,

O Girar Da Roda,

Uma vez,

Duas vezes,

Três vezes,

Quatro vezes,

Cinco vezes,

Seis vezes,

Sete vezes,

Oito vezes,

Nove vezes,

Em Uma Vez!

Girar Primeiro,

Toca O Amor

Doze Trombetas!

Girar Segundo,

Toca O Amor

Vinte E Quatro Trombetas!

Girar Terceiro,

Toca O Amor

Trinta E Seis Trombetas!

Três Giros

Em Nove Giros,

Três Amores

Em Um Amor,

A Roda

É Uma

Em Três,

A Roda

É Três

Em Uma,

O Equilíbrio Girante

Assim Se Fez!

Amor vai,

Amor fica,

Amor vem,

O Anjo beija

os que Giram

junto à Roda

e a Visão adquirida

une as pontas

da Cruz

e da Rosa!

O Anjo beija

a face da mulher

que se arrastou

pela Terra

com mil luas

na cabeleira

e a mulher canta

as Altas Glórias

Do Amor Da Roda

Que Gira!

O Bom Amor

poda muitas árvores,

O Bom Amor

poda as árvores

que crescem juntas

nos Jardins Que Giram

Junto À Rosa!

O Bom Amor,

O Inominável

Bom Amor,

Seu Giros agem

em prol do

abnegado

e desinteressado

Angélico Alto Amor,

espalhado no mundo

pelo Anjo

que brilha e que Gira

pelos quatro

horizontes

dos humanos pontos

sorrindo amigo

dos que acompanham

A Roda Que Gira!

Girante

No Amor!

Girante

No Amor!

Girante

No Amor!

Espera-se tudo

do Anjo,

Recebe-se tudo

do Anjo!

Alimenta tudo

O Anjo,

Aumenta tudo

O Anjo!

Exala tudo

O Anjo,

Exibe tudo

O Anjo!

Sempre

Girando!

Sempre

Girando!

Sempre

Girando!

E A Força Do Amor

Agigantando!







Sábado, Julho 04, 2009

As Poéticas Crônicas De Asin Du An No In - O Anjo Inominável Do Amor - Canto IX


Caminhar é segurar

nos profundos enredos

dos elementos d'alma

que conseguem ficar

em tudo

que ri,

em tudo

que chora.

Caminhar é poder

realizar longas danças

de pés descalços

nos palcos existenciais

realizadores plenos

do animado

e do que eternamente

anima.

Caminhar como

um Anjo Realizado,

um Alto Ser Que Apenas

Caminha Para Amar

E Por Amor,

é bater asas infinitas

que concedem às

almas aflitas

beijos de divinal calor

e divinais beijos

de amoroso calor.

Assim está a

Caminhar

O Anjo Inominável Do Amor,

Eremita dos humanos

sonhos d'amor,

Eremita das humanas

realidades d'amor,

Eremita das humanas

estradas d'amor,

Eremita das humanas

caminhadas d'amor.

Aos humanos que

queiram segui-Lo,

a vós que queiras

segui-Lo,

irmã,

irmão,

Caminhando como Ele

Caminha,

digo para serem tão

simples em todo

tipo de amor

quanto os passarinhos são

cantando pelas mãos

e os raios solares são

iluminando toda a terra

que beijam

com Amor De Alta Esfera.

Eremita Do Amor

É O Anjo,

Anjo de vestes douradas,

Anjo de pés descalços,

transformando espinhos

em seivas de compreensão,

transformando detritos

em licores de bençãos,

transformando descaminhos

em vinhos de libertação,

acariciando

A Rebelde Fortuna,

enriquecendo

na Serena Humildade.

Caminha,

Caminha,

Caminha,

O Anjo,

O Eremita Que

Ama!

Caminha,

Caminha,

Caminha,

O Anjo,

O Eremita Elevado

Do Amor!

Caminha,

Caminha,

Caminha,

O Anjo,

O Eremita Levando

Ao Amor

Que Quer Entre Todos

Caminhar!

Amar

E

Caminhar,

Humanidade!

Muito Amar

E

Muito Caminhar,

Humanidade!

Todo Amar

E

Todo Caminhar,

Humanidade!

Olhai Os Caminhos

Do Anjo

E Eremita!

Olhai Os Caminhos

Dele!

Olhai!

E,

frente a frente

à Roda Do Bom Amor,

pela qual Ele

Caminha,

Amem uma oração

que apenas silenciosamente

toda alma entoa

dela cativa.






Domingo, Junho 28, 2009

As Poéticas Crônicas De Asin Du An No In - O Anjo Inominável Do Amor - Canto VIII


A Balança

pende das mãos

de Princípios Opostos

que são,

Em Si Mesmos,

Irmãos.

A Balança

fala do Kosmos

e das Coisas

Nascentes,

Crescentes

E Em Transformação

No Kosmos.

A Balança

equilibra firme

As Essências,

As Consciências,

As Presenças,

O Espírito Da Verdade,

A Verdade Do Espírito.

Com Amor,

No Amor,

Plena Do Amor,

A Balança,

Nas Mãos

Da Justiça Universal

representa a própria

Força Do Amor

que move o equilibrado

Anjo Inominável Do Amor.

O Anjo,

voando pelo Kosmos,

contando com os Pratos

Da Balança

servindo-Se Dele

como Mesnageiro

Do Equilíbrio Cósmico,

espalha O Amor

Que Coroa Todo Ato

Pela Justiça Universal

Justificado.

Sem O Equilíbrio

Da Balança,

sem A Justiça

Equilibrante,

pautando uma

obra,

material

ou espiritual,

nada pode ocorrer.

Com A Justiça

vem O Amor,

Este Amor

capaz de mover

as mãos dos poetas,

as mãos dos escritores,

as mãos dos pintores,

as mãos dos escultores,

as mãos dos médicos,

as mãos dos enfermeiros,

as mãos dos bombeiros,

as maõs de todos

os artistas,

Artistas Da Verdadeira

Vida,

Os Verdadeiros

Messias,

Os Verdadeiros

Salvadores,

Verdadeiras

Mães,

Verdadeiros

Pais!

Pois,

O Supremo Juiz,

Aquele Manifestando

Uma Face

Da Unidade,

quando pousa

Suas Mãos

em um instrumento

de evolução

para a Humanidade,

eterniza o mesmo

a serviço

do Amor!

E O Anjo,

Mensageiro Dele,

inspira

aos Artistas

Da Verdadeira Vida,

que,

a serviço da Justiça,

constroem as suas

obras

consagradas pelo

Amor!

Justiça,

artistas do mundo,

Buscai A Justiça

Aliada Ao Amor

Nas Asas Do Anjo

Que Vos Toca

Com Louvor!

Todos são artistas

a seu modo,

todos que se dispõem

a agir,

conforme suas

humanas e não-humanas

funções,

a serviço do Amor!

Busquemos

A Justiça,

humanos artistas,

não-humanos artistas!

E O Amor

nos dará

todas as

obras-primas

que mais nos aproximarão

da Amorosa Unidade,

a qual É

A Pura Arte

Mais Desconhecida

Por Esta Humanidade!