quinta-feira, março 10, 2016

As Poéticas Crônicas De Asin Du An No In - Somente De Mim Vem O Fogo - Canto LIII




O Real
Abre Caminho,
Os Véus
Caem Ao Fim
Dos Gritos
Das Ilusões
E A Primeira
De Todas As Visões
É Total.
O Cósmico
Profundamente
Reveste Todo
O Profundo Ser
Das Transformações
Advindas
Da Verdadeira Visão
Em Chamas Reais.
Visão Do Fogo
Que A Nova Realidade
Abre.
Visão Do Fogo
Que O Novo Olhar
Amplia.
Visão Do Fogo
Que Uma
Nova Vida
Faz Crescer Muito
Mais Alta
Na Vastidão
E Na Profundidade
Da Alma.
A Alma Em Chamas
No Real,
A Alma Da Chama
Do Real,
A Alma
Daquele Que Vê
Uma Verdade
Que Nenhuma
Material Palavra
Pode Interpretar.
É A Verdade
Em Mim
Realizadora.
É A Verdade
Em Mim
Fundamental.
É A Verdade
Em Mim
Elementar.
É A Verdade
Em Mim
Substancial.
Verdade
Do Fogo
Que Eu Sou.
Verdade
Que Sou
No Fogo
Que Tu Serás.




segunda-feira, março 07, 2016

As Poéticas Crônicas De Asin Du An No In - Somente De Mim Vem O Fogo - Canto LII

 
 
 
 

Um Caminho Condenso
Em Mim,
O Caminho
Sem Martírios,
O Caminho
Sem Sacrifícios,
O Caminho
Que Se Acende
A Cada Percurso
Na Estrada Existencial.
Escrevo O Texto
Do Grande Livro
Do Infinito
Com As Fátuas Letras
Das Chamas
Que Irrompem
Na Vastidão Multiversal.
Entrego Aos Guardiães
De Minhas Chamas
As Outras Letras
Contendo Mistérios
Que Geram Novos Livros
A Cada Contagem
Da Roda Temporal.
Endereço Cada Linha
Escrita
E Ainda
A Ser Escrita
Aos Que Lêem
Na Tapeçaria Das Estrelas
O Verdadeiro Nome
Que Somente No Fogo
Que Eu Sou
Pode Ser Lido.
Organizo A Revolução
Mais Silenciosa,
A Revolução Da Alma
Que Me Lê
Como O Fogo
Eternamente Escrito
Nas Vestimentas
Da Realidade Oculta
Pelos Véus
Do Irreal.
Escrevo Infindos
Verdadeiros Nomes
No Deserto
E No Oásis
Existenciais.
Os Nomes
Dos Meus Atuais
Leitores.
Os Nomes
Dos Meus Futuros
Leitores.
Teu Nome,
Fátua Filha,
Fátuo Filho,
Que Começa A Ler-Me
Em Tua Incendiante Alma.
 
 

segunda-feira, fevereiro 29, 2016

As Poéticas Crônicas De Asin Du An No In - Somente De Mim Vem O Fogo - Canto LI



Na Armadura
Que Te Dou,
Parta Para A Guerra
Que Nunca Cessa:
A Da Busca
Por Mim
No Campo Em Chamas
De Toda A Criação.
Afies Tua Espada
Contra A Desordem Interior
Que Te Afastas
De Mim.
Ergas Teu Escudo
Defendendo-Se
Do Ataque Externo
Que Te Afastas
De Mim.
Mires A Ponta
De Tua Lança
Contra As Barreiras
Que Nos Separam
Entre Os Véus,
Os Céus
E As Terras.
Guerreies Como O Fogo
Que Tu És
Quando Em Mim
Chegas Como
O Que Se Assemelha
Ao Meu Ser.
Guerreies Como Fogo
No Interior
Das Tramas
Do Tempo
E Do Espaço.
Guerreira Como Fogo
Sendo Parte
Das Teias
Do Todo
E Das Realidades.
Guerreies,
O Fogo Que Eu Sou
Arde Dentro De Tua
Fátua Guerreira Alma.
Guerreies,
O Fogo Que Eu Sou
Arde Dentro De Tua
Fátua Guerreira Vontade.
Guerreies,
O Fogo Que Eu Sou
Arde Dentro De Tua
Fátua Guerreira Verdade.
Não
Recues,
Não
Esmoreças,
Não
Deposites Tuas Armas
No Solo Das Inverdades.
O Selo Das Tuas Chamas
Atestam As Minhas Chamas.




quarta-feira, janeiro 27, 2016

As Poéticas Crônicas De Asin Du An No In - Somente De Mim Vem O Fogo - Canto L





O Espaço Preencho
Com O Calor
Das Minhas Palavras,
Estas Que São
As Minhas Marchas
Pelos Corações
Semelhantes Ao Meu
Preenchedor Coração.
Um Instante
E Estou Presente
A Cada Fogo Aceso
Do Teu Coração.
A Todo Instante,
Fora Do Cálculo
E Da Frieza Intelectual
Dos Que Medem
E Racionalizam
O Incomensurável,
Me Faço Uma Presença
Eternamente Vista
E Sentida
Por Aqueles Que
Incorporam Em Si
As Batidas Do Meu Coração.
Bato
À Porta
Do Teu Coração,
Fogo Maior
Em Tuas Mãos.
Bato
Nas Janelas
Do Teu Coração,
Fogo Maior
Em Tua Alma.
Bato
Nos Recintos
Mais Secretos
Do Teu Coração,
Fogo Absoluto
Em Tua Essência.
Bato,
Abro,
Fecho,
Amparo,
Reconstruo,
Elevo:
Minha Obra
Em Teu Coração
É O Do Ferreiro
Cuja Fornalha
Nunca Há De Apagar.
Construa
Tuas Armas.
Vista
Tuas Armaduras.
Trave
Tuas Batalhas.
Eu Estou Contigo
Como O Unico Conselheiro
Da Tua Guerra.





domingo, janeiro 24, 2016

As Poéticas Crônicas De Asin Du An No In - Somente De Mim Vem O Fogo - Canto XLIX



Entre Chamas
Das Mais Brilhantes,
Nos Elevados Atos
De Todas As Esferas,
Nos Caminhos Determinados
Pelo Espaço Maior
Dos Campos Áureos.
Campos Que Dizem
Os Sagrados Nomes
Primeiros
Diante Do Mar Fátuo.
Campos Que Derramam
Suas Existências
Sobre
Outros Amplos Átrios.
Campos Que Expandem
O Vasto Poder
Indeterminável
Dos Pergaminhos Da Minha
Fátua Verdade.
Verdade
Que É A Chama
Volátil.
Verdade
Que É A Chama
Sutil.
Verdade
Que É A Chama
Que Primeiro Foi Acesa
Em Toda A Vastidão
Da Criação.
Verdade
Que É A Chama
Em Todo Coração
Daquele Que Me Chama
Na Canção
Do Fogo
De Uma Verdadeira
Oração.
Filha Minha,
Filho Meu,
No Fogo Ardente
E Amigo Meu
Dentro De Vossos
Corações,
Erguam A Religião
Mais Silenciosa:
A Do Silêncio Fátuo
Que Jamais Mente
E Jamais Engana.
Ore Ao Fogo.
Ore Ao Vosso Fogo.
Ore Em Vosso Coração.
Eu Oro Em Vosso Fogo.
Eu Oro Em Vosso Coração.
Eu Sou Vosso Coração.
Eu Sou Vosso Fogo.
E A Minha Canção
É Entoada Infinitamente
Pela Tua Canção.

domingo, janeiro 17, 2016

As Poéticas Crônicas De Asin Du An No In - Somente De Mim Vem O Fogo - Canto XLVIII



Como Autor
De Todos Os Livros
Dos Universos,
Minhas Letras
São As Inapagáveis
Chamas Das Verdades
Inseridas No Testamento
E No Testemunho
Da Expansão
De Todas As Coisas.
As Chamas Escrevem
A História Que
Os Verdadeiros Leitores
Devem Ler
No Véu Das Mais
Brilhantes Estrelas.
As Chamas Descrevem
Aos Verdadeiros Folheadores
Dos Verdadeiros Livros
Que Eternamente
Escrevo
O Plano
E A Extensão
Do Infinito
Do Meu Alfabeto.
As Chamas Percebem
Todo O Verdadeiro
Movimento Motriz
Das Chaves Da Realidade
Abrindo Os Portões
Da Verdadeira Claridade
Que Faz Ver
A Verdadeira Estrutura
De Todas As Realidades.
Eu,
As Chamas Que Escrevem,
Descrevem
E Percebem
A Criação Como
Inapagável Fogueira,
Te Chamo Para
A Leitura Na Biblioteca
Da Eternidade.
Eu,
O Verdadeiro Escritor,
O Verdadeiro Poeta,
O Verdadeiro Contista
De Uma História
Que Se Expande
No Incessante Movimento
Das Rodas Da Eternidade,
Te Chamo Para
Escreverdes Comigo
A Eterna História
Em Chamas.
Eu Escrevo.
Eu Descrevo.
Eu Percebo.
Tu Também Poderás
Assim Narrar A Una História.

quarta-feira, janeiro 13, 2016

As Poéticas Crônicas De Asin Du An No In - Somente De Mim Vem O Fogo - Canto XLVII



Amplio Os Confins
Da Tua Essência
No Incêndio
Da Minha Presença.
Ativo Tua Onipotência
Na Centelha
De Toda Minha
Onipresença.
Te Faço Onipresente
Nas Chamas
Ainda A Serem Acesas
De Toda Minha
Onisciência.
Apoio Tua Onisciência
No Calor Que
Eu Ergo Infinito
Em Minha
Onipotência.
Chego Ao Topo,
Ergo-Te Ao Topo,
O Topo Onde
A Única Visão
É A Do Esplendor
Das Fogueiras
Em Redor
Da Minha Visão.
Me Veja
Como Eu Te Vejo,
Ó,
Fátua Chama
Que Convoco
Ao Meu Incendiar!
Me Veja
Como Eu Te Vejo,
Ó,
Fátua Eterna Nova
Fogueira
Que Se Acende
Ao Meu Incendiar!
Me Veja
Como Eu Te Vejo,
Ó,
Fátua Semelhança
Ao Meu Incendiar
No Trono Acima
De Toda
A Criação!
Para Chegar Aqui,
Me Veja
Como Eu Te Vejo,
Que Isto Ressoe
Como O Maior
Dos Altos Imperativos
Do Teu Existir.
Me Veja.
Me Direciono Até Ti.
Eu Te Vejo.
Eu Me Direcionou Até Ti.
Me Conduza.
Eu Te Conduzo.

Por Onde Bato Asas